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Competição saudável estimula a produtividade

Publicado por:
30 jul

9.0 geracaoY

Apesar de ser uma característica inerente do ser humano, a competição, de modo geral, ainda é tratada como tabu ou algo pejorativo. Porém, não podemos desconsiderar que ela faz parte da realidade de qualquer empresa e pode motivar e gerar bons resultados tanto para o profissional, quanto para a empresa. No entanto, é preciso fazer uso de práticas que mobilizem a competição entre as pessoas, mas que não desestimulem a necessidade de cooperação entre elas.

É muito importante enxergar a linha tênue que divide a competição saudável da competição desleal. A primeira incentiva o empregado a buscar sempre bons resultados, tornando-o mais dedicado, atento, afiado e focado nas boas oportunidades. Mas quando há competição de modo excessivo, instala-se um ambiente de pressão que prejudica o clima organizacional, comprometendo significativamente a produtividade dos profissionais.

Isso porque corre-se o risco de desestimular o trabalho em grupo e tornar os profissionais mais individualistas, a partir do momento em que passam a enxergar uns aos outros como “inimigos ou adversários”. Por isso, é preciso equilíbrio nas práticas de gestão para incentivar colaboração, o sentimento de corresponsabilidade e a integração entre as áreas.

Neste caminho, cabe aos gestores investir em práticas que incentivem um clima de competição saudável nas equipes como, por exemplo, estabelecendo metas desafiadoras, porém possíveis de serem alcançadas, reconhecendo os bons resultados, dando feedbacks adequados de acordo com a situação, entre outras estratégias. Deve-se ter uma preocupação permanente em estabelecer uma competição sadia e estimulante para todos, sem prejuízo dos vínculos.

A formação de herdeiros e a longevidade das empresas familiares

Publicado por:
23 jul

10.21

Atravessar gerações ainda é prerrogativa de um número muito pequeno de empresas familiares, já que poucas conseguem superar o desafio da formação dos sucessores. E uma das causas para esse insucesso é o receio dos fundadores ou líderes em confiar aos herdeiros o comando do negócio.

Não é incomum escutarmos, no meio empresarial, histórias de fracasso ou sobre determinada organização que perdeu sua essência após a mudança de comando. São casos que existem sim, mas deixar de estimular que as gerações mais novas entrem nos negócios da família por medo dos conflitos ou das mudanças que eles poderão trazer não é a solução. Pelo contrário, pode até provocar o desaparecimento da empresa familiar.

A experiência mostra que, na maioria das vezes, a entrada da nova geração nos negócios da família torna-se mais difícil pelo insuficiente cuidado com o processo de formação dos herdeiros. Isso porque é fator condicionante para a longevidade das empresas familiares que os mais jovens sejam preparados desde cedo para o papel que desempenharão no futuro, seja como membros do conselho de família, do conselho de sócios ou acionistas ou, até mesmo, como executivos.

Para proteger o legado da família empresária, é preciso, principalmente, que as gerações dialoguem. O futuro herdeiro deve saber como é trabalhar na empresa, conhecer a sua história e cultura, além de entender de que forma suas competências e habilidades o credenciam a atuar na organização.

Quando essa preparação acontece e é bem feita, os herdeiros tendem a enfrentar com mais naturalidade e capacidade os desafios da gestão e, principalmente, trazer o olhar inovador que as empresas familiares precisam ter para se manterem competitivas ao mesmo tempo em que ultrapassam gerações.

O papel das empresas na formação dos estagiários

Publicado por:
18 jul

03.31

Com a crise, muitas empresas deixaram de investir nos programas de estágio e não é incomum encontrarmos organizações que contratam estagiários considerando o custo mais baixo para cumprir tarefas operacionais. Porém, para empresas que querem se manter competitivas no futuro, pensar na formação desses jovens talentos é essencial.

Mais do que uma porta de entrada para o mundo corporativo, para muitos estudantes o estágio é o primeiro contato com a realidade e a prática da profissão escolhida. E, quando bem orientados e capacitados, os estagiários podem trazer ideias, novas formas de fazer e, inclusive, estimular a discussão sobre ajustes nos processos.

No caminho para a estruturação de um programa de estágio efetivo, a primeira tarefa é definir as etapas, que vão desde o processo seletivo e a integração dos estagiários até a formatação de uma capacitação, que deve considerar questões técnicas e, principalmente, o desenvolvimento de habilidades que sejam essenciais para a empresa.

