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O que considerar antes de pedir um aumento

Publicado por:
23 mai

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Em tempos de crise, cortes nas equipes podem ser inevitáveis e profissionais que ocupam posições estratégicas nas empresas passam a assumir novas funções para cobrir as atividades do dia a dia. Entretanto, mesmo acumulando outras responsabilidades, o profissional precisa ponderar se é oportuno ou não negociar um aumento de salário neste momento.

Negociar salário, de forma geral, é uma tarefa difícil em qualquer momento. E, em períodos de crise, quando as empresas precisam reorganizar seus gastos, pedir um aumento pode soar como uma falta de sensibilidade por parte do profissional. Ele correrá o risco, inclusive, de ser visto como alguém que está desconectado da realidade do negócio e até do país, ou pior, como um profissional com quem não se pode contar em momentos difíceis.

Por isso, é preciso ponderar bem antes de tentar negociar um aumento. O primeiro passo antes de bater na porta do gestor é verificar se o salário atual está realmente defasado com relação ao mercado de trabalho já que, em tempos de crise, as remunerações tendem a diminuir de um modo geral. Além disso, o profissional precisa avaliar seus próprios resultados e se eles justificam um aumento.

É importante também considerar os outros investimentos que a empresa está fazendo nas equipes, como cursos e capacitações que ela financia, por exemplo, e se só o fato de ter sido escolhido para permanecer no grupo, diante de um cenário de cortes, já não significa um reconhecimento de suas competências.

O mais importante, no entanto, é deixar que o bom senso prevaleça na hora das ponderações e manter os pés no chão. Caso conclua que realmente o momento não é o ideal para pleitear um aumento, veja a situação como uma oportunidade para arregaçar as mangas e mostrar o que é capaz de fazer pela empresa. Essa postura certamente será notada e poderá contribuir para uma promoção em um novo e melhor cenário.

O desafio das jovens mães no mercado de trabalho

Publicado por:
18 mai

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As oportunidades de trabalho para as mulheres têm crescido muito nos últimos anos. Parte disso deve-se aos avanços nas leis trabalhistas e à luta das mulheres na busca por espaço no mercado. Porém, para as mulheres que têm filhos, ainda há muitos desafios, principalmente para as jovens mães que estão iniciando a vida profissional e precisam, além de trabalhar, se especializar na área em que atuam.

Mesmo havendo estruturas na legislação brasileira que buscam diminuir as dificuldades de conciliar a maternidade com o trabalho – como a licença maternidade e o período de estabilidade depois do parto – há ainda algumas barreiras que podem prejudicar as mães mais jovens, como a falta de apoio da família e a pouca oferta de creches. Não ter com quem deixar a criança, por exemplo, pode dificultar e muito o equilíbrio entre as responsabilidades da carreira e a intensa rotina da maternidade.

A falta de apoio, seja familiar ou de algum profissional especializado, também gera dificuldade quando o assunto é a retomada ou o início de um curso de especialização. A longa rotina de provas combinada às tarefas da maternidade, geralmente sobrecarrega as mães e ameaça a continuidade do curso. Neste aspecto, atenção: se a opção é seguir em frente para alcançar seus objetivos, saiba que é possível contar com a ajuda da instituição de ensino. A mãe pode solicitar horários mais flexíveis de provas ou realizar alguns trabalhos de casa, por exemplo.

No caso do mercado de trabalho, é necessário que seja feita uma avaliação ampla sobre a dedicação de tempo que a vaga exige, confrontando com o tempo necessário para atender as necessidades do seu filho; avaliar também se será financeiramente possível trabalhar e manter babá ou creche integral, por exemplo, especialmente quando não se tem outro tipo de apoio; analisar se o perfil da empresa e do emprego permite tratar de forma mais flexível os horários e os compromissos, com espaço aberto de negociação.

Enfim, a maternidade pode sim ser conciliada com o trabalho e com o desenvolvimento da carreira. Dá trabalho, mas é possível. O que pode fazer a diferença é se a jovem mãe tiver tranquilidade para conseguir organizar seu tempo e suas demandas, de preferência com o suporte da família e financeiro. Com este equilíbrio, seu desempenho, tanto no trabalho como na educação do filho, será muito mais proveitoso.

O gestor “amigo” da equipe e a função Representação

Publicado por:
16 mai

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É comum encontrarmos jovens gestores, ainda pouco experientes, que usam a estratégia de serem “amigos da equipe” para atingir resultados. Entretanto, é preciso lembrar que não se gerencia uma equipe apenas na base da amizade.

Alguns gestores acham que para ganhar a concordância e serem legitimados por suas equipes precisam ser amigos, passar a mão na cabeça e fazer concessões, muitas vezes indevidas. Esse tipo de estratégia é bastante comum porque facilita a o relacionamento num primeiro momento, mas é bom ter em mente que essa atitude não se sustenta por muito tempo e que sua imagem como gestor pode estar em risco.

