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Custom service that is writing essay database: what’s the huge difference?

Publicado por:
18 abr

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A legitimação da autoridade

Publicado por:
17 abr

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Para que o trabalho e os processos fluam de modo produtivo e eficiente, existe a hierarquia e, junto com ela, a autoridade. Gestores e subordinados precisam encontrar o equilíbrio exato nesta relação, para que a divisão de papeis, responsabilidades e o dar e receber ordens ocorra com confiança e profissionalismo.

Não é incomum encontrarmos nas empresas casos de profissionais que têm dificuldade em lidar com figuras de autoridade. Os jovens profissionais, muitas vezes, reagem inadequadamente ao cumprimento de ordens que são contrárias às suas posições. Já os mais velhos e experientes podem se sentir desconfortáveis quando elas vêm de gestores mais jovens e com menos tempo de mercado.

Para fazer valer a ordem necessária ao processo produtivo, o respeito à hierarquia, regras e acordos é indiscutível. E nessa direção, é comum os gestores buscarem uma aproximação maior da equipe imaginando que sendo “amigos” as coisas ficarão mais fáceis. Muitas vezes, essa proximidade vira uma “intimidade” que ultrapassa os limites do aceitável. É importante, sim, que existam vínculos de qualidade entre equipes e gestores, mas esses não podem se “misturar” a ponto de colocar em risco sua autoridade e não mais conseguir representar os interesses da empresa.

Porém, é preciso lembrar que autoridade é diferente de autoritarismo. Nos dias de hoje, querer que as coisas aconteçam através da imposição ou ameaça não faz mais nenhum sentido. Aumentar o tom de voz, ser grosseiro e ignorar as possibilidades de diálogo para impor as determinações são atitudes que não ajudarão em nada, mas prejudicarão bastante o engajamento e o comprometimento das equipes com o trabalho.

E o que é pior, as determinações não vão atingir seus objetivos, a relação de confiança será prejudicada e o sentimento de insatisfação tomará conta do profissional. Assim, legitima-se o líder autoritário e não o estratégico. E é o líder estratégico que sabe que a construção do futuro promissor é um trabalho de equipe.

Clareza é essencial no retorno das demandas

Publicado por:
12 abr

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Na rotina de trabalho, diante do volume de demandas e correria do dia a dia, não é incomum que algumas pessoas deixem “pontas soltas” em suas atividades ou não repassem as informações de forma amarrada. Porém, é preciso atentar que, quando não são formalizadas, as demandas correm o risco de se perder ou algum detalhe importante pode passar batido por esquecimento ou falta de alinhamento das expectativas, podendo colocar a imagem do profissional em risco.

Por isso, é essencial estabelecer na rotina de trabalho o ato de registrar, formalizar as solicitações, as decisões, os encaminhamentos e, sempre que necessário, dar retorno a quem demandou. Entretanto, muitas vezes, as pessoas acham que enviar um e-mail ou mensagem pelo WhatsApp resolve, mas é preciso ter atenção com esse hábito.

Não podemos negar que a tecnologia veio para facilitar e agilizar a comunicação, mas nem tudo é possível de se tratar através de mensagens e, quando mal utilizada, esse tipo de ferramenta pode até atrapalhar. Isso porque comunicar algo não significa apenas passar uma informação pra frente, mas sim conseguir transmitir a mensagem e ser entendido. E mensagens escritas podem dar margem para interpretações incorretas.

Por isso, se for necessário falar algo importante ou urgente por mensagens, é fundamental se certificar de que o outro recebeu e entendeu a informação de forma correta. Apenas enviar por um meio eletrônico qualquer não é garantia de que o problema seja resolvido. Então a dica é: as questões mais complexas, importantes ou urgentes devem, sempre que possível, ser tratadas diretamente com os envolvidos (pessoalmente ou por telefone), registradas e validadas.

Essa é uma responsabilidade que cabe a cada profissional, mas o gestor também tem um papel essencial nesta questão. É preciso que ele esteja sempre acompanhando as demandas da equipe de perto, comunicando com clareza os resultados esperados e cobrando quando necessário, para que o trabalho não siga desordenado e acabe deixando “pontas soltas”.

