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A influência dos pais na escolha profissional

Publicado por:
18 abr

06.5mudar

Os pais têm um papel fundamental na educação dos filhos, inclusive na decisão sobre o futuro profissional. Entretanto, em alguns momentos, há um exagero nessa relação e os pais acabam interferindo demais em uma escolha que não é deles. O risco para os filhos é o de gerar acomodação e frustração profissional.

É comum encontrarmos pais que querem decidir, às vezes arbitrariamente, o que o filho vai fazer, o que vai estudar e onde vai trabalhar. Existem ainda aqueles que tomam a frente até na procura de estágio ou emprego, articulando com os amigos no intuito de “facilitar”. Porém, ao invés de ajudar, essa atitude pode prejudicar o desenvolvimento desses jovens; eles acabam não se sentindo implicados, não se esforçam para fazer as suas escolhas darem certo e se acostumam a ter alguém sempre decidindo a vida por eles.

Algumas vezes, esse tipo de influência pode confundir os jovens profissionais que acabam passando para os pais a responsabilidade em relação às suas carreiras, quando na verdade deveriam estar aprendendo a fazer escolhas e assumir suas próprias decisões. Sabe-se que quando os filhos são protagonistas das suas histórias, a tendência é que valorizem muito mais as suas conquistas e a probabilidade de sucesso aumenta. Mas se esses jovens embarcam numa escolha dos pais, a possibilidade de fracasso é bem grande.

De toda forma, não significa que uma ajuda dos pais não seja bem-vinda. Os jovens geralmente se beneficiam bastante quando ouvem recomendações e trocam experiências com os mais velhos, afinal, são pessoas mais maduras e que conhecem o mercado. Pedir ajuda quando necessário também é possível, aliás, é uma boa maneira de sinalizar aos pais que é hora de intervir.

Enfim, é importante considerar que os pais podem e devem, sim, proporcionar algumas experiências e influenciar em algumas situações em que os filhos ainda não têm maturidade para decidir sozinhos. O que não se pode fazer é inverter totalmente esses papeis.

Como falar das próprias qualificações numa entrevista de emprego?

Publicado por:
13 abr

03.111

Falar de si mesmo não é tarefa fácil, mas numa entrevista de emprego não tem como fugir. E nessas ocasiões, conseguir se apresentar de forma assertiva e atraente pode fazer a diferença para uma contratação.

Durante uma entrevista de emprego, é comum que os candidatos sejam questionados sobre suas qualificações profissionais. Nesse momento, é muito importante falar das suas qualidades acadêmicas e profissionais, sempre as relacionando com a vaga de interesse, mas, ao mesmo tempo, é preciso saber dosar o nível de entusiasmo ao falar de si mesmo, para não parecer falso.

Isso porque exaltar demais as próprias qualidades pode levar o avaliador a ficar pensando: será que este cara é tudo isso mesmo? Entretanto, falar com pouco entusiasmo também é um risco. Pode parecer falta de interesse ou pode não “conquistar” o interlocutor.

Então, para destacar as suas qualificações sem parecer falso ou desinteressado, essas dicas podem fazer a diferença: (1) Seja objetivo e procure falar das experiências profissionais mais relevantes relacionadas a oportunidade; (2) Fale de resultados concretos gerados por projetos que tenha implantado; (3) Destaque vivencias internacionais, caso tenha; (4) Seja sincero, fale somente das habilidades que realmente existem; (5) Fuja dos clichês e de frases padrão.

Em resumo, o importante mesmo é ser franco e tentar colocar as qualidades associadas à prática, lembrando sempre de não exagerar no tom.

Como a prolixidade pode atrapalhar a imagem profissional?

Publicado por:
11 abr

03.121

Uma das regras básicas para conquistar uma carreira promissora é ter uma boa comunicação. Mas é preciso ter atenção, pois se comunicar bem não é sinônimo de falar demais.