Os jovens que estão assumindo a função de gestão pela primeira vez precisam entender, o quanto antes, a complexidade da atuação gerencial. Vão precisar sim jogar no time da sua equipe, representá-los em seus pleitos na relação com a diretoria, por exemplo, mas também terão como responsabilidade a representação da empresa diante do grupo; isso significa fazer com que as normas sejam cumpridas e sustentar as determinações institucionais, inclusive aquelas mais incômodas. Este difícil papel gerencial é chamado de “dupla representação”.

Mas afinal, onde a “amizade” pode atrapalhar a função de representação? Bom, veja aqui um exemplo: a equipe pode criar a expectativa de que você, amigo de todos, vai defender suas causas e conseguir sucesso em pleitos (às vezes antigos) negados pela diretoria. Diante de uma tentativa frustrada você terá que levar à equipe um retorno negativo. A atitude mais comum nessas situações é de que você, para se proteger e com medo de arranhar a imagem de “parceria”, explicite que foi a diretoria que não autorizou apesar do seu voto a favor. Pronto, está formado o problema. Você pode não perceber de imediato, mas essa postura fragiliza sua imagem junto à equipe (que pensa que tem um gestor fraco e incapaz de lhe representar) e prejudica a relação institucional.

Portanto, fiquem atentos: o vínculo de amizade é possível, mas o mais importante é conseguir estabelecer desde o começo uma relação de respeito e com clareza do lugar de cada um. Confundir o vínculo pode aumentar e muito o potencial dos conflitos dentro da própria equipe e junto à empresa.

O que é mais importante: cumprir horário ou dar resultado?

Publicado por:
11 mai

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A maior parte dos profissionais brasileiros passa, aproximadamente, oito horas do dia no local de trabalho, sem contar o tempo gasto com deslocamentos no trânsito. E em meio a essa rotina, é preciso ainda cuidar da saúde, da família, da casa, etc. Diante desse cenário movimentado, a prática da flexibilização de horários tem, cada vez mais, chamado a atenção das empresas numa tentativa de garantir a produtividade.

É fato que pontualidade e responsabilidade para com o horário de trabalho são fatores tão importantes quanto a produtividade e a qualidade dos resultados gerados pelos profissionais. Mas para aqueles que têm mais dificuldade com o ponto, é possível tentar negociar e flexibilizar os horários de entrada e saída do expediente, considerando que o trabalho precisa estar em dia.

Essa prática tem sido bastante comum nas empresas, que já atentaram para a necessidade de readaptar as condições de trabalho de suas equipes, diante da rotina apertada e da busca de uma melhor administração das questões pessoais. Infelizmente, essa flexibilização não vale para todas as funções, mas, quando sim, pressupõe um acordo prévio com o gestor para não colocar em risco a rotina de trabalho.

Para finalizar cabe aqui duas reflexões importantes. Em primeiro lugar, é bom reforçar que ter um horário de trabalho flexível não significa chegar e sair na hora que for mais conveniente, e não deve acontecer sem negociação, como abordamos acima. O segundo ponto diz respeito a uma possibilidade de mudança em torno da idéia do que significa ser “um bom empregado”. Afinal, o “bom empregado” deixa de ser aquele que cumpre com rigor sua jornada de trabalho, mas deixa a desejar nas suas entregas; e passa a ser aquele que consegue cumprir com o combinado, considerando prazo e qualidade.

Consolidar-se profissionalmente nas redes sociais exige cuidado

Publicado por:
09 mai

9.11

Falamos recentemente de pessoas que estão atuando profissionalmente nas redes sociais. Esta é realmente uma tendência que está em alta e que pode render bons frutos para quem se arrisca, mas para ter longevidade é preciso tomar alguns cuidados.

Quem tem o objetivo de fazer carreira e emplacar um perfil profissional na internet precisa estar disposto a se expor, estar sempre conectado e interagindo com seu público-alvo. Ao mesmo tempo, essa exposição requer todo o cuidado, pois as redes sociais não perdoam. Um erro, mesmo que pequeno, pode ser fatal. Em questão de minutos, a informação reverbera através dos compartilhamentos e a situação toma uma proporção que talvez a pessoa não consiga se recuperar. E as consequências, na maioria dos casos, serão sentidas inclusive off-line.

