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Problemas pessoais que impactam no trabalho

Publicado por:
12 out

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Estou passando por problemas pessoais que estão atrapalhando o meu desempenho no trabalho. O que devo fazer?

Separar aspectos pessoais enquanto estamos no ambiente de trabalho pode ser uma tarefa dura e cheia de percalços. Principalmente quando são questões que envolvem nossa saúde ou a de parentes, ou até mesmo dificuldades financeiras, torna-se quase impossível fingir que o problema não existe e “mascarar” a preocupação diante do chefe e dos colegas de trabalho. Até porque, qualquer que seja a crise, vai exigir tempo e energia até ser solucionada, e isso provavelmente terá um impacto negativo no desempenho profissional.

Em situações como esta, é preciso atentar para a importância da conversa. Não é vergonha falar sobre suas dificuldades e até pedir ajuda. Seja discreto, ou seja, não precisa sair contando seus problemas para toda a empresa, mas busque apoio dos colegas mais próximos, do gestor e até mesmo do setor de Recursos Humanos.

A conversa é importante tanto para aliviar a tensão quanto para ter mais clareza na busca por uma solução que seja possível para o empregado e que esteja ao alcance da empresa. Por exemplo, pode ser que seja permitido negociar uma antecipação das férias, o que possibilitaria que o profissional tivesse mais tempo dedicado à solução do problema sem impactar diretamente no seu desempenho. Em resumo, não adianta ficar “sofrendo calado” ou mentir quando alguém perguntar se algo está errado. Caso contrário, sua apatia pode acabar sendo vista como desinteresse ou até desleixo.

E para os gestores que estão tendo que lidar com profissionais passando por dificuldades na esfera pessoal, é importante sempre buscar uma postura cooperativa, afinal, estamos todos passíveis de lidar com problemas que nos tirem do eixo. E em um momento difícil, o que mais a pessoa precisa é de cuidado e atenção, contribuindo para que sua recuperação seja mais rápida e menos traumática.

Preferência por trabalhar sozinho exige cuidados

Publicado por:
10 out

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Pessoas mais introspectivas ou tímidas geralmente preferem atividades profissionais que exijam menos interação ao invés daquelas em que é preciso lidar diariamente com outras pessoas. Mas quais podem ser os impactos deste perfil profissional na realização das suas atribuições e na carreira?

É importante que o profissional entenda que fazer parte de uma empresa, independente da atividade que desempenhe, significa em algum momento ter que se relacionar com outros profissionais e outras áreas. Isso porque evitar esse contato pode acabar acentuando uma dificuldade muito comum àqueles que preferem trabalhar sozinhos: a pouca visão do todo, ou seja, do que está sendo realizado e produzido e de como o seu trabalho impacta ou pode ser impactado pelo grupo.

É claro que existem profissões onde a interação com outras pessoas é mais exigida, e outras em que trabalhar sozinho é mais “aceitável”. Uma pessoa da área de vendas, por exemplo, tem muito mais necessidade de se relacionar com os demais atores da organização do que alguém que desempenhe um trabalho de análise técnica. Mas mesmo os trabalhos mais técnicos também necessitam de interação; esta é uma maneira importante de manter a unidade enquanto grupo.

Outra questão que este profissional precisa ficar atento diz respeito à sobrecarga nas atividades que realiza, pois, em geral, evita compartilhar atividades e pedir ajuda, correndo o risco de acumular demandas e atrasar as entregas, prejudicando os resultados.

Infelizmente, o profissional mais introspectivo e tímido tende a ter mais dificuldade de se enquadrar no mercado de trabalho. Neste caminho, é importante que se mantenha a atenção e se identifique quando a falta de interação estiver atrapalhando sua carreira e suas demandas.

E lembre-se: quanto mais se cresce na carreira, mais a capacidade de relacionamento será exigida, portanto, tome cuidado para que esta dificuldade não acabe impactando na sua evolução profissional.

Cuidado com relacionamentos amorosos em ambiente de trabalho

Publicado por:
05 out

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Na nossa rotina diária, passamos a maior parte do dia no ambiente de trabalho, convivendo com outros profissionais e com eles dividindo boa parte de nossas vidas. Compartilhamos sucessos, frustrações, problemas e, com alguns, estabelecemos uma relação de admiração, afeto e respeito. Em determinados casos, essa relação sai da porta do escritório e se torna uma grande amizade ou, até mesmo, um relacionamento amoroso. Quando o último acontece, é preciso que alguns cuidados sejam tomados para não comprometer a carreira dos envolvidos.