Tanto em processos seletivos quanto no dia a dia de trabalho, pessoas que não conseguem ser objetivas e falar o que precisa ser dito sem excessos acabam se prejudicando. Isso porque a prolixidade dificulta a comunicação e gera impaciência nos ouvintes. Quando um profissional fala demais, a tendência é que o interlocutor perca a atenção naquilo que está sendo dito e, pior, no futuro, não queira mais contar com a opinião dessa pessoa.

Além de prejudicar a comunicação, a prolixidade pode também ser confundida com insegurança. Geralmente, quem se estende demais para falar uma coisa simples pode ser por não ter segurança se a mensagem está sendo entendida corretamente ou mesmo do seu poder de convencimento. Uma opção no caminho de tentar resolver este problema é considerar a ajuda de um profissional especializado, que compreenda do assunto.

A prolixidade pode estar atrelada a questões mais subjetivas, emocionais, que podem ser trabalhadas e o sintoma reduzido ou, pelos menos, melhor controlado. Porém, se a fala excessiva estiver ligada a uma necessidade maior de aparecer ou prender a atenção das pessoas, pense bem, pois o tiro pode estar saindo pela culatra.

Espaços coletivos aumentam os conflitos?

Publicado por:
06 abr

7.0estagio trainee

As empresas têm optado por espaços cada vez mais coletivos, diminuindo a prática de cada profissional ou setor ter uma sala própria. Porém, com as equipes dividindo os mesmos ambientes, é natural que a convivência aumente o potencial de conflitos. Mas como evitá-los?

Seja para criar um clima organizacional mais interativo, estimulando a troca de experiências, ou na intenção de reduzir custos, os ambientes coletivos nas empresas são cada vez mais comuns. Entretanto, diferentes formações, rotinas, horários e personalidades reunidas em um só espaço pode abrir caminho para uma série de dificuldades. Nesses casos, as regras devem ser muito bem definidas para que um não interfira no trabalho do outro.

A regra de ouro que ajuda a evitar os conflitos em ambientes de trabalho compartilhados é organização; é preciso conscientizar a todos sobre a importância de deixar o espaço de forma que qualquer pessoa seja capaz de encontrar o que precisa. Arrumar sempre que utilizar, fazer uma limpeza rápida diariamente, não deixar copos usados ou restos de borracha nas superfícies, por exemplo, arrumar as cadeiras que tirou do lugar, etc, são atitudes essenciais e dever de todos.

Algo que costuma funcionar muito bem em espaços coletivos é a prática de acordos. É preciso definir se é permitido comer na sala, se pode atender o celular, se deve deixar o aparelho no silencioso, entre outros. Combinar antes dos problemas acontecerem deixa as coisas mais fáceis de serem resolvidas e os conflitos por coisas pequenas longe das equipes.

Estou endividado. Devo buscar ajuda na empresa onde trabalho?

Publicado por:
04 abr

01.3 1

Estou com muitas dívidas e isso está me prejudicando no trabalho. A cobrança excessiva está tirando o meu sono e não consigo produzir como deveria. Devo procurar a empresa e contar o que está acontecendo?

Em casos como este, é importante sim compartilhar a situação com a empresa na figura do seu gestor ou com o setor de Recursos Humanos. A empresa não precisa ter uma política de empréstimo pré-estabelecida para poder ajudar um empregado que passa por dificuldades financeiras.

Se há uma política clara, facilita, mas quando não há ou mesmo que a regra seja não emprestar dinheiro ao empregado, a ajuda pode vir no formato de orientações. Ou seja, o auxílio pode ser para pensar em alternativas de solução para o problema ou possibilidades de negociação da dívida.

Isso porque, às vezes, conversar com alguém mais experiente e que não está envolvido diretamente na questão pode clarear as ideias e ajudar a chegar numa forma de sair da crise. Dito isso, não adianta só se desesperar e não buscar ajuda. Além de não abrir espaço para um possível caminho até a recuperação financeira, a constância de baixo desempenho pode pôr em risco sua principal fonte de receita.

Como administrar tantas mudanças e o sentimento de instabilidade?

Publicado por:
30 mar

02.41

Sou gestor de uma empresa que muda com muita facilidade, a depender do humor do dono. Como agir para que essa instabilidade não afete a equipe?

