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Como solicitar que sua empresa banque uma capacitação

Publicado por:
07 set

03.7

Estou sentindo a necessidade de me capacitar e gostaria do apoio da empresa em que trabalho para cobrir os custos. Qual seria a melhor forma de pleitear esse auxílio?

Muitas vezes, ficamos na expectativa de que a empresa em que trabalhamos financie 100% dos nossos investimentos em capacitação, o que é cada dia mais difícil, mas conseguir uma ajuda torna-se mais fácil quando há contrapartidas. Um dos erros mais comuns em situações como essa é quando o profissional pede que a organização banque um curso ou palestra, por exemplo, que pouco tem a ver com a sua área de atuação.

É muito comum ouvirmos as empresas reclamarem que investiram em capacitação para seus profissionais, mas não viram o retorno disso no dia a dia. Precisamos lembrar que o profissional é o maior responsável pelo seu desenvolvimento e que ele não deve tentar transferir essa responsabilidade para as empresas. Entretanto, as organizações podem sim custear parte ou até 100% de programas de capacitação quando entendem que esse investimento poderá trazer bons frutos para os negócios.

Nesse caminho, seguir algumas dicas pode ajudar:

1. Defina quais são as suas necessidades de aprendizado. Liste os cursos ou atividades que tenham a ver com sua função e que tenham conteúdo que possam agregar realmente ao seu trabalho;

2. Se coloque à disposição para compartilhar o conteúdo que você absorveu com a equipe. Dessa forma, a empresa verá que o investimento será multiplicado. É um modo de retribuir e fazer com que o conhecimento se espalhe;

3. Não fique só na teoria. Tenha compromisso com a aplicação prática do que você aprendeu na capacitação. Busque utilizar o conhecimento adquirido para melhorar seu desempenho, aperfeiçoar processos, etc.

Seguindo essas boas práticas, além de demonstrar interesse no seu crescimento profissional e na sua carreira, você se credencia para próximas oportunidades. A empresa verá que o investimento foi bem aproveitado e que ambas as partes saíram ganhando.

Omitir pequenos erros pode trazer sérias consequências

Publicado por:
05 set

03.101

Quem nunca errou no ambiente de trabalho? Falhar em algum procedimento, enviar um e-mail com informações importantes para o destinatário errado ou causar algum mal-entendido com os colegas, por exemplo, são alguns eventos que, infelizmente, podem ocorrer. É natural errar, porém, minimizar ou omitir o erro pode transformar uma falha comum em um problema maior.

Alguns profissionais, quando cometem pequenos deslizes, optam por não compartilhar com o gestor ou mentir sobre o ocorrido, seja por medo de uma reação negativa que vá gerar alguma punição ou simplesmente por acharem que darão “conta do recado” e que a situação será resolvida sem maiores consequências. O problema pode até ser sanado sem que o chefe fique sabendo, entretanto, em algum momento o caso pode acabar vindo à tona e isto pode não “pegar bem”.

Como o gestor é quem responde pelos atos da sua equipe, é muito importante que ele seja comunicado o mais rápido possível para que possa estar preparado caso seja questionado sobre o que aconteceu ou precise intervir para contornar a situação. E mais, o episódio precisa ser relatado com detalhes desde o seu início até o ponto em que a questão se encontra.

A omissão ou o não compartilhamento de alguma situação pode acabar gerando um grande incômodo e estremecendo os laços de confiança da empresa com o profissional. Em resumo, esconder ou não falar de um erro nunca deve ser uma opção. É melhor ser sempre o mais transparente possível, mesmo que no fim das contas a falha não seja tão significante ou, ao contrário, as consequências podem ser muito ruins.

Ideias preconcebidas sobre empresas familiares

Publicado por:
31 ago

04.21

É muito comum encontrarmos profissionais de mercado com uma visão preconcebida sobre as empresas familiares. Apesar de tudo o que já se conhece sobre a força econômica e social dessas organizações, muitas pessoas ainda resistem na hora da seleção e preferem sonhar apenas com as multinacionais. Porém, é preciso atentar para o fato de que algumas das ditas “características negativas” dessas empresas podem também ser encontradas em outras organizações. Além disso, fazer parte de uma empresa familiar tem suas vantagens.