Como alinhar objetivos da empresa e da equipe

Publicado por:
10 abr

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Preciso mobilizar os profissionais da minha equipe a realizarem algumas atividades determinadas pela alta direção da empresa, mas sei que eles não aceitarão bem essas exigências. Como fazer para sustentar as decisões da empresa perante a equipe e representar as demandas da equipe frente à direção?

No exercício da dupla representação, o gestor – que representa empresa e equipe ao mesmo tempo – precisa estar sempre atento para agir de forma a preservar as posições institucionais, ou seja, defender as decisões, normas e valores da empresa, e também dar suporte e representar os pleitos e necessidades da equipe perante a alta direção. Porém, nem sempre é fácil realizar esse trabalho de forma equilibrada.

Muitos gestores, para evitar atritos com a equipe, querem manter uma imagem de “bonzinhos” e acabam falhando no exercício da representação, explicitando sua posição individual contrária ou expondo que não há o que fazer, pois a ordem veio “de cima”. Tudo isso num esforço de não ficar mal com os liderados. Mas, parafraseando o comediante e ativista americano Bill Cosby, vale lembrar que “a chave para o fracasso é tentar agradar todo mundo”.

É preciso entender que o trabalho de gerenciar pessoas está associado à habilidade de envolver a equipe na execução das atividades, visando produzir os resultados que a organização, ou sua área, deseja. O papel do gestor é essencial para motivar e persuadir os profissionais, fazer com que eles entendam o posicionamento e “vistam a camisa” da empresa, mesmo quando é diferente ou contrário ao deles.

Afinal, as decisões, regras e diretrizes corporativas, quer se concorde ou não, precisam ser cumpridas para que questões estratégicas não sejam colocadas em risco. No entanto, o desafio do fazer cumprir medidas pouco agradáveis torna-se mais fácil quando a equipe entende suas razões, os impactos positivos e negativos são discutidos e, eventualmente, até negociados e compensados.

Cuidado com as práticas contrárias aos seus valores éticos

Publicado por:
05 abr

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Em algum momento da carreira, o profissional pode se deparar com situações que parecem ser “atrativas” em um primeiro momento, mas que de alguma forma vão de encontro aos seus valores éticos e morais. Porém, é preciso atenção para não colocar em risco sua própria imagem e carreira a troco de um benefício imediato.

Para evitar situações como esta, antes de decidir por aceitar uma oportunidade em uma empresa, o profissional deve conhecer a cultura organizacional, sua reputação, suas práticas no mercado e avaliar se são compatíveis com as suas próprias crenças e valores. Isso porque muita coisa pode ser flexibilizada e ajustada, mas quando se trata de valores profissionais, dificilmente é possível encontrar um meio termo.

No entanto, mesmo fazendo essa análise prévia, no decorrer da carreira dentro de uma organização, podem surgir situações em que o profissional será solicitado a fazer alguma tratativa com a qual não concorde ou que fira seus valores éticos profissionais. Mas o que fazer diante desse caso?

Muitos profissionais que se deparam com uma situação como esta optam por sair da empresa quando não concordam com as práticas utilizadas, principalmente se ele próprio tiver que colaborar com elas. De fato, se você não compactua com o modelo de atuação da empresa ou do seu gestor, são poucas as opções que restam além do pedido de desligamento. Porém, é válido tentar influenciar para que as práticas sejam modificadas, antes de tomar uma decisão definitiva.

O importante é ficar atento e não entrar em situações que podem ferir os seus valores e princípios morais. Um deslize dessa natureza pode importunar sua consciência e até a sua carreira por muito tempo. Por isso, toda atenção é pouca!

Just how to Modify a Report

Publicado por:
05 abr

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Como se proteger do “fogo amigo”

Publicado por:
03 abr

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No meio corporativo, é bastante comum que algumas pessoas da equipe, por razões diversas, se apresentem como aliadas, quando na verdade trabalham para atrapalhar a vida do gerente. Elas se articulam internamente para aumentar e criar dificuldades quando não há razão para isso. Mas como identificar essas pessoas e se proteger delas?

