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Preservando a capacidade produtiva

Publicado por:
06 dez

02.2 (3)

As empresas, de um modo geral, costumam enaltecer as pessoas que estão sempre ocupadas. É comum até ouvirmos dizer: quer que o trabalho seja entregue no prazo? Encaminhe para alguém muito ocupado que ele vai dar um jeito de fazer em tempo. E o que esses profissionais fazem para conseguir responder no prazo? Tem alguma mágica?

Nessa história, não há truques. Profissionais com boa capacidade de resposta sempre planejam e organizam suas demandas e não desperdiçam tempo com conversas paralelas. Ao contrário do que acontece com quem tem muito tempo disponível e costuma procrastinar trabalhos ou dispersar com facilidade. O segredo, então, é a administração do tempo?

Sim, mas não é só isso. Administração do tempo tem limite. O profissional precisa saber a hora de parar de pegar novas demandas. Precisa reconhecer que não é uma máquina e que o descanso é necessário. Não ter tempo para almoçar ou fazer pequenas pausas, não ter hora para chegar nem para sair da empresa e ainda levar trabalho para casa pode ser o caminho para o fracasso.

Nesse ritmo frenético, em pouco tempo, o empregado estará estressado, muito cansado física e mentalmente e com sua capacidade de atenção comprometida. Não é preciso dizer que essa combinação de coisas coloca em risco a qualidade das entregas, pois falhas no entendimento, inconsistência das informações e atrasos tornam-se frequentes.

Na verdade, o segredo para fazer mais com menos tempo é a preservação da capacidade produtiva, o que se dá com administração do tempo (organização e planejamento das demandas) e cuidado com a saúde (pausas para descanso, atividade física e alimentação regular). Nos dias de hoje, ter apenas 24h (por dia) para responder e-mails e mensagens, participar de eventos sociais e familiares, fazer leituras regulares e ainda fazer o que é preciso para manter a capacidade produtiva é um grande desafio.

Quanto vale um profissional?

Publicado por:
01 dez

03.91 (1)

Quanto vale um profissional é uma pergunta simples e de difícil resposta por depender de diversas variáveis. Mas que por ser estratégica, todo profissional deveria tê-la na ponta da língua e com argumentações convincentes. Saber quanto vale significa saber quanto é a sua remuneração no mercado de trabalho. Mas como calculá-la?

À medida que o profissional avança na sua carreira em função de experiências que adquiriu ou conhecimentos que aprimorou, o normal é que vá avançando gradativamente no incremento da sua remuneração. É possível, inclusive, fazer uma linha histórica relacionando as função que já ocupou e as remunerações que teve em cada uma delas e constatar que cada degrau que se sobe na carreira corresponde a um aumento salarial (estagiários, trainee, auxiliar, assistente, etc).

Para saber qual seria o valor justo a receber, o profissional precisa ter consciência do estágio que sua carreira atingiu e qual é a remuneração associada a esse patamar, ou seja, quanto o mercado está pagando por um profissional com as suas qualificações – experiência, conhecimento etc. Isso faz a diferença, principalmente, em momentos de crise, em que a pressão para pagar menos e levar mais aumenta. Mas fica o alerta: sair demais do seu padrão ou do correspondente ao seu lugar pode gerar uma insatisfação grande mais à frente.

É claro que isso não significa que não podemos negociar. Na verdade, o que não é estratégico é dizer sim a uma remuneração e, logo em seguida, ficar reclamando ou se queixando do salário. Também não é adequado definir a remuneração em função, apenas, das necessidades financeiras, até mesmo porque a questão é quanto vale e não quanto gostaria ou precisaria ganhar. O valor da remuneração de um profissional depende de sua qualificação e de quanto o mercado está disposto a pagar por ela.

Planejar a carreira é fundamental

Publicado por:
29 nov

01.4 1

Tenho várias competências que me credenciam a realizar diferentes atividades profissionais. Com tantas possibilidades de carreira a seguir, como não se sentir perdido profissionalmente?