É realmente muito mais difícil trabalhar em uma empresa que muda de prioridades com a mesma frequência com que o dono muda de humor. Uma das cenas mais comuns nesses casos é sair de uma reunião com um direcionamento traçado e, no outro dia, uma nova decisão mudar o rumo do que foi planejado anteriormente.

Nessas situações, não só o gestor é afetado, mas a equipe também acaba prejudicada, já que se dedica a um trabalho que pode perder a essencialidade de repente, deixando nas pessoas o sentimento de que não vale a pena fazer muito investimento, afinal, o trabalho tem grandes chances de não evoluir. Para quem está envolvido no projeto isso é mais que um balde de água fria.

A recomendação para quem está na gestão, vivendo esse excesso de mudanças, é não deixar de se posicionar junto àqueles que tomam as decisões. É preciso alertar para os riscos de se fazer mudanças excessivas, tanto na relação com a equipe como para o mercado. Porém, o que se vê mais comumente é que, mesmo sabendo que a situação está fugindo do controle, os gestores têm dificuldade de argumentar nos momentos oportunos e, como consequência, assumem uma postura passiva e queixosa.

É fato que não é nada fácil confrontar o dono do negócio ou o seu superior imediato. Mas é papel do gestor criar as condições para que a equipe possa atingir os resultados; e assistir os projetos desandarem sem se posicionar pode ser, no futuro, um risco alto para o próprio gestor. O desinvestimento e a descrença das pessoas no trabalho prejudicará e muito a produtividade e os resultados da área.

Grupos de trabalho exigem pactuação de expectativas

Publicado por:
28 mar

7.5trainees

Criar grupos de trabalho tem sido uma boa alternativa quando as empresas querem encontrar soluções para problemas específicos ou desenvolver algo novo, considerando diferentes conhecimentos e pontos de vista. Porém, trabalhar em grupo é sempre exigente e requer alguns cuidados.

Os grupos são cada vez mais comuns na realidade das organizações, pois se configuram como a melhor maneira de reunir conhecimentos considerando as diferentes áreas da empresa. Entretanto, é preciso considerar que uma pessoa não funciona exatamente da mesma forma que outra. Por isso, antes de começar qualquer grupo de trabalho, é necessário fazer um alinhamento de expectativas.

É essencial estabelecer os objetivos do projeto, os resultados que são esperados, a metodologia de trabalho, definir horários de início e fim e o papel de cada integrante no grupo, elegendo alguém para a função de coordenação. É recomendável deixar tudo sistematizado em um documento, evitando dúvidas e mal-entendidos. Além disso, o registro permitirá que o coordenador do grupo revisite periodicamente este conteúdo pactuado inicialmente e faça os ajustes sempre que preciso. Quando se trabalha em conjunto, as expectativas podem mudar e, quando isso acontece, a produtividade geralmente cai.

Portanto, uma dica: se você faz parte de algum grupo de trabalho e vem percebendo que ele não está funcionando como deveria, experimente rediscutir as expectativas. É uma forma eficiente de reestabelecer o propósito da equipe e retomar a produção.

Avalie os riscos antes de mudar de emprego

Publicado por:
23 mar

03.111

Não é incomum uma situação onde o profissional está satisfeito com a empresa em que trabalha e o cargo corresponde às suas expectativas, mas se vê encantado por uma proposta de emprego em outro local com salário atraente e promessa de ascensão. No entanto, é preciso estar atento, pois um emprego é muito mais do que dinheiro no bolso.

Quando o profissional precisa fazer uma escolha entre a empresa onde tem um emprego estável e satisfatório e uma proposta diferente, é preciso que ele faça, antes de tudo, uma avaliação mais aprofundada sobre as oportunidades e as ameaças dessa nova realidade. Não se deve esquecer que uma escolha equivocada pode trazer sérias complicações para a trajetória profissional com impactos na vida pessoal.

É sempre bom considerar que a troca pode não dar certo, seja porque o profissional corre o risco de se deparar com uma cultura organizacional ou modelo de gestão que não seja aquilo que ele preza ou porque em um curto espaço de tempo ele pode não apresentar os resultados que a empresa esperava no momento da contratação. Pode acontecer, ainda, do projeto para o qual foi contratado não avançar e ele acabar tendo que assumir outra função que não era a desejada ou, o que é pior, ser dispensado.