A definição do perfil dos estagiários, com clareza das competências necessárias, vai ser um importante balizador para o sucesso do programa. Além disso, durante o processo de seleção, é importante buscar candidatos com projetos de futuro alinhados ao projeto da organização.

Planejar todas etapas é fundamental, mas não se deve esquecer do monitoramento constante dos resultados ao longo do contrato de estágio, para orientar e corrigir falhas. Além disso, deve-se prever no programa a inclusão dos estagiários nas áreas mais estratégicas para a empresa. Afinal, eles podem ajudar e muito em questões como modernização e comunicação quando são estimulados a olhar para o negócio.

Os limites da informalidade

Publicado por:
25 jun

03.61

Em algumas empresas, no geral aquelas que exigem um trabalho mais criativo, as “normas” são menos rígidas, os profissionais têm uma maior liberdade de atuação, seja para se expressar, se vestir ou até mesmo com seus horários e a rotina de entrega de tarefas. No entanto, mesmo nesses ambientes mais flexíveis, alguns limites e regras de etiqueta precisam ser respeitados.

É fato que o mercado de trabalho mudou nos últimos anos, principalmente quando falamos de empresas mais “jovens”, como startups ou agências de publicidade e comunicação, por exemplo, onde comportamentos mais informais são bem aceitos e comuns no dia a dia. Por outro lado, o que temos visto é que muitos profissionais, usando o “manto” da informalidade, estão esquecendo de atitudes que passam, em primeiro lugar, pelas boas maneiras.

Quando o perfil do ambiente de trabalho permite, o profissional pode sim ter um comportamento mais informal dentro da empresa. Porém, quando envolve relacionamento com clientes, networking e outras situações que podem refletir em como a organização e ele próprio são vistos pelo mercado, é preciso ter tato. Afinal, em sociedade e no mundo corporativo, a falta de traquejo pode levar a situações embaraçosas, impacto negativo na imagem profissional e até mesmo a perdas significativas, inclusive de um bom negócio.

Saber se apresentar e se portar numa reunião ou evento de trabalho; atentar para a linguagem que utiliza – evitando palavrões e gírias; se estiver em um almoço ou jantar de negócios, por exemplo, saber se comportar à mesa, são apenas alguns exemplos de situações e comportamentos que exigem certa formalidade e uso das regras de etiqueta. Na dúvida, observar o estilo dos ambientes que frequenta, seja empresa ou cliente, e optar pela sobriedade ou básico são sempre os melhores caminhos para não se cometer gafes.

Repassar a responsabilidade não é a solução

Publicado por:
20 jun

01.111 (2)

No dia a dia profissional, é frequente recebermos atribuições ou tarefas que dependem do contato ou retorno de terceiros. Porém, mais comum ainda, são aquelas pessoas que acham que, para tirar a demanda da sua lista de pendências, basta encaminhar a tarefa, o que é um erro.

Sabemos que o cotidiano empresarial é corrido, muitas vezes ficamos sobrecarregados e que, para muita gente, a lista de tarefas a cumprir só faz crescer. Porém, é essencial entender que, uma vez que a responsabilidade por uma demanda é designada a você, é preciso acompanhá-la até a sua resolução.

Não basta mandar um e-mail ou mensagem no WhatsApp, ou até mesmo um aviso de que precisa falar com a pessoa ou acessar alguma informação, e achar que fez a sua parte já que a “bola” está com outro. Afinal, responsabilidade não é algo que se transfere, e se determinada tarefa lhe foi atribuída, é porque alguém o julgou capaz de atendê-la e faz parte do seu pacto de trabalho.

Então, vale sempre lembrar que, no âmbito profissional, no final, o que vale é o resultado, e não apenas o esforço ou a tentativa. Se você não conseguiu resolver a pendência por um caminho, tente outras possibilidades. Seja proativo e busque alternativas práticas para resolver suas pendências. Do contrário, a lista de “coisas a fazer” nunca vai diminuir.

Cuidar do futuro sem perder o foco no presente

Publicado por:
18 jun

9.31

O planejamento estratégico é uma ferramenta essencial da gestão que tem como função principal auxiliar as empresas a identificar seus desafios e estabelecer onde pretendem estar a longo prazo. Porém, muito embora trate prioritariamente do futuro da organização, são muitos os planejamentos estratégicos que falham por não considerar questões operacionais que quando não trabalhadas, inviabilizam o estratégico.