São diversos os “preconceitos” de alguns profissionais com relação às empresas familiares. Algumas dessas “distorções” passam pela crença equivocada de que nas empresas familiares não há espaço para alguém que não é da família traçar uma trajetória de crescimento; acredita-se que a direção é composta apenas por parentes e que essas empresas tendem a ser menos profissionalizadas.

Bom, é fato que algumas empresas familiares estão em processo de profissionalização e, portanto, ainda podem apresentar algumas dificuldades naturais de empresas que não tem um modelo de governança estruturado. Dessa forma, parte das dificuldades vivenciadas nesse tipo de empresa não são por serem familiares e sim pela falha ou falta do sistema de governança.

Por exemplo, quando o assunto é carreira ou crescimento por mérito, muitas organizações, inclusive as multinacionais, pecam quando seus gestores fazem escolhas em função dos vínculos ou das relações de preferência na equipe; não é incomum vermos casos de promoção sem ser por merecimento.

Além de constatar que distorções podem acontecer em qualquer organização, também é importante atentar para algumas vantagens de fazer parte de uma empresa familiar, na maioria das vezes de menor porte do que as multinacionais, como por exemplo:

• Acesso mais fácil (às vezes direto) à diretoria / alta gestão;
• Mais agilidade nos processos decisórios e menos burocracia;
• Mais agilidade e ações imediatas diante de ameaças;
• Vínculos mais fortes de solidariedade e cooperação que ultrapassam as fronteiras da família;
• Possibilidade de ter seu trabalho reconhecido com repercussão mais imediata na carreira.

Então, antes de decidir rejeitar propostas de emprego vindas de empresas familiares, procure informações mais concretas sobre a organização em questão e busque entender de que forma ela está organizada e qual é o seu grau de profissionalização. Uma boa forma de fazer isso é falando diretamente com pessoas do seu quadro profissional. Tenha sempre o cuidado de pesquisar, ou este preconceito poderá te tirar uma grande oportunidade de crescimento profissional.

Estou acumulando tarefas, mas não me sinto reconhecida. O que fazer?

Publicado por:
29 ago

03.41

Estou sendo cada vez mais exigida na empresa em que trabalho. Venho acumulando tarefas e responsabilidades, mas não me sinto reconhecida por isso. Parece que quanto mais eu me dedico, mais a empresa quer de mim sem me dar nada em troca. O que devo fazer?

Em uma situação como esta, em primeiro lugar é preciso identificar qual é a sua expectativa de reconhecimento: se é algo mais palpável, como um retorno financeiro, ou mais subjetivo, como um elogio ou gesto que demonstre que a empresa está ciente dos seus esforços. No geral, quando acumulamos responsabilidades e tarefas, a primeira coisa em que pensamos é que deveríamos ser recompensados financeiramente. Porém, é preciso atentar que, diante do cenário de insegurança e instabilidade de que estamos vivendo, essa prática não é a mais provável de acontecer.

Logo, é preciso ter muito cuidado com essa insatisfação. Se ela repercutir no seu desempenho, pode até colocar o seu lugar em risco, e este não é o melhor momento para perder uma colocação no mercado. Outro caminho, então, é buscar compreender a situação e analisar as perspectivas de futuro sua e da empresa. Se você acredita que a organização é justa, valoriza os empregados e que vale a pena apostar nela, conseguirá passar por essa temporada difícil para ter os resultados esperados mais pra frente. Ou seja, talvez o retorno financeiro não venha agora, mas no médio e longo prazo você poderá ter mais possibilidades de crescimento, seja com um aumento de salário ou até mesmo uma promoção.

Caso a insatisfação tenha a ver com atitudes do seu gestor, como a falta de elogios, por exemplo, vale atentar para o fato de que receber novas atribuições já pode ser considerado como um reconhecimento. Se o gestor está lhe delegando mais atividades é porque ele confia que você pode dar conta e vê que o seu trabalho é de qualidade. Mas se mesmo assim você sentir falta de uma formalização ou de algum retorno mais palpável, talvez uma boa conversa ajude a resolver.