Outro cuidado importante diz respeito ao conteúdo produzido e compartilhado nas redes sociais. É preciso que tenha consistência. “Fórmulas prontas”, “mágicas” ou comentários com pouco fundamento podem até ajudar o profissional a aparecer e ganhar audiência rapidamente, mas as chances de cair no descrédito são grandes. Além disso, outro fator, ainda relacionado à qualidade do conteúdo e que pode prejudicar definitivamente a imagem da pessoa, é o plágio. Se apropriar de textos e/ou fotos sem dar os devidos créditos é grave e pode denotar incompetência, inconsistência e até falta de caráter. Por isso, o cuidado com informações não autorais deve ser redobrado.

Em resumo, ao se expor profissionalmente nas redes sociais, é preciso cuidar do que vai ser dito, ter consistência e falar de forma adequada. Do contrário, será um caminho fadado ao fracasso.

Importância do trabalho

Publicado por:
04 mai

03.71

Trabalhar é condição essencial do ser humano e vai muito além do ganha-pão. Tem a ver com realização pessoal, com sentir-se útil e encontrar um objetivo para os nossos dias. E quando perdemos esse sentido produtivo, perdemos, muitas vezes, a essencialidade da vida.

Mesmo sabendo da importância de preservar nossa capacidade produtiva, muita gente tem o sonho de ganhar muito dinheiro e parar de trabalhar. Porém, essas pessoas, às vezes, desconhecem os riscos associados ao fato de não ter uma atividade produtiva. É muito comum, por exemplo, encontrarmos pessoas com problemas graves de saúde, como depressão, ou adoecendo com mais facilidade, seja porque pararam de trabalhar por um longo tempo; ou pela chegada da aposentadoria; nesse último, quando não associada a outra alternativa produtiva.

Isso acontece, porque o trabalho é capaz de gerar nas pessoas o sentimento de utilidade, orgulho do que faz e reconhecimento. Além disso, é um elemento importante que compõe a identidade do sujeito, pois associa a pessoa à atividade que desempenha ou à instituição em que faz parte (fulano que é médico ou beltrano que é de tal empresa). Sem o trabalho, a pessoa perde uma referência estruturadora que a identifica e lhe dá sentido.

É por isso que se faz necessário pensar de forma muito consciente e planejada quando a decisão é interromper a atividade produtiva. Dito em uma linguagem poética, por Gonzaguinha: “(…) um homem se humilha se castram seu sonho; seu sonho é sua vida e vida é trabalho. E sem o seu trabalho, o homem não tem honra; e sem a sua honra, se morre, se mata. Não dá para ser feliz.“

Passar temporada sozinho traz amadurecimento pessoal

Publicado por:
02 mai

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Em uma época cada vez mais globalizada, as organizações têm valorizado os profissionais que, além de terem ampla bagagem técnica, saibam transitar em diversos ambientes, muitas vezes marcados por diferenças culturais. Neste sentido, as viagens e experiências fora da cidade ou país natal podem fazer a diferença no desenvolvimento dessas habilidades.

A pessoa, quando em um ambiente estranho, sai da sua zona de conforto e acaba sendo obrigada a se adaptar, a conviver com o novo e diferente do que está acostumado. Pode ser através de uma vivência no exterior mais longa, uma simples viagem de férias sozinha ou um trabalho longe da sua base.

Assim, é possível vivenciar experiências que exigem uma capacidade de se virar sem auxílio de familiares ou amigos, facilitando a tomada de decisões e ampliando os horizontes. Isso tudo acaba ajudando no amadurecimento pessoal.

O fato é que, estando sozinho, você terá que aprender a se relacionar com pessoas que não conhece e até mesmo se expor ou provocar uma conversa para conseguir fazer uma amizade ou resolver um problema. Isso ajuda a regular a timidez, deixando a pessoa mais segura e desenvolta.

Em resumo, quem já teve alguma vivência de trabalho, lazer ou estudo no exterior ou até mesmo em outra cidade, teve antes de tudo uma experiência pessoal engrandecedora que normalmente só aqueles que a vivenciaram compreende.

Tatuagens e piercings no ambiente de trabalho

Publicado por:
27 abr

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Alguns preconceitos históricos no meio corporativo estão deixando de ser tabus. Por exemplo, itens como tatuagens e piercings já são mais bem aceitos e deixaram de ser impedimentos na hora de procurar um emprego. Porém, ainda é preciso ter alguns cuidados.

Muitas empresas, antigamente, tinham preconceito com pessoas que usavam adereços como piercings ou tinham o corpo tatuado, pois era visto como “coisa de malandro”. Mas, hoje em dia, isso tem se tornado tendência e natural entre os jovens e, às vezes, é difícil encontrar algum que não tenha.

Em algumas áreas, como Comunicação, Design e Tecnologia, o uso de piercings e tatuagem nunca foi critério de seleção ou desclassificação de um candidato numa entrevista de emprego. Mas em outras, como Medicina, Direito e Economia, a história vem mudando e o uso dos adereços tornando-se mais frequente. Isso não significa dizer que os exageros na exposição não devem ser evitados.

