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Como fazer para melhorar a aceitação de regras e diminuir as resistências?

Publicado por:
28 fev

04.21

Qualquer instituição tem suas práticas reguladas por um conjunto de regras. Às vezes denominados de acordos, normas, pactos ou código, seja como for, a intenção é ajudar a orientar o comportamento e as práticas no ambiente organizacional, estabelecendo o que é permitido e o que não deve acontecer. Mas se conviver com regras é tão comum e necessário, por que elas causam tanto incômodo?

Normalmente, o desconforto não está relacionado àquelas regras que conhecemos desde o ingresso na empresa, mas com as que são estabelecidas em momentos de mudança, ajuste ou implantação de um novo procedimento interno. Porém, é importante compreender que o dia a dia das empresas é sempre muito dinâmico e que, normalmente, num cenário de muitas mudanças, é comum a necessidade de novas regras.

Lidar com o novo e sair da zona de conforto nem sempre é fácil, mas ao mesmo tempo, sem a permanente observação da realidade e atualização das regras institucionais, a empresa está correndo o risco de deixar envelhecer seus instrumentos normativos. Quando isso acontece, eles acabam perdendo o sentido e não mais correspondendo à realidade.

Portanto, estabelecer regras e revisitá-las periodicamente é uma rotina saudável e necessária. E para ajudar os profissionais a aderirem com menos resistências, seguem algumas dicas:

1. Disseminar as regras o máximo possível e deixá-las acessíveis para qualquer dúvida que ocorra;
2. Fazer do momento da disseminação não somente um repasse de informação, mas também de alinhamento de expectativas. Fazer com que o grupo compreenda a motivação e o porquê de cada determinação;
3. Deixar claros as consequências e impactos no caso de descumprimento do que foi estabelecido;
4. Deixar a porta aberta para ajustes, ou seja, ser receptivo às críticas e sugestões do próprio grupo, sempre que for possível;
5. Pactuar com todos que regras são para serem cumpridas até que sejam renegociadas.

E um ponto essencial: todos precisam ser exemplos. Se o profissional não observa o cumprimento das normas por parte dos gestores ou dos seus colegas de equipe, é muito improvável que ele mesmo vá segui-las à risca. É preciso que todos entendam que estão no mesmo barco e que as regras existem para manter a ordem e as engrenagens da empresa funcionando em sintonia. E quando um não cumpre, coloca em risco os resultados pretendidos com aquelas normas, regras e pactos.

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