Muitos empresários e gestores ainda entendem o planejamento estratégico como algo que só considera aquilo que terá impacto direto no futuro, e acabam esquecendo de considerar problemas do cotidiano que estão impedindo que os avanços aconteçam. Ou seja, por mais que olhar para frente seja essencial para garantir a competitividade das empresas, quando não existe equilíbrio entre o que acontece no presente e o que se espera para os próximos anos, dificilmente o que foi planejado sairá do papel. Afinal, para chegar no futuro é preciso cuidar do presente.

Por isso, ao identificar que o planejamento não está acontecendo como o previsto, é hora de verificar se não existe uma barreira no operacional que está travando os avanços. Muitas vezes são problemas pequenos ou pontuais, mas que não podem ser desconsiderados ou minimizados. Neste caminho, vale estabelecer reuniões para compartilhar e discutir dificuldades do dia a dia que estão dificultando o andamento da estratégia. Desta forma, se estabelece o hábito de pensar no hoje sem descuidar do futuro.

O segredo de uma seleção de sucesso

Publicado por:
13 jun

03.31

Recrutamento e seleção são processos de gestão de pessoas presentes em todas as empresas, algumas com as políticas mais claras e definidas e outras ainda fazendo de forma empírica e intuitiva. Essas atividades não se resumem a anunciar as vagas e fazer entrevistas, existem técnicas que, quando subestimadas, têm consequências diretas na qualidade das equipes de trabalho.

Apesar da importância do recrutamento e da seleção estar presente no discurso das lideranças, muitas organizações acabam optando por caminhos aparentemente mais fáceis no momento em que precisam contratar alguém – como, por exemplo, aceitando indicação de amigos e colegas de trabalho sem prévia avaliação do profissional, e tendo que encarar uma contratação equivocada. Para evitar cair em algumas armadilhas típicas de processos de recrutamento e seleção, vamos trabalhar algumas orientações:

A primeira ação deve ser definir o perfil do profissional mais adequado para a vaga a ser ocupada, considerando habilidades técnicas e comportamentais. Depois, é o momento de preparar o anúncio da seleção, definir os locais de publicação e o prazo limite para recebimento de currículos. A partir daí se inicia o processo de análise do material recebido. É importante ter bastante atenção para identificar quais candidatos realmente se encaixam no perfil estabelecido anteriormente.

As entrevistas são indispensáveis para acertar na escolha, por isso, o ideal é não se limitar apenas a um encontro. Conversas individuais e dinâmicas em grupo podem ajudar e muito na avaliação, e nesta etapa é fundamental o envolvimento dos futuros gestores do profissional para que possam ter uma participação ativa na decisão de contratação. Por mais que haja empatia logo “de cara” e que o profissional mais cotado atenda a todos os pré-requisitos, é preciso amadurecer a escolha para minimizar a chance de falhas.

Além disso, quanto mais informações forem reunidas sobre os candidatos, maiores serão as chances de sucesso na contratação. É importante estudar a vida pessoal e familiar, pois ajuda a perceber se eles têm valores parecidos com os da empresa, e também buscar referências profissionais anteriores, pois a visão de quem já esteve com eles no dia a dia de trabalho trará melhores indícios sobre caráter, desempenho e comprometimento.

Em resumo, recrutamento e seleção é um processo que demanda cautela e, principalmente, paciência. Contratar um profissional “para ontem” é sempre um risco. Por isso, vale investir um pouco mais de tempo para aumentar as chances de escolher o candidato mais apropriado para a vaga e para a empresa.

Modismos ou tradição na escolha da carreira

Publicado por:
11 jun

02.1

Ter sucesso na sua área de atuação e, claro, ser bem remunerado por isso, é o desejo da grande maioria dos profissionais. Porém, é comum encontrarmos pessoas que colocam como prioridade na carreira apenas ganhar dinheiro e que vão atrás das tendências e modismos do momento, sem considerar seu perfil de competência.

É compreensível que os profissionais, principalmente os mais jovens, sejam atraídos pelas carreiras ou atividades de atuação que estão “na moda”. No entanto, poucos consideram que os modismos e as tendências de mercado, invariavelmente, tendem a mudar, transformando-se numa armadilha e frustração profissional. O risco, no fim das contas, será o profissional se ver, no futuro, trabalhando em uma área que já não tem tanto destaque e que não o realiza financeiramente nem é o que gosta de fazer.

