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A importância de respeitar o ritmo da organização.

Publicado por:
10 jul

02.41

Sou um gestor novo na empresa e cheguei empolgado, com muitas ideias e vontade de fazer as coisas acontecerem, mas acabei me frustrando por encontrar vários obstáculos dentro da própria organização. O que fazer?

É comum encontrarmos gestores que chegam às empresas com ânsia de fazer “mais” e que, às vezes, acabam se frustrando por não considerar o ritmo da organização. Eles, na melhor das intenções, querem “fazer e acontecer”, implantar novas ações e processos, mostrar resultados, mas esquecem de considerar em seus planos se o momento é adequado para implementar essas mudanças.

Quando esse “tempo” não é considerado, invariavelmente, a consequência será um gestor insatisfeito, impaciente, frustrado, achando que não está produzindo resultados. Nessa hora, vale a pena tratar a questão com os dirigentes, falar das dificuldades, mapear os avanços e discutir sobre o ritmo das ações que pode parecer lento para o gestor, mas muito rápido para a organização.

Não adianta ficar insatisfeito consigo mesmo nem culpar a empresa pelo fato das coisas não estarem engrenando, mas é importante ter maturidade para entender o porquê delas não acontecerem da forma desejada. É essencial, também, saber lidar com a própria ansiedade e conciliar o tempo desejado com o viável.

Isso não significa dizer que deve relaxar e deixar suas ideias pelo meio do caminho, apenas que não é bom forçar muito. O segredo é ter jogo de cintura e habilidade para não ficar insistindo, recuar e tentar avançar depois, no momento adequado.

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