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Como ser um empregado empreendedor

Publicado por:
21 set

03.111

Ter iniciativa, estar sempre por dentro das tendências de mercado, não ter medo de arriscar e estar comprometido com os resultados da empresa são algumas das características de um profissional com perfil empreendedor. Mas, ao contrário do que muitos pensam, você não precisa ser dono de um negócio para colocar em prática esses diferenciais e alavancar a sua carreira.

Hoje em dia, as organizações estão procurando, cada vez mais, profissionais que tenham uma “visão de dono” e que “vistam a camisa” da empresa. Aqueles que têm essa postura empreendedora têm mais chances de se destacar e até mesmo chegar a um cargo de liderança. Mas como é possível empreender quando se é empregado e não dono de uma empresa?

Para ser visto como um empregado empreendedor é preciso ser proativo e não ficar apenas esperando pelas ordens para agir, ter uma postura crítica diante das atividades que desempenha, ser atento às tendências de mercado e também da sua própria área de atuação. Na prática, isso significa conseguir apresentar novos projetos visando manter a competitividade no futuro, buscar soluções inovadoras que ajudem a resolver problemas e melhorar processos atuais.

Entretanto, é preciso, também, ficar atento e ter cuidado com o excesso de iniciativa, pois precipitações podem não ser bem vistas. Por isso, antes de colocar em prática o seu “perfil empreendedor”, procure conhecer a cultura da empresa da qual você faz parte, buscando compreender seu limite de atuação. Evite sair fazendo mudanças sem alinhar antes com o seu gestor.

Do ponto de vista das empresas, para aquelas que desejam, de fato, ter profissionais empreendedores, é importante cada vez mais investir em um ambiente de trabalho propício para que as ideias aconteçam. Criar espaços de discussão, dar abertura para o novo e controlar a cultura de “caça aos culpados” são algumas diretrizes fundamentais. Afinal de contas, se o que prevalecer for a cultura do medo – de errar ou de ser repreendido – o resultado, inevitavelmente, serão profissionais desmotivados e pouco colaborativos.

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