Como lidar com a timidez no ambiente de trabalho

Publicado por:
24 ago

03.13

Sou muito tímido e introspectivo, mas gosto do meu estilo e não vejo necessidade de mudar. Porém, percebo que acabo ficando isolado do grupo e tenho receio que isso possa trazer algum prejuízo para minha carreira. Devo me preocupar?

Estilo profissional é algo muito individual. Há pessoas que são mais comunicativas, gostam de falar em público e investir na formação de uma boa rede de relacionamento. Outras já são mais reservadas, tentam evitar situações de exposição e ficam nervosas quando precisam se relacionar com outras pessoas. Porém, a depender da atividade que desempenham, profissionais mais introspectivos podem enfrentar algumas dificuldades para alavancarem suas carreiras.

Por exemplo, quando a timidez é tão forte que impacta no relacionamento com os colegas de trabalho, é possível que este profissional tenha mais dificuldade de fazer amizades e criar vínculos, correndo um forte risco de ser estigmatizado de “esquisito” ou “diferente”, o que só piora o seu trânsito no grupo e reforça o “isolamento”. Além disso, a imagem de antissocial pode repercutir em outros campos e deixar o seu chefe inseguro quanto à sua capacidade de se relacionar com clientes ou fornecedores, o que restringiria suas possibilidades de atuação.

Neste sentido, se o profissional tiver pretensão de crescer na carreira em que trabalha, seu perfil mais introspectivo não ajudará muito, pelo contrário. Quanto mais alto um cargo em uma organização, mais é exigido que o profissional demonstre capacidade de relacionamento e facilidade de comunicação, principalmente para cargos de gestão.

Por isso, mesmo que não consiga se livrar completamente da timidez, é importante entender de que forma essa característica pode atrapalhar sua carreira e buscar meios para diminuir esses impactos. Superar essas barreiras exigirá esforço e trabalho pessoal para minimizar o incômodo nos momentos em que a exposição for necessária, e eles vão acontecer.

Um bom começo pode ser aproveitar os momentos de descontração com os colegas, como o almoço, coffee breaks e outros intervalos para participar das rodas de conversa e tentar interagir com as pessoas, ou até mesmo procurar um acompanhamento profissional para tentar diminuir a timidez. Com o tempo, você irá perceber que determinadas situações que o assustavam ou causavam desconforto já não serão um problema.

Conflitos nas empresas familiares

Publicado por:
21 ago

7.1 estagio trainee11

Todas as organizações, principalmente seus dirigentes, precisam estar preparados para lidar com as situações de conflito. Porém, em se tratando de empresas familiares, as tratativas tendem a ser mais difíceis e esta dificuldade, muitas vezes, acaba sendo motivo para fazer com que herdeiros decidam trilhar outros caminhos e não escolham a empresa da família para seguir carreira.

A principal dificuldade está no fato de que, nas empresas familiares, os conflitos de trabalho muitas vezes são entre pais e filhos, entre irmãos, primos, etc, em que os vínculos afetivos estão em jogo. São relações cheias de história, capazes de resgatar situações do “passado” da família, que, mesmo não pertencendo à dinâmica da organização, emergem com força, interferindo, simultaneamente, nos campos profissional e pessoal.

Por conta disso, esses conflitos ganham mais força e tendem a ser potencializados, deixando ainda mais difíceis as tratativas. E como consequência dessa dificuldade, visando preservar os vínculos familiares e evitar que os “entraves” tomem outras proporções, os herdeiros muitas vezes acabam optando por buscar a realização profissional como empreendedores ou executivos em empresas do mercado.

Porém, o que esses profissionais precisam entender é que os conflitos vão existir em qualquer organização, seja ela familiar ou não. Afinal, eles são parte inquestionável das relações humanas e empresariais. Além disso, precisam também compreender que é possível desenvolver práticas capazes de minimizar o desconforto de encarar um conflito familiar, investindo na profissionalização da gestão.

A experiência mostra que organizações que têm um sistema de governança mais estruturado e um nível de profissionalização elevado, consequentemente desenvolvem mais “maturidade” no tratamento de seus conflitos e, no caso das empresas familiares, conseguem separar melhor as relações entre gestão, propriedade e família.

É claro que implantar um sistema de governança não irá fazer com que os conflitos desapareçam, mas para aqueles herdeiros que pensam em buscar outras realidades na tentativa de fugir dos conflitos, esclarecemos que é possível, sim, empreender em família sem que isso seja uma grande dor de cabeça.