Ter uma boa relação com os colegas é essencial para o bom funcionamento das atividades e para minimizar parte da pressão e do estresse comuns às rotinas de trabalho. Porém, quando essa interação sai do campo profissional e entra no âmbito pessoal, principalmente quando avança para uma relação amorosa, os profissionais precisam ficar atentos para não arriscar seus empregos. Como ninguém está livre de ser surpreendido por uma paixão, mesmo quando ela é indesejada, seguem algumas dicas que podem ajudar a lidar com a situação da melhor forma:

1. Conheça as regras da empresa: boa parte das organizações têm regras bem definidas com relação ao relacionamento entre os seus empregados. Algumas delas permitem sob alguns critérios, outras proíbem totalmente. Conhecer as normas da empresa em que se trabalha é essencial para não causar mal-entendidos e desconfortos quando o relacionamento vier à tona;

2. Escolha o momento oportuno para falar: não tente esconder o relacionamento dos seus gestores, se a relação é pra valer. Fazer isso pode parecer tentador, no sentido de evitar exposição e situações constrangedoras, mas em algum momento o segredo será descoberto. É melhor que a situação seja levada para a gestão pelas próprias pessoas envolvidas do que através de boatos dentro do ambiente de trabalho. Ser transparente é o melhor modo para resolver qualquer tipo de dificuldade;

3. Separe o pessoal do profissional: nunca misture seu relacionamento com as questões da empresa. Tudo o que for de ordem pessoal deve ficar para fora da porta da organização. Isso também vale para conversas e contatos íntimos, que não devem acontecer dentro do ambiente de trabalho. Ser discreto é fundamental para que o relacionamento não vire um problema;

4. E no caso de envolvimento com o chefe, a melhor alternativa para a situação é sugerir uma mudança de área ou, até mesmo, de empresa, para não por em risco a qualidade da gestão.

Em resumo, o mais importante dentro de uma situação como essa é manter o enquadramento o mais profissional possível. O diálogo franco com os gestores também é de grande valia nesse momento e não deve ser deixado de lado.

Aprendendo a lidar com as críticas

Publicado por:
03 out

03.13

Alguns profissionais têm bastante dificuldade em reconhecer suas próprias falhas. Mesmo quando recebem uma crítica, não levam em consideração ou preferem justificar o problema no outro ou em fatores externos. Mas como fazer para compreender melhor uma crítica?

Algumas vezes, a dificuldade em aceitar uma crítica pode estar associada à autoimagem muito idealizada, ou seja, uma visão sobre si mesmo excessivamente positiva. De fato, pessoas com perfil mais narcisista, usando uma linguagem mais psicanalítica, buscam o tempo todo o reforço dos seus aspectos positivos e, portanto, rejeitam qualquer situação em que tenham que se confrontar com suas próprias fragilidades, preferindo deslocar o problema para terceiros.

Além desse grupo com perfil mais narcisista, existem também pessoas que não recebem bem as críticas pelo fato de terem uma visão distorcida sobre elas. Entendem crítica como algo ruim, um ataque ou uma afronta. Nesses casos, o comportamento mais comum é o de tratar como uma ofensa pessoal ou de pensar que o colega está querendo lhe prejudicar de alguma forma.

Mas é importante parar para pensar o que se perde quando desconsideramos a opinião do outro sobre nós, sobre nosso trabalho ou desempenho. No âmbito profissional esse comportamento reativo pode ser fatal para a sua carreira. Para mudar esse quadro, o primeiro passo é saber diferenciar uma crítica construtiva daquela que, de fato, não agrega em nada. Nesse sentido, algumas dicas podem auxiliar nesta avaliação:

1) Analise o histórico do seu relacionamento com o colega que fez a crítica. Caso nunca tenham tido atritos ou situações mal resolvidas, a maior probabilidade é de que a avaliação tenha sido feita no intuito de ajudar;
2) Analise o tom e a linguagem da crítica: de que forma ela foi feita? Ela trouxe contribuições ou veio apenas em tom de denúncia ou ataque?
3) Pondere a forma como a crítica chegou até você: ela foi realizada na frente de todos ou de modo reservado?
4) Reflita se o que está sendo dito pode lhe ajudar de alguma forma, caso você consiga aplicar a mudança que está sendo indicada.