Já falamos algumas vezes sobre a importância de ter um planejamento da própria carreira e como fazê-lo, pois é a ferramenta que permite com que as pessoas não fiquem à deriva na profissão. É muito importante, especialmente para os profissionais que têm múltiplas habilidades, que consigam manter o foco e regulem o desejo de mudança diante das oportunidades que aparecem ao longo da sua trajetória. Daí a importância de se ter um projeto profissional claro e consistente e de se planejar para que os sonhos se tornem realidade.

Quem pensa regularmente na própria carreira, traça metas e desafios e não desiste nas primeiras dificuldades tem mais chances de sucesso. Ter em mente o que é preciso fazer e refletir sobre os avanços e as dificuldades aumentam as reincidências de acerto e a produção da energia que combate os movimentos procrastinadores e retardam o andamento das coisas. A equação é a seguinte: quanto mais sucesso, mais empolgação e vontade de chegar ao objetivo traçado.

Com isso, não se quer dizer que todas as oportunidades atrativas sejam desviantes e não valam a pena. Apenas, se quer chamar atenção que antes de dizer um sim a uma proposta “maravilhosa”, “irrecusável” e “tudo a ver”, mas que não estava nos planos, faça uma avalição com frieza e cautela dos impactos no seu projeto profissional.

É época de confraternização. Como se comportar?

Publicado por:
24 nov

11.1

Final de ano é sinônimo de confraternização. No meio corporativo, esses eventos são excelentes oportunidades para interagir com os colegas de trabalho, estruturar o networking e celebrar os resultados do ano que está acabando. No entanto, é preciso tomar alguns cuidados para não prejudicar a própria imagem.

Muito embora seja importante participar da confraternização da empresa em que trabalha ou de clientes e parceiros, lembre-se sempre que, apesar de ser um momento de descontração, você continua sendo observado pelos líderes e colegas de trabalho. Por isso, é indispensável manter a boa postura e evitar excessos.

Para quem tem a função de liderança, seja gestor ou o próprio dono da empresa, é importante dar um bom exemplo na participação. Faltar só em último caso, incentivar a integração, procurando circular por todos os espaços e equipes, demonstrando bom humor e animação. É essencial ver a confraternização como uma boa oportunidade de se mostrar mais acessível e também de conhecer melhor a sua equipe. Evite assuntos de trabalho, críticas ou comentários sobre metas.

É quase impossível enumerar todos os tipos de comportamentos inadequados para esse tipo de evento. Mas duas palavras podem traduzir a melhor atitude: seja discreto. Aproveite o momento, mas não se esqueça dos seus limites.

Cuidado com as apresentações e palestras

Publicado por:
22 nov

7.5trainees

Fui convidado para fazer uma apresentação para um grupo de profissionais com experiências e conhecimentos sobre o tema bem heterogêneos. Como faço para me sair bem?

Existem alguns cuidados que devem ser tomados quando se é convidado para falar em público, especialmente quando se trata de palestras e apresentações. Muitas vezes, apresentações longas e cheias de jargões colocam em risco o aprendizado, tornam-se cansativas e pouco interessantes.

Por nem todo mundo compreender uma linguagem mais rebuscada ou acadêmica, com muitos termos técnicos, acaba-se criando uma distância entre o apresentador e o seu público. Quem passa por situações como essa, fica com a impressão de que o palestrante queria só “esbanjar” teoria e não promover a troca de conhecimentos e experiências.

Antes de montar qualquer apresentação, o palestrante precisa saber não só a razão do trabalho e quanto tempo terá para sua exposição, mas também quem será o seu espectador. Fazer um levantamento do perfil do seu público (gênero predominante, grau de instrução, área de atuação, interesses e dúvidas sobre o tema, etc) e usar essas informações como base para a montagem da sequência lógica do trabalho é fator crítico de sucesso. O desafio do palestrante será deixar de fora da apresentação conteúdos que considera importante mostrar, mas que não são viáveis, seja por conta do perfil do público ou da limitação de tempo.

Outra dica para o apresentador é interagir com os espectadores, perguntar sobre possíveis dúvidas que surgirem ao longo da palestra, estimular questionamentos e reflexões. Para isso, é preciso estar preparado para ouvir opiniões diferentes, não responder provocações nem querer vencer a discussão.

O palestrante precisará respeitar as contribuições e fazer as ponderações que considerar importantes. Não colocar em risco o vínculo com os demais espectadores é o que faz diferença no processo de troca de conhecimentos e experiências.