Também é fundamental fazer uma análise dos seus objetivos profissionais. Algumas pessoas querem subir de cargo, outras prezam por um salário maior ou por mais qualidade de vida. Ou seja, também não vale a pena ficar preso na sua zona de conforto ou fazer do risco uma ameaça tão grande que paralise diante de uma boa oportunidade de atingir algo que estava nos seus planos.

Enfim, são estas questões que devem ser analisadas antes de tomar qualquer decisão. É preciso estudar as situações e, avançando na direção de mudar de emprego, é recomendável que sejam feitos fazer alguns pactos com o novo empregador que permitam uma transição minimamente segura e satisfatória para ambas as partes.

É possível diversificar dentro de uma mesma empresa

Publicado por:
21 mar

04.21

Falamos no artigo anterior que a juventude é o melhor momento para arriscar e viver novas experiências. Porém, quando o jovem já tem clareza do seu projeto profissional, qual caminho quer seguir na sua carreira e quando está satisfeito com a empresa e com o trabalho atual, não necessariamente existe uma exigência para mudar a trajetória.

Quando se entra ainda muito jovem em uma empresa, é comum que existam os questionamentos sobre a necessidade de diversificar e ter outras experiências profissionais. Entretanto, quando a organização atual atende às expectativas, tem espaço para crescimento e favorece o desenvolvimento do profissional, é possível continuar investindo na carreira dentro da própria empresa, sem nenhum prejuízo à carreira.

Diversificar não significa necessariamente sair mundo afora em busca de experiências. Ganhar novos conhecimentos é possível sem se desfazer do vínculo atual, através de cursos, palestras, benchmarking e até troca de ideais com outros profissionais, por exemplo. Buscar conhecer o funcionamento ou atuar em setores diversos da própria organização também pode ser uma forma de acumular conhecimentos diferentes sem mudar de emprego.

Outro ganho de se manter por mais tempo em uma mesma empresa é para o currículo. Em geral, profissionais que têm histórico de passagens rápidas por muitas organizações não são bem vistos pelo mercado.

E as razões disso são o alto custo para formação de um profissional, que pode levar anos, e o risco de interrupções de projetos importantes por conta de pedidos de desligamento da equipe. Conclusão: profissionais felizes com aquilo que faz e que veem em suas organizações possibilidades de crescimento, desafios e aprendizado não precisam sair em busca da diversificação em outras empresas.

A juventude e a oportunidade de investir em experiências

Publicado por:
16 mar

06.1 motivação11

Jovens com idades entre 23 e 25 anos, que estão concluindo a faculdade ou concluíram há pouco tempo, costumam pensar que estão “velhos” para o mercado de trabalho. Aqueles que demoraram um pouco mais para passar no vestibular também estão nesse grupo e tendem a achar que já deveriam estar com a carreira definida ou bem encaminhada. Mas por que esse pode ser um grande equívoco?

Esse sentimento é muito comum na vida dos jovens recém-formados, mas o que eles precisam atentar é que o momento de experimentar é justamente nesta idade, para depois fazer as escolhas necessárias. Por isso, é essencial controlar a ansiedade, que é grande neste início, para não acabar tomando decisões precipitadas.

É durante a juventude, quando ainda não se tem uma família para sustentar, que se pode correr o maior número de “riscos” e investir em experiências que poderão trazer grandes benefícios para a carreira no futuro, como viagens e cursos fora. E se tiver que fazer uma escolha entre o trabalho e uma oportunidade fora do país, por exemplo, é melhor arriscar na segunda opção.

Em resumo, esta é a hora de pensar em algo que venha acrescentar, como aprender uma nova língua, ter contato com outras culturas e costumes e desenvolver a capacidade de adaptação em diversos meios e situações. Principalmente nesta fase, quanto maior for a experiência de vida do jovem profissional, mais fácil será fazer escolhas assertivas.