Enfim, é necessário ter em vista que uma crítica construtiva, quando bem compreendida, é capaz de colaborar com o nosso desenvolvimento profissional e evitar acomodação. Além disso, as críticas construtivas podem ajudar a reforçar o relacionamento entre as partes envolvidas, afinal de contas, quando alguém faz este tipo de avaliação é porque acredita que o outro é capaz de melhorar e evoluir.

Como lidar com a angústia diante das dificuldades no trabalho

Publicado por:
28 set

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No dia a dia de trabalho, não é raro o profissional se deparar com dificuldades na realização de suas atividades. Muitas vezes são situações desafiadoras capazes de tirar o profissional da sua zona de conforto. São esses momentos que podem provocar a sensação de angústia e saber lidar com este sentimento pode ser um diferencial.

Desafios e dificuldades são comuns na rotina corporativa. E quando o profissional recebe uma atividade que exige dele mais do que ele está acostumado a realizar ou quando se depara com problemas aparentemente insolúveis, é bastante natural que no primeiro momento o sentimento predominante seja o medo e a angústia de não conseguir corresponder às expectativas. Porém, nessas horas, é importante manter a calma e confiar na sua própria competência, afinal, se você está envolvido com a situação ou se é algo que se relaciona com suas atividades, é muito provável que seja mesmo você a pessoa com mais propriedade para discutir as alternativas e chegar a alguma solução.

Portanto, tente administrar a angústia, entendendo que ela faz parte do processo, mas não deixe que ela ganhe força ao ponto de tomar conta do pensamento. Deixar-se paralisar diante do medo pode, no mínimo, bloquear a reflexão sobre as possibilidades de solução e atrasar a entrega dos resultados. De toda forma, seguem algumas dicas para ajudar a enfrentar os momentos de maior dificuldade:

1. Não se deve hesitar em contar com a ajuda dos colegas de trabalho e até do próprio gestor. Conversar a respeito do problema pode ajudar a compreender o quadro geral e encontrar soluções;
2. Tente também escrever sobre o problema, sistematizando algumas informações. Ter as idéias organizadas ajuda a conseguir refletir de forma mais ordenada;
3. Busque solução fora do seu ambiente de trabalho. Isso é possível acionando algum colega que atue na mesma área que a sua em outra empresa, buscando grupos de discussão e troca de conhecimento, também com profissionais da área ou qualquer outra opção em que caiba um benchmarking.

O importante é não desanimar. A angústia pode ser uma grande inimiga nos momentos de dificuldade. Deixar de lado a postura queixosa e passar a focar na solução é o melhor caminho. Coloque para fora o problema, escreva, peça ajuda, converse sobre ele, reflita e busque alternativas até que elas apareçam. Não há super-heróis em momentos como esse. Só uma atitude de protagonista fará com que ele se resolva.

Jovens gestores e a impaciência para desenvolver equipes

Publicado por:
26 set

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Um problema recorrente nas organizações é a falta de paciência de alguns jovens gestores para desenvolverem as suas equipes. Ao assumirem a gestão de pessoas, muitos esperam encontrar um grupo pronto, já formado e que necessite de pouco investimento. Porém, ao contrário do que se imagina, para ter uma equipe desenvolvida e afinada são necessárias capacitação e orientação permanentes. Um processo que requer tempo e paciência.

Quando não se está preparado para esta função, a reação mais comum diante de um quadro de profissionais de baixo desempenho costuma ser a demissão; substituir um ou mais profissionais da equipe, ao invés de tentar ajustá-los, mantendo a crença de que é possível encontrar profissionais prontos no mercado e, mais uma vez, pensando em ter menos “trabalho” no que se refere à equipe.

Contudo, pensar que as trocas constantes serão a solução mais fácil para os seus problemas é um equivoco, uma vez que o novo profissional, mesmo que seja competente tecnicamente, também vai demandar tempo para se adequar às demandas, ao ritmo de trabalho e à cultura da companhia, e tudo isso vai exigir muita orientação e acompanhamento gerencial.

Além disso, é necessário compreender que qualquer equipe, mesmo àquelas compostas por “referências” na sua área de atuação, necessita de investimento e atenção constantes e este é um papel indelegável do gestor. Até quando as pessoas já estão integradas, alinhadas com as estratégias e dando bons resultados a equipe pode desandar e sair da rota quando menos se espera. Basta uma mudança mais significativa que tenha um impacto direto no trabalho, ou a chegada de um integrante novo como também a saída de alguém importante e pronto: está formado outro grupo que vai requerer um novo investimento.

