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Insatisfação com carreira exige mudança

Publicado por:
13 dez

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Muitas vezes, sonhamos com uma profissão e temos a certeza que é a carreira que queremos seguir. No início, tudo parece perfeito, mas com tempo percebemos que alguma coisa não está indo bem. Falta vontade de trabalhar, a energia e a empolgação não são mais as mesmas. O que pode estar acontecendo?

A razão pode passar pelo ambiente de trabalho. Empresas que não acompanham o desempenho de suas equipes, tratam os empregados de modo diferente e não têm paciência para administrar os conflitos, por exemplo, geram desânimo e acomodação. Diante de uma situação como essa, o profissional pode até pensar que deixou de gostar do que faz. Mas se esse não é o caso, pelo contrário, a empresa é “perfeita” e a remuneração é diferenciada, qual será o problema?

Existem ainda duas possibilidades. Na primeira, pode ser que o profissional esteja vivendo um momento pessoal bem complicado que tenha afetado o entusiasmo pelo trabalho. Por exemplo, um quadro depressivo. Já a segunda possibilidade está relacionada à identificação com a atividade. A carreira não era o que o profissional pensava. Essa razão é a mais difícil de ser diagnosticada.

Quando há um bom ambiente de trabalho, o relacionamento com os colegas é saudável, existem oportunidades reais de desenvolvimento na carreira e boas perspectivas de ganho financeiro, o profissional fica confuso sem querer acreditar que o problema possa estar na natureza da atividade ou mesmo na escolha da profissão. Ainda pode pensar que é uma fase e irá passar. No entanto, se a questão persistir, as profissões dos colegas ou familiares começarem a ser mais interessantes ou o profissional se pegar sonhando acordado realizando uma atividade que não é a sua. Pode ser hora, então, de repensar a carreira e planejar a mudança de rota.

Entretanto, mudar nunca é simples e fácil. É preciso coragem para tomar decisões, deixar uma história construída para trás, enfrentar os medos do desconhecido e pagar os custos de recomeçar numa carreira diferente. E, quando tudo isso se junta ao apego à empresa da qual faz parte, a decisão acaba sendo adiada por uma, duas, várias vezes. Mas uma coisa é certa: quanto mais cedo a decisão for tomada, mais fácil será lidar com os impactos dela na sua vida pessoal e profissional. E no final de tudo, na maioria das vezes, o sentimento predominante é o de alívio; de ter conseguido tirar um peso das costas e seguir o caminho da realização profissional.

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