É importante entender que uma profissão por si só não garante o sucesso, mas sim a forma como nos colocamos estrategicamente em nossa carreira. É preciso, sim, estar antenado nas tendências e movimentos do mercado, mas sempre buscando atuar naquilo que se identifica e sabe fazer melhor, tendo o dinheiro como uma consequência.

Neste caminho, são muitas as variáveis a serem consideradas: identificação com a área, situação do mercado, conhecimento e recursos que a atividade exige, entre outras. Mas o que vai fazer realmente a diferença é ser bom no que se propõe a fazer, ocupando lacunas de competências do mercado. E fazer a diferença é quase impossível quando não se tem afinidade com o trabalho que realiza.

Como lidar com os modismos na gestão

Publicado por:
06 jun

9.0 geracaoY

Sabemos que a demanda por soluções fáceis, inovadoras e com resultados imediatos tem pressionado o aperfeiçoamento e a inovação constante das empresas na busca por melhores resultados. Este cenário tem feito, cada vez mais, com que novas ferramentas e alternativas de gestão que prometem ajudar a resolver a carga crescente de problemas “viralizem” e virem moda entre empresários e gestores. Porém, esses modismos podem ser mais uma armadilha.

É compreensível e legítimo que as empresas busquem soluções mais rápidas e que tragam conforto e “segurança” para os seus problemas. Afinal, o que pode dar errado se a mesma prática foi um sucesso em outra organização ou se um colega da área indicou uma nova ferramenta revolucionária? A resposta é que sim, muita coisa pode dar errado. Afinal, cada empresa é um “mundo”, com suas particularidades e diferentes necessidades.

O grande desafio do mercado atual, tão competitivo, tem sido se manter antenado com as inovações, sem embarcar nos modismos, que podem ser passageiros por suas próprias características. Neste caminho, o mais importante é ter cautela. Não se deve comprar uma ideia só porque ela se vende como mágica ou milagrosa. É essencial conhecer a ferramenta ou nova prática, fazendo uma análise crítica e observando experiências de outras empresas com perfis similares.

Em seguida, deve-se buscar conhecer as vantagens e fragilidades do que está sendo proposto. Com isso, é possível avaliar a adequação dessa prática ou ferramenta à realidade empresarial e às condições do momento. No fim das contas, é como lidamos com a moda, por exemplo. A cada estação, são ditadas novas tendências em modelagem, cores, padrões. Cabe ao consumidor entender se essas tendências se encaixam no seu perfil e preferências. Na gestão é igual. É preciso avaliar se a ferramenta que está na moda também “nos cabe”.

Abandonar o controle financeiro não é a solução

Publicado por:
04 jun

01.3 1

Em momentos de crise e recessão como esse que estamos enfrentando, não é difícil encontrar alguém que esteja passando por dificuldades financeiras e que, ao invés de buscar resolver o problema efetivamente, tenha optado simplesmente por ignorá-lo, achando que assim vai diminuir a angústia do endividamento. São pessoas que evitam olhar o extrato bancário ou que até mantém um acompanhamento de gastos, mas que quando veem as contas entrando no vermelho, preferem não ver e “abandonam os instrumentos e mecanismos de controle”. Mas, na prática, quais são os riscos dessa decisão?

No senso comum, ter saúde financeira significa que existe um equilíbrio entre o dinheiro que sai e o que entra. Saber disso e acompanhar sistematicamente se as contas estão fechando no “azul” não exige que a pessoa seja especialista na área de finanças. É algo básico e que simples ferramentas de controle podem resolver.

Entretanto, o que vemos são pessoas se endividando cada vez mais e, pior, muitas sequer têm noção disso ou optam por “fechar os olhos” para o problema para não se frustrarem. Porém, uma coisa é certa: adiar a solução ou abandonar o controle não vai fazer a dívida desaparecer, pelo contrário. Só vai gerar o famoso efeito “bola de neve” e aumentar o problema e suas consequências.

A conta do descontrole virá de toda forma e com ela a sensação de ter que correr para sanar um prejuízo que, na grande maioria das vezes, já tomou uma proporção tão grande que se torna muito mais difícil e angustiante de resolver. É importante estancar o processo antes que suas consequências levem a impactos negativos no desempenho profissional.

Por isso, a dica de ouro é: não desista do controle financeiro, mesmo diante das dificuldades! Ele é extremamente necessário para nos situar na realidade que estamos vivendo e indicar até quanto podemos gastar no dia a dia sem cair na armadilha do endividamento.