É importante entender porque isso acontece. Podem existir inúmeras razões, mas a mais comum é acreditar que para ter uma projeção profissional ou mostrar seu compromisso com o trabalho é preciso expor ou denunciar as fragilidades do seu gerente e, quando elas não encontram, precisam criar dificuldades para atrapalhar o desempenho gerencial. É uma estratégia muito utilizada por aqueles que falham no quesito competência para a função desejada.

No geral, essas pessoas agem de forma a parecerem “amigos” e parceiros, e estão sempre a postos para repassar alguma informação. Por exemplo, diante de uma dificuldade, chegam junto do gerente e repassam até certo nível da situação, o suficiente apenas para acender uma luz sobre a questão. Porém, poderiam contribuir mais, mas não o fazem. É nesta hora que podem estar trabalhando contra a gestão.

Essa é uma das evidências para conseguir perceber quando alguém está boicotando. Na prática, as informações chegam incompletas, de forma proposital, e quando o gerente menos espera é surpreendido com o seu superior já sabendo do problema, às vezes mais do que ele próprio. Ou seja, o boicotador, quando tem uma oportunidade, leva a situação diretamente para a alta gestão, passando por cima do gerente. E ainda se fazem de vítima quando a “bomba” estoura, com comentários do tipo: “Eu tentei ajudar” ou “Eu te avisei…”.

Ao se deparar com esse tipo de profissional, é importante que o gerente procure se articular com o seu superior para evitar as situações de by pass e que ele colabore no reforço ao papel gerencial, ou seja, quando for procurado, direcione o caso para ser resolvido pelo responsável, desarticulando o movimento de boicote. Alertar o superior e costurar essa aliança ajuda a enfraquecer as atuações contrárias. O gerente também deve ficar atento aos movimentos da equipe e tentar identificar em quem ele pode confiar como aliado de verdade e quais são aqueles que não merecem tanta confiança.

Cuidados com a etiqueta profissional

Publicado por:
29 mar

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Muitas pessoas ainda pensam que só ser competente no que faz é suficiente para garantir uma carreira bem-sucedida. Porém, a experiência mostra que competência técnica não é tudo, e que aqueles que não demonstram uma boa etiqueta profissional, tanto dentro do ambiente de trabalho quanto nos ambientes externos, podem por em risco o crescimento na carreira.

Por isso, é preciso ficar atento a alguns aspectos do nosso comportamento no dia a dia e reduzir as chances de “gafes”. São cuidados com a postura, a forma de se vestir e a comunicação que devem ser tomados por todos dentro ou fora da empresa. Nesse contexto, alguns pontos de atenção são importantes e podem ajudar o profissional a passar uma boa imagem de si mesmo:

• Mantenha uma boa apresentação pessoal. Esteja sempre bem vestido, com roupas discretas e apropriadas para o ambiente, evitando o excesso de maquiagem e acessórios e com cuidado para a higiene pessoal;

• Atente para a postura ao andar e sentar e para o tom de voz e linguajar que utiliza;

• Mantenha um bom relacionamento com colegas de trabalho, clientes, fornecedores, etc. Seja cordial e prestativo desde o primeiro contato e sempre ao entrar em um ambiente, peça licença e cumprimente todas as pessoas presentes;

• Seja organizado e demonstre isso. Mantenha sua mesa em ordem, com papéis e arquivos de computador nos devidos lugares, e contribuía para a organização dos espaços conjuntos;

• Tenha cuidado com as postagens nas redes sociais. Lembre-se que a partir do momento em que algo é publicado na internet, nada impede que a empresa ou outro profissional acesse a esse conteúdo. Para minimizar os transtornos, o ideal é evitar compartilhar opiniões pessoais ou fotos mais descontraídas nas redes sociais;

• A pontualidade deve ser tratada como ponto de honra. Seja pontual em todos os seus compromissos e respeite sempre os horários combinados.

Em resumo, ter equilíbrio e saber agir de forma consciente nas mais variadas situações e com todos os tipos de pessoa é um ponto que pode fazer diferença na carreira de todo profissional. Afinal, somos observados o tempo todo, e qualquer deslize pode acabar deixando uma marca negativa na sua imagem.