Portanto, se você se encaixa neste tipo de gestor que acredita que a gestão de pessoas é simples, basta escolher as pessoas certas e a equipe estará pronta, é bom rever os seus conceitos. Para se ter uma equipe preparada é preciso muita dedicação de tempo gerencial e investimento em capacitação e orientação. Além disso, o acompanhamento deve ser sistemático e permanente, pois nunca chega ao fim.

Como ser um empregado empreendedor

Publicado por:
21 set

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Ter iniciativa, estar sempre por dentro das tendências de mercado, não ter medo de arriscar e estar comprometido com os resultados da empresa são algumas das características de um profissional com perfil empreendedor. Mas, ao contrário do que muitos pensam, você não precisa ser dono de um negócio para colocar em prática esses diferenciais e alavancar a sua carreira.

Hoje em dia, as organizações estão procurando, cada vez mais, profissionais que tenham uma “visão de dono” e que “vistam a camisa” da empresa. Aqueles que têm essa postura empreendedora têm mais chances de se destacar e até mesmo chegar a um cargo de liderança. Mas como é possível empreender quando se é empregado e não dono de uma empresa?

Para ser visto como um empregado empreendedor é preciso ser proativo e não ficar apenas esperando pelas ordens para agir, ter uma postura crítica diante das atividades que desempenha, ser atento às tendências de mercado e também da sua própria área de atuação. Na prática, isso significa conseguir apresentar novos projetos visando manter a competitividade no futuro, buscar soluções inovadoras que ajudem a resolver problemas e melhorar processos atuais.

Entretanto, é preciso, também, ficar atento e ter cuidado com o excesso de iniciativa, pois precipitações podem não ser bem vistas. Por isso, antes de colocar em prática o seu “perfil empreendedor”, procure conhecer a cultura da empresa da qual você faz parte, buscando compreender seu limite de atuação. Evite sair fazendo mudanças sem alinhar antes com o seu gestor.

Do ponto de vista das empresas, para aquelas que desejam, de fato, ter profissionais empreendedores, é importante cada vez mais investir em um ambiente de trabalho propício para que as ideias aconteçam. Criar espaços de discussão, dar abertura para o novo e controlar a cultura de “caça aos culpados” são algumas diretrizes fundamentais. Afinal de contas, se o que prevalecer for a cultura do medo – de errar ou de ser repreendido – o resultado, inevitavelmente, serão profissionais desmotivados e pouco colaborativos.

Empreender exige cuidados redobrados com o corpo e a mente

Publicado por:
19 set

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Empreender tem sido um verbo cada vez mais usado atualmente. Principalmente para tentar driblar a crise, temos visto cada vez mais pessoas buscando esse caminho. Porém, escolher a rota do empreendedorismo significa, na maioria das vezes, optar por assumir uma rotina mais pesada de trabalho, cheia de exigências profissionais e com pouco tempo para desfrutar da vida pessoal. Além disso, muitas vezes, significa também ter que conviver com a angustia de “não dar certo” e o medo de não ter fôlego para suportar um período de escassez financeira, principalmente no inicio do negócio. E quais são os custos disso para a mente e o corpo desse profissional?

Gerir o próprio negócio, principalmente no começo, é extremamente difícil e trabalhoso, exige dedicação implacável, toma horas de sono, de lazer e da família. Quantas vezes ouvimos falar sobre empreendedores que trabalham demais e acabam deixando a vida de lado, não vendo seus filhos crescerem e chegando até a desenvolver quadros de ansiedade, nervosismo, crises de pânico e até doenças como gastrite, por exemplo?

É claro que quem opta por empreender sabe que isso demandará alguns sacrifícios, mas permanecer nesse ritmo de forma indeterminada, virando noites trabalhando, sem se alimentar corretamente e muitas vezes fazendo uso de estimulantes artificiais para dar conta de tudo não é nem um pouco sustentável e em algum momento essa “conta” vai chegar.

Por isso, é importante que os empreendedores atentem para os sinais de que estão próximos ao seu limite, reflitam sobre seus hábitos e busquem construir uma cultura de jornada de trabalho saudável. Nesse caminho, vale estabelecer pausas estratégicas alternando os momentos de cuidar dos negócios com períodos para estar próximo da família, meditar, fazer uma atividade física prazerosa, viajar, entre outras coisas que contribuem para a saúde física e mental de todos nós.

