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Evitar rotatividade nas empresas é dever de todos

Publicado por:
28 mar

10.11

Em um mercado extremamente competitivo, a rotatividade de profissionais é um dos grandes problemas que as empresas encontram. O entra e sai constante de empregados impacta não só na parte financeira, gerando despesas adicionais com os pagamentos relacionados à rescisão dos contratos de trabalho e os gastos com a realização de novos processos seletivos, mas também pode afetar diretamente o desempenho das equipes.

Isso porque, em um time onde o índice de rotatividade é alto, a integração fica prejudicada e torna-se mais difícil manter o grupo unido e alinhado. Leva um tempo até a equipe voltar a ter coesão e alcançar o desempenho esperado, prejudicando toda a engrenagem do negócio. Por isso, a questão da rotatividade deve ser um ponto de atenção para todos dentro da empresa – diretores, gestores e profissionais. E como fazer para minimizar?

Neste caminho, ter um processo de seleção assertivo é o primeiro passo para evitar o entra e sai constante de profissionais. Uma etapa muito importante é a definição detalhada do perfil do profissional a ser contratado, considerando os conhecimentos técnicos, experiências e competências comportamentais necessárias à vaga. A empresa também precisa ser transparente e cumprir com o que ficar acertado entre as partes, para não gerar divergências entre o que o profissional espera e o que encontra quando já está contratado.

Outro fator essencial para evitar a rotatividade é o processo de integração. Todo profissional que entra na empresa deve ser apresentado aos valores, normas e processos da organização. Isso é papel indelegável do gestor, que deve acompanhar o recém-contratado de perto durante os primeiros meses de trabalho. Os colegas de equipe também têm uma função importante neste caminho. Todos devem adotar uma postura de acolhimento para com o novo integrante, mostrando-se disponíveis para ajudá-lo no que for necessário durante o período de adaptação.

Da parte do profissional que está entrando, a postura deve ser facilitadora, demonstrando interesse em aprender e buscando pactuar com o seu gestor imediato o que a empresa espera dele, de modo que as expectativas dos dois lados sejam atendidas. Desta forma, o “fantasma” da rotatividade tende a desaparecer.

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