Como tornar as viagens de trabalho menos estressantes

Publicado por:
27 mar

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Hoje em dia, a flexibilidade para viagens faz parte das regras do jogo corporativo. Na maioria das empresas, é comum ter um grupo de profissionais que vive de malas prontas. E um dos maiores desafios para quem enfrenta aeroportos e estradas frequentemente é não deixar que essa rotina se torne um aborrecimento.

Para essas pessoas que precisam viajar a trabalho várias vezes ao mês, algumas dicas são importantes para facilitar o dia a dia. Uma delas diz respeito à bagagem. No caso de viagens curtas, o ideal é fazer uma mala compacta para evitar a necessidade de despachá-la e ganhar tempo na chegada. Também é importante não se esquecer de levar alguns itens essenciais na mala de mão, como computador, carregador de celular, etc. Além disso, vale a pena lembrar que os materiais confidenciais da empresa devem ser mantidos em lugar seguro e, sempre que possível, não devem ser despachados.

No quesito roupas, a dica é levar peças neutras que possam ser combinadas entre si, diminuindo o volume e o peso da bagagem. Optar por itens de higiene em formato travel – tamanho menor que o original – também ajuda na redução do peso da mala e evita, no caso de viagens de avião para fora do país, que os produtos líquidos com mais de 100 ml sejam confiscados antes do embarque.

Quem viaja muito pode, ainda, para ganhar tempo, facilitar a própria passagem no detector de metais, retirando antecipadamente objetos e acessórios, como cintos e calçados, que possam ser bloqueados pelo equipamento e gerar um possível contratempo na hora do embarque.

Como aeroportos e rodoviárias são lugares onde sempre há muita movimentação de pessoas, é necessário que o profissional viajante atente para a discrição e o sigilo das informações. O ideal é não abrir arquivos de trabalho ou tratar de assuntos confidenciais, ter cuidado ao mandar e-mails e mensagens, para que outros não vejam o conteúdo que está sendo escrito, e evitar falar alto, principalmente citando nomes e sobrenomes, de pessoas ou empresas.

Seguindo essas dicas, contratempos podem ser evitados deixando a rotina de viagens a trabalho mais seguras, produtiva e menos estressante para o profissional.

Assuma seus erros e aprenda com eles

Publicado por:
22 mar

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Ninguém gosta de cometer erros, principalmente porque, para muitas pessoas, errar pode significar incompetência e fracasso. Porém, é preciso entender que todos nós corremos o risco de falhar ao longo da carreira; o grande diferencial é a postura que adotamos diante do problema.

É como diz o ditado: “Só não erra quem não faz”. Mesmo o profissional mais competente está sujeito a cometer erros em algum momento da sua carreira. O importante, nesses casos, é ter a capacidade e maturidade para reconhecer as próprias falhas e voltar atrás. Entretanto, a reação mais comum das pessoas é se esconder atrás do erro, muitas vezes por medo das consequências, e ficar esperando a “bomba” estourar, o que nem de longe é o melhor caminho.
Neste processo para aprender a lidar com os próprios erros, algumas lições devem ser consideradas:

1. Ao identificar que errou, analise a extensão do problema e não tente buscar justificativas. Entenda o porquê de o erro ter acontecido e se tem como repará-lo;

2. Depois de avaliar o problema, assuma a responsabilidade pelo erro. A maturidade de apontar a própria falha traz um efeito positivo mesmo diante de uma situação difícil;

3. Não se sinta fracassado e considere o erro como experiência. Adote medidas preventivas para reduzir as chances de acontecer novamente. Afinal, é normal errar, mas viver errando pode prejudicar a carreira e a imagem profissional.

O gestor também tem um papel importante e pode ajudar a equipe a lidar melhor com os erros. Para tanto, é preciso desenvolver uma relação aberta e de confiança, de modo a estimular que as pessoas não se sintam temerosas em expor que algo deu errado, por medo de represálias ou de serem julgadas como irresponsáveis.