Fazer uso dessa moda sem exibicionismo não vai causar prejuízos. Porém, atentar para a escolha do local para aplicação do seu piercing ou tatuagem é fundamental para aqueles momentos em que seja necessário escondê-los. Tatuar em locais que podem ser cobertos por determinados tipos de roupas, por exemplo, é uma boa saída para adequar-se aos ambientes profissionais mais formais.

Portanto, antes de decidir fazer, considere os riscos de ainda encontrar resistência em alguns lugares ou com algumas pessoas. E lembre-se: colocar um adereço definitivo exige saber conviver com essa escolha pelo resto da vida.

Como usar as redes sociais a seu favor?

Publicado por:
25 abr

03.4

Já falamos bastante sobre os cuidados que se deve ter nas redes sociais, principalmente a cautela na exibição da própria imagem, nas postagens e comentários. Ao mesmo tempo, aparecer um pouco pode ser bom em alguma medida, já que a internet é, sem dúvida alguma, uma das ferramentas mais eficientes para divulgação e promoção profissional. Mas como utilizá-la a seu favor?

Produção ou mesmo divulgação de conteúdo consistente e de qualidade e na quantidade e frequência corretas são diretrizes importantes para alcançar uma posição de relevância nas redes sociais e construir uma reputação positiva. Claro, muitos se lançam no mundo virtual sem cuidado algum, mas quando o objetivo é elevar a competitividade profissional, agir sem critério pode ser um risco muito alto à imagem.

Portanto, se a ideia é ampliar a rede de relacionamento e se promover profissionalmente, um primeiro passo essencial é ter em mente o que você pode oferecer ao público, ou seja, escolher determinados assuntos que você domina e que sejam de interesse de algum público específico e falar sobre ele. Por “falar” entende-se escrever artigos ou compartilhar e comentar matérias relevantes sobre esses temas; recomendar leituras ou outras fontes de informação também pode ser interessante. Aqueles com um pouco mais de habilidade podem partir para a comunicação por vídeos ou transmissões ao vivo, muito comum hoje em dia. Este é o primeiro passo no caminho de tornar-se autoridade no tema em questão.

Algumas categorias de profissionais já ganharam um espaço relevante nas redes sociais. Em geral, são prestadores de serviço que visam ganhar visibilidade e aumentar a clientela, a exemplo de nutricionistas, médicos, educadores físicos, entre outros. Mas ser lembrado e ter a sua imagem associada a conteúdos de qualidade e consistência não é bom somente para quem está atrás de cliente. Na verdade, essa visibilidade é boa para qualquer profissional que poderá um dia recorrer a sua rede de relacionamentos ou se beneficiar por ter seu nome associado a determinados assuntos.

Além disso, tornar pública uma habilidade ou um conhecimento específico, para alguns, tem sido inclusive uma alternativa de trabalho. É possível ver isto acontecendo em blogs de viagem, de gestão financeira, maquiagem, moda, etc. Isso nada mais é do que colocar a serviço de qualquer pessoa um conhecimento específico, compartilhando informações técnicas e experiências que podem ajudar o outro, atendendo algum tipo de necessidade.

Claro que não é um caminho fácil, mas muitos que arriscaram hoje estão se beneficiando desta exposição. De toda forma, todos os cuidados e recomendações para o uso das redes sociais permanece. Uma informação errada ou um comportamento inadequado pode não ter perdão.

Como lidar com gestores desrespeitosos

Publicado por:
20 abr

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O meu gestor está agindo de forma desrespeitosa comigo, falando de forma grosseira, sem modos na hora de pedir, cobrando de forma rude e fazendo críticas na frente dos outros colegas. Estou me sentindo incomodado, mas não sei como agir para reverter essa situação. O que fazer?

Como já abordamos anteriormente, a melhor maneira de entender e resolver a situação é falando abertamente com seu gestor. Porém, também é válido que o profissional faça uma autorreflexão, pois pode estar tendo uma impressão errada.

É preciso avaliar também se parte da impaciência do gestor tem fundamento e se o profissional está realmente cometendo falhas, esquecimentos, quebrando acordos ou perdendo prazos, por exemplo.

Enfim, a reação extrema do gestor pode ter justificativa e, às vezes, prestar mais atenção ao seu comportamento já pode ajudar a reconhecer as próprias falhas e ajustá-las, melhorando, consequentemente, a relação com o superior.

Mas, além dessa autorreflexão, a conversa ainda precisa acontecer. Às vezes nós não buscamos abrir um canal de comunicação com o gestor por receio de retaliação ou de que o conflito aumente, mas isso é mito. A melhor maneira de resolver um problema é tratando e não deixando de lado na esperança que ele desapareça sozinho.