Herdeiros de empresas familiares também precisam se capacitar

Publicado por:
17 ago

7.1 estagio trainee11

Jovens profissionais herdeiros de empresas familiares costumam entrar muito cedo nas organizações, investem em conhecer profundamente do negócio, mas acabam deixando de lado o investimento no próprio desenvolvimento. Porém, no longo e médio prazo, esse comportamento pode representar um risco para a longevidade de suas empresas.

O que vemos muitas vezes é que, os herdeiros, ao ingressarem na empresa da família, não consideram os estudos como algo prioritário. Alguns até interrompem a graduação, outros fazem sem muita dedicação de tempo, pois conciliar trabalho e estudo não é fácil e, para esses jovens, na balança de prioridades, o negócio da família está em primeiro lugar.

A questão é que não só a graduação é negligenciada, mas também outras formas de capacitação no formato de seminários, palestras ou workshops, por exemplo. Parece que esses profissionais acreditam que ter expertise no negócio é suficiente e que a prática dentro da empresa é a melhor escola. Não há dúvidas que são questões importantes, porém ficar distantes ou não ter conhecimento de temas ou práticas relacionadas ao negócio pode trazer limitações e aumentar a resistência a aceitar novas ideias e pensar em inovação.

Talvez, o fato desses jovens pensarem que seu lugar no mercado de trabalho está “assegurado” ou de seus avós e pais terem construído uma empresa bem sucedida sem ter completado os estudos explique esse movimento. No entanto, eles precisam entender que o mundo mudou, o mercado está mais competitivo e que, sem atualização, o futuro dos negócios estará em risco.

Nesse aspecto, os jovens profissionais herdeiros têm muito a aprender com os profissionais de mercado que estão sempre investindo no desenvolvimento para garantir a empregabilidade num cenário de negócios cada vez mais competitivo. Capacitação é oportunidade de articulação, de troca de experiências e, principalmente, de desenvolvimento novas ideias ou negócios.

Recebi um pedido inadequado do chefe. O que faço?

Publicado por:
15 ago

02.41

Meu chefe tem o costume de me fazer pedidos inadequados e que não condizem com a minha função, como, por exemplo, tratar alguma dificuldade com outro colega de trabalho quando é ele, como gestor, quem deveria falar. Como devo lidar com esta situação?

É muito comum encontrarmos chefes fazendo pedidos inadequados para suas equipes e mais natural ainda é a reação dos profissionais, optando por levar o pedido adiante, com receio de demonstrar sua discordância, mesmo correndo o risco de se colocar numa situação difícil com os colegas ou de fragilizar a liderança de seu gestor.

Porém, é preciso entender que a postura que se espera de um bom profissional não é simplesmente a de “obediência”. Pelo contrário, o que as empresas querem são profissionais capazes de assumir uma postura crítica, que não apenas fazem o que lhe é solicitado seguindo o piloto automático, mas raciocinam sobre suas atividades e conseguem argumentar, mesmo quando a situação envolve um comando superior. Pode parecer difícil num primeiro momento, mas seguir essas dicas pode ajudar:

1. Ao receber um pedido inadequado, primeiro busque compreender quais dificuldades podem estar levando o seu chefe a transferir a responsabilidade para você. Pode ser falta de tempo, por exemplo, e talvez seja possível construir uma alternativa mais adequada juntos;
2. Construa argumentos que justifiquem porque o pedido é inadequado e como essa atitude pode acabar prejudicando a imagem do próprio gestor diante da equipe e a sua também;
3. Chame o chefe e exponha seus argumentos. O medo será mais forte da primeira vez, mas conforme for exercitando este contraponto, mais fácil vai ficando caso a situação se repita.

Entretanto, mesmo expondo os argumentos e tentando ajudar a construir uma alternativa mais adequada, algumas vezes, não se consegue mudar a decisão do chefe. Nesse caso, pode ser que o melhor seja ceder, mas não desistir, se surgir novas situações.

Como não cair nas armadilhas da competição?