Afinal, de que adianta construir um negócio bem sucedido se não teremos condições de usufruir dos resultados alcançados? Já vimos muitos empreendedores desistirem no auge do sucesso do negócio porque não conseguiram estabelecer uma rotina mais equilibrada. Fique atento para não colocar tudo a perder!

Passar de estagiário para efetivado exige cuidados

Publicado por:
14 set

03.61

P causa do meu bom desempenho, passei de estagiário para efetivado mesmo sem ter me formado ainda. Quais cuidados devo tomar para dar conta dessa nova posição?

Para muitos jovens, conseguir a primeira oportunidade no mercado de trabalho como estagiário já é uma grande conquista, mas, na realidade, todos sonham em serem efetivados. Não é incomum acontecer do profissional que se destaca no estágio ser convidado para uma efetivação antes de ter terminado a faculdade, porém, muitos jovens não se dão conta da importância de discutir as mudanças de responsabilidades, tratando a nova posição como continuidade da função anterior.

Por isso, ao passar de estagiário para efetivado, antes de tudo é preciso pactuar com o gestor quais são as expectativas e resultados que a empresa espera com a sua efetivação. Deixar esses pontos bem alinhados é essencial para que, mais adiante, consiga percebe se está entregando o desempenho desejado.

Outro ponto muito importante é a rotina. Quando somos efetivados, as responsabilidades aumentam junto com a carga de trabalho. Lembre-se que, mesmo não sendo mais estagiário, ainda terá que dar conta dos estudos. Procure fazer as mudanças na sua rotina para que consiga conciliar estudo, trabalho, descanso e lazer.

Afinal, não adianta ser efetivado pelo bom desempenho que tinha enquanto estagiário e se acomodar, achando que sua posição está garantida e deixando a desejar nos resultados. É importante fazer a empresa perceber que fez um bom investimento com a sua efetivação.

Como cuidar da sua rede de relacionamentos

Publicado por:
12 set

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A formação de uma rede de relacionamentos profissionais – mais conhecida como networking – é muito importante em qualquer área de atuação. Não importa se você está empregado, à procura de trabalho ou se já é dono do próprio negócio. Todo profissional deve cuidar e manter ativos os vínculos construídos ao longo de sua trajetória profissional.

De modo geral, o networking compreende cooperação e conjugação de informações e recursos, com o objetivo de obter algo para um ou mais integrantes de uma rede. E é a partir desse círculo de relacionamento que podemos buscar e obter novas oportunidades para nosso crescimento profissional ou do nosso negócio. Na prática, além de ter um currículo interessante e boas habilidades, o profissional também precisa conhecer e se fazer conhecido.

Para construir uma boa rede de relacionamento profissional, seguem duas dicas: (1) no caso de um rompimento de um contratado de trabalho ou mesmo de uma relação de parceira cliente/fornecedor, procure finalizar o relacionamento bem, sem deixar nenhuma pendência ou criar rixas, porque isso contará a seu favor se precisar de algo no futuro; (2) quando estiver participantes de congressos, palestras, cursos ou eventos de outra natureza, procure conhecer e se aproximar de outros profissionais da sua área ou de áreas relacionadas. Para isso, é importante circular e evitar sempre as mesmas rodas de conversa.

O networking faz diferença quando se faz necessária a troca de experiências, o levantamento de referências sobre uma empresa ou profissional e a busca de informações sobre conhecimentos específicos. Por exemplo, ter o contato de alguém que pode dizer quem é referência em determinado assunto pode lhe aproximar da solução de um problema.

E para que essa rede esteja sempre ativa, é importante manter os contatos sempre atualizados, seja o e-mail, telefone ou perfis as redes sociais. Em eventos e momentos de integração, troque cartões de visita e guarde-os sempre. Hoje existem vários aplicativos que ajudam a arquivar cartões profissionais para que se tenha acesso fácil quando precisar. O LinkedIn, rede social de negócios, também é uma forma inteligente de manter seu networking ativo. Procure sempre enviar notícias e artigos, além de compartilhar informações estratégicas com as suas conexões.

Por fim, vale lembrar que o bom senso é sempre bem-vindo. Ou seja, busque utilizar sua rede de relacionamentos de forma coerente, sem incomodar ou parecer inconveniente. Entender a diferença entre auxílio esporádico e insistência desagradável fará com que você tenha sempre uma boa ligação com seus contatos e possa contar com eles quando necessário.