Acumular atividades pode prejudicar imagem profissional

Publicado por:
17 nov

03.41

Tenho um colega de trabalho que gosta de se destacar pela iniciativa e disponibilidade, porém, não entrega o que promete e acaba ficando com a imagem prejudicada. Eu prefiro ser menos disponível, mas cumprir com o combinado. O que é ideal nessas situações?

No ambiente de trabalho, vamos nos deparar com vários tipos diferentes de perfis profissionais. Um dos mais comuns é aquele que gosta de se oferecer para fazer as atividades, mas que no final das contas tem dificuldade de cumprir com o prometido. Ou seja, fica com uma boa imagem de início, mas perde a credibilidade logo em seguida.

Isso pode acontecer por diferentes motivos. Tem aqueles que não conseguem dizer não quando seu nome é citado e acabam acumulando atividades. Outros gostam de participar e de se envolver com tudo ou, acreditam que precisam “ganhar créditos” com o gerente ou com o colega, até mesmo para pleitear alguma troca no futuro, por exemplo.

Tem também aqueles que acreditam que estar sempre ocupado com muitas demandas é sinal de competência e status. Enfim, o que muitos desses acabam tendo em comum é não conseguir ter tempo e organização suficientes para responder às demandas, e aí o tiro sai pela culatra. O que poderia ser uma forma de se promover pode se tornar uma marca de descrédito e ineficiência.

É importante que o profissional compreenda que ser disponível e ter iniciativa é muito bom quando se consegue responder às demandas contratadas. Não vale a pena arriscar sua imagem de competência assumindo o que não pode cumprir. É preciso ser realista na avaliação da situação e respeitar os próprios limites. Caso contrário, o desgaste por não entregar o combinado pode gerar uma imagem de descrédito que, sem dúvida nenhuma, levará um longo tempo para se desfazer.

A empresa está investindo em mim. Como devo agir?

Publicado por:
15 nov

04.21

A empresa em que trabalho decidiu fazer um investimento no meu desenvolvimento profissional. Qual deve ser a minha atitude diante dessa oportunidade, que pode ser um curso, seminário, congresso ou feira?
Quando a empresa decide capacitar um profissional, pode estar sinalizando duas coisas: (1) que a organização vislumbra para ele posições mais estratégicas; ou (2) que o profissional precisa atualizar seus conhecimentos e aperfeiçoar o seu desempenho.

De uma forma ou de outra, esse investimento significa uma aposta da empresa no profissional e a busca por melhores resultados. Mas, por ser uma aposta, não tem como garantir que os resultados vão de fato melhorar ou mesmo que o empregado não se interesse por outras oportunidades no mercado de trabalho.

Mesmo diante das incertezas, muitas empresas optam por correr o risco e não se arrependem. Em contrapartida, despertam nas pessoas a vontade de retribuir o investimento realizado. E como os profissionais podem aproveitar essa oportunidade da melhor forma?

Primeiro, é importante conhecer a motivação que levou a empresa a investir e saber quais mudanças e melhorias no seu desempenho estão sendo esperadas. Vale também combinar as condições necessárias para que os resultados sejam atingidos. Nessa hora, cabe negociar um apoio por parte da empresa, garantindo que o profissional possa participar das aulas, por exemplo. É também a vez da empresa acertar a sua contrapartida em relação ao empregado, que pode contemplar questões financeiras ou não.

Seja como for a negociação, os resultados esperados precisam ser possíveis e a contrapartida vale a pena. Nesse jogo, empresa e profissional precisam ganhar em competência, desempenho e resultados. Quem investe em conhecimento dificilmente se arrepende.

Minhas férias estão chegando e estou sem dinheiro. O que fazer?

Publicado por:
10 nov

05.2

Meus planos de viajar nas férias foram cancelados por falta de dinheiro. Devo adiar meu período de descanso por causa disso?

Não ter dinheiro para viajar ou fazer alguma programação especial não deve ser motivo para não tirar férias. Tirar alguns dias de descanso é essencial para todas as pessoas por diversos motivos, e o primeiro deles é que o corpo e a mente necessitam de um tempo para aliviarem a tensão e renovarem as ideias.