Publicado por:
10 ago

01.101

Quando falamos em competição no ambiente de trabalho, em geral, o primeiro movimento das pessoas é de associar a algo ruim e que deve ser combatido. Porém, é preciso entender que competir faz parte da natureza dos indivíduos e das relações; acontece no âmbito profissional, como também dentro de casa, entre irmãos, por exemplo. Neste sentido, negar sua existência, apesar de ser uma reação comum, não é a mais produtiva, afinal, é preciso ter bastante atenção para administrá-la de forma permanente, e usar alguns recursos para tirar proveito do que este sentimento pode oferecer.

No caso das relações de trabalho, são várias as situações em que a competição pode emergir: em épocas de avaliação de desempenho, nos momentos de escolha dos empregados destaques ou qualquer outro ranking que os diferencie, nas relações que se estabelecem entre colegas ou com o gestor. Mesmo um simples elogio é capaz de mobilizar competição. E quando esse sentimento está mais acentuado, a relação passa a ser pautada pela inveja e os comportamentos de disputa ganham peso, ficando mais acirrada, as comparações acontecem de forma pouco construtiva, passam a serem comuns as tentativas de desmerecimento do outro, etc.

Como comentado anteriormente, tanto a competição como a inveja fazem parte das relações. Quantas vezes nos “pegamos” desejando estar no lugar de alguém ou ter algo que alguém tenha, ou até mesmo chegar aonde o colega chegou. Porém, é a intensidade e a forma que lidamos com esse sentimento que pode nos beneficiar ou nos prejudicar no relacionamento com as pessoas. Se canalizarmos a inveja para o campo da admiração, usamos esse sentimento para nos motivar e impulsionar a seguir um determinado caminho, reconhecendo de maneira positiva as conquistas do colega e o investimento feito para que chegasse aonde chegou.

Agora, quando passamos a nos preocupar mais com o desempenho do outro do que com a nossa própria atuação, desmerecendo os avanços e não reconhecendo o mérito do colega, é porque estamos deixando que a inveja predomine e impacte negativamente na relação, e quando a situação chega nesse nível, é preciso parar e tratar esse sentimento.

O primeiro passo é identificar que a competição está “desregulada” e assumir, sem medo ou vergonha do próprio sentimento. Apenas entenda que faz parte das relações humanas e busque administrar a situação da melhor forma possível, reconhecendo a competência e até mesmo os esforços do colega e usando as experiências como fonte de inspiração para conseguir atingir melhores resultados.

O que fazer quando não conseguimos nos adaptar às mudanças?

Publicado por:
08 ago

01.4 1

Viver significa aprender a conviver e lidar com várias mudanças, já que muitas delas acontecem quer a gente queira ou não. As tecnologias avançam, o comportamento das pessoas, da sociedade e também das empresas mudam. E quando você faz parte de uma organização, é preciso compreender os movimentos de mudança e buscar acompanhá-los, do contrário, você corre o risco de ficar para trás.

Muitas mudanças vão acontecer independentes da sua vontade, e, assim como as empresas, o profissional também precisará fazer ajustes na sua forma de atuação. Pode ser necessário mudar os processos operacionais, o tipo de produto ou serviço, ou ainda a forma de se relacionar com todos os envolvidos.

Portanto, para aqueles que têm mais dificuldade em aceitar o novo, a melhor recomendação é: “baixar a guarda” e acolher as mudanças da melhor forma possível. Nestas horas, a reação contrária ao movimento de mudança pode significar um risco, e acreditar somente que sua competência será suficiente para assegurar seu lugar no futuro pode ser um erro.

É importante também refletir sobre o motivo que o está levando a tanta resistência. No fim das contas, pode ser apenas medo ou insegurança. Muitas pessoas resistem, em síntese, porque ficam inseguras e com receio de não dar “conta do recado” no novo momento, já que estavam acostumadas a terem um bom desempenho antes da mudança acontecer. Esses sentimentos são legítimos, porém superáveis, principalmente quando se tem o apoio do próprio grupo.

E para quem está na função de gestão, é sempre importante entender que resistir é o movimento mais natural e que a melhor maneira de ajudar o profissional é tentar compreender quais são os seus receios e apoiá-lo no novo caminho. Não desista antes mesmo de tentar, afinal, todo mundo merece um voto de confiança.