Nem sempre sair da cidade é a melhor opção para quem está com pouco recurso. É possível encontrar alternativas de lazer considerando um orçamento mínimo. Existem muitos programas que podem ser interessantes e com baixo custo, como ir à praia ou parques, visitar exposições e mostras ou fazer atividades físicas ao ar livre.

Outra opção que vem ganhando popularidade é ser turista na própria cidade, sair para passear nas ruas e visitar pontos turísticos e museus que não se via há tempos, retomando o contato com a arte e cultura locais. É uma excelente oportunidade para unir conhecimento e diversão.

Mas se sair de casa para o lazer não for a sua opção, ainda existe o ganho de, nas férias, poder acordar e dormir até a hora que der vontade ou ainda resolver tarefas atrasadas como arrumar o armário e colocar as consultas médicas em dia, por exemplo.

E lembre-se: mente descansada e corpo saudável permite retomar a atividade produtiva a todo vapor – criar, produzir e até mesmo poupar, conseguindo uma folga no orçamento para as próximas férias.

Frustração com a própria carreira. Como evitar?

Publicado por:
08 nov

7.2 estagio 1

Sou jovem e inteligente, mas me sinto frustrado com minha carreira e acredito que poderia ser mais bem sucedido. Como reverter essa situação?

Antes de tudo, é essencial diminuir o grau de idealização em relação a si mesmo, principalmente ponderando as comparações com outros profissionais. É comum entre os jovens, principalmente desta geração, a busca acelerada por resultados expressivos ainda muito cedo e a pouca paciência com o processo de desenvolvimento da carreira. Fazer um grande sucesso, ter uma ideia brilhante ou ficar rico ainda muito jovem não deve ser considerado a “regra geral” e sim, exceção.

Ao mesmo tempo, se há frustração em relação à trajetória profissional, cabe refletir se o investimento realizado em torno da carreira é realmente suficiente ou se está deixando passar boas oportunidades de incremento profissional.

Parar um pouco para avaliar a própria trajetória no mercado de trabalho possibilita entender o que já foi feito de relevante e identificar os pontos críticos que precisam ser revistos. Para ter certeza se, de fato, está investindo na busca de um diferencial competitivo, tente responder: quantos livros você leu no último ano que estejam relacionados à sua atividade de trabalho, quantos cursos, congressos, palestras ou workshops você participou no intuito de ampliar o conhecimento, em quantos deles você se ofereceu para apresentar um projeto seu, quantas vezes buscou outras empresas para trocar conhecimentos e fazer benchmarking?

É preciso, portanto, não ficar refém da frustração e ter iniciativa para fazer acontecer o que é preciso para marcar a diferença. Entender o que está acontecendo pode ser o primeiro passo para dar uma guinada na carreira.

Tenho medo de falar nas reuniões de trabalho

Publicado por:
03 nov

10.11

Saber expor as ideias nos espaços e momentos adequados também é diferencial de competitividade para os profissionais. Quem sabe se comunicar tem mais chances de se destacar numa entrevista de emprego e nas reuniões de trabalho. O receio de falar na presença de um grupo maior de pessoas pode afastar boas oportunidades.

Muitas vezes, essa insegurança é resquício de experiências vividas na escola ou faculdade, para aqueles que sempre tiveram dificuldades na apresentação dos trabalhos em grupo, por exemplo. Não se pode negar que algumas pessoas são mais desinibidas que outras, mas é importante compreender que, na vida, se posicionar é fundamental.

Quando o profissional é chamado para participar de uma reunião, por exemplo, para discutir determinado assunto, deve entender que esta é uma ótima oportunidade para mostrar que tem conhecimento e que pode contribuir ainda mais. Pode ser a chance que faltava para ser convidado a participar de fóruns mais estratégicos e abrir caminhos para atingir outros estágios na sua carreira.

No mercado de trabalho os desafios já são mais que suficientes, não vale perder boas oportunidades por ter medo de falar. Na dúvida é melhor arriscar e falar, quando sabe que tem algo a contribuir. Só assim é possível ganhar experiência e confiança ao colocar suas ideias. Claro, que também é preciso ter cuidado com as palavras que irá usar, organizar as ideias e ficar atento às reações à sua fala, pois irão sinalizar se está ou não indo no caminho certo.