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Como administrar tantas mudanças e o sentimento de instabilidade?

Publicado por:
30 mar

02.41

Sou gestor de uma empresa que muda com muita facilidade, a depender do humor do dono. Como agir para que essa instabilidade não afete a equipe?

É realmente muito mais difícil trabalhar em uma empresa que muda de prioridades com a mesma frequência com que o dono muda de humor. Uma das cenas mais comuns nesses casos é sair de uma reunião com um direcionamento traçado e, no outro dia, uma nova decisão mudar o rumo do que foi planejado anteriormente.

Nessas situações, não só o gestor é afetado, mas a equipe também acaba prejudicada, já que se dedica a um trabalho que pode perder a essencialidade de repente, deixando nas pessoas o sentimento de que não vale a pena fazer muito investimento, afinal, o trabalho tem grandes chances de não evoluir. Para quem está envolvido no projeto isso é mais que um balde de água fria.

A recomendação para quem está na gestão, vivendo esse excesso de mudanças, é não deixar de se posicionar junto àqueles que tomam as decisões. É preciso alertar para os riscos de se fazer mudanças excessivas, tanto na relação com a equipe como para o mercado. Porém, o que se vê mais comumente é que, mesmo sabendo que a situação está fugindo do controle, os gestores têm dificuldade de argumentar nos momentos oportunos e, como consequência, assumem uma postura passiva e queixosa.

É fato que não é nada fácil confrontar o dono do negócio ou o seu superior imediato. Mas é papel do gestor criar as condições para que a equipe possa atingir os resultados; e assistir os projetos desandarem sem se posicionar pode ser, no futuro, um risco alto para o próprio gestor. O desinvestimento e a descrença das pessoas no trabalho prejudicará e muito a produtividade e os resultados da área.

Grupos de trabalho exigem pactuação de expectativas

Publicado por:
28 mar

7.5trainees

Criar grupos de trabalho tem sido uma boa alternativa quando as empresas querem encontrar soluções para problemas específicos ou desenvolver algo novo, considerando diferentes conhecimentos e pontos de vista. Porém, trabalhar em grupo é sempre exigente e requer alguns cuidados.

Os grupos são cada vez mais comuns na realidade das organizações, pois se configuram como a melhor maneira de reunir conhecimentos considerando as diferentes áreas da empresa. Entretanto, é preciso considerar que uma pessoa não funciona exatamente da mesma forma que outra. Por isso, antes de começar qualquer grupo de trabalho, é necessário fazer um alinhamento de expectativas.

É essencial estabelecer os objetivos do projeto, os resultados que são esperados, a metodologia de trabalho, definir horários de início e fim e o papel de cada integrante no grupo, elegendo alguém para a função de coordenação. É recomendável deixar tudo sistematizado em um documento, evitando dúvidas e mal-entendidos. Além disso, o registro permitirá que o coordenador do grupo revisite periodicamente este conteúdo pactuado inicialmente e faça os ajustes sempre que preciso. Quando se trabalha em conjunto, as expectativas podem mudar e, quando isso acontece, a produtividade geralmente cai.

Portanto, uma dica: se você faz parte de algum grupo de trabalho e vem percebendo que ele não está funcionando como deveria, experimente rediscutir as expectativas. É uma forma eficiente de reestabelecer o propósito da equipe e retomar a produção.

Avalie os riscos antes de mudar de emprego

Publicado por:
23 mar

03.111

Não é incomum uma situação onde o profissional está satisfeito com a empresa em que trabalha e o cargo corresponde às suas expectativas, mas se vê encantado por uma proposta de emprego em outro local com salário atraente e promessa de ascensão. No entanto, é preciso estar atento, pois um emprego é muito mais do que dinheiro no bolso.

Quando o profissional precisa fazer uma escolha entre a empresa onde tem um emprego estável e satisfatório e uma proposta diferente, é preciso que ele faça, antes de tudo, uma avaliação mais aprofundada sobre as oportunidades e as ameaças dessa nova realidade. Não se deve esquecer que uma escolha equivocada pode trazer sérias complicações para a trajetória profissional com impactos na vida pessoal.

É sempre bom considerar que a troca pode não dar certo, seja porque o profissional corre o risco de se deparar com uma cultura organizacional ou modelo de gestão que não seja aquilo que ele preza ou porque em um curto espaço de tempo ele pode não apresentar os resultados que a empresa esperava no momento da contratação. Pode acontecer, ainda, do projeto para o qual foi contratado não avançar e ele acabar tendo que assumir outra função que não era a desejada ou, o que é pior, ser dispensado.

Também é fundamental fazer uma análise dos seus objetivos profissionais. Algumas pessoas querem subir de cargo, outras prezam por um salário maior ou por mais qualidade de vida. Ou seja, também não vale a pena ficar preso na sua zona de conforto ou fazer do risco uma ameaça tão grande que paralise diante de uma boa oportunidade de atingir algo que estava nos seus planos.

Enfim, são estas questões que devem ser analisadas antes de tomar qualquer decisão. É preciso estudar as situações e, avançando na direção de mudar de emprego, é recomendável que sejam feitos fazer alguns pactos com o novo empregador que permitam uma transição minimamente segura e satisfatória para ambas as partes.

É possível diversificar dentro de uma mesma empresa

Publicado por:
21 mar

04.21

Falamos no artigo anterior que a juventude é o melhor momento para arriscar e viver novas experiências. Porém, quando o jovem já tem clareza do seu projeto profissional, qual caminho quer seguir na sua carreira e quando está satisfeito com a empresa e com o trabalho atual, não necessariamente existe uma exigência para mudar a trajetória.

Quando se entra ainda muito jovem em uma empresa, é comum que existam os questionamentos sobre a necessidade de diversificar e ter outras experiências profissionais. Entretanto, quando a organização atual atende às expectativas, tem espaço para crescimento e favorece o desenvolvimento do profissional, é possível continuar investindo na carreira dentro da própria empresa, sem nenhum prejuízo à carreira.

Diversificar não significa necessariamente sair mundo afora em busca de experiências. Ganhar novos conhecimentos é possível sem se desfazer do vínculo atual, através de cursos, palestras, benchmarking e até troca de ideais com outros profissionais, por exemplo. Buscar conhecer o funcionamento ou atuar em setores diversos da própria organização também pode ser uma forma de acumular conhecimentos diferentes sem mudar de emprego.

Outro ganho de se manter por mais tempo em uma mesma empresa é para o currículo. Em geral, profissionais que têm histórico de passagens rápidas por muitas organizações não são bem vistos pelo mercado.

E as razões disso são o alto custo para formação de um profissional, que pode levar anos, e o risco de interrupções de projetos importantes por conta de pedidos de desligamento da equipe. Conclusão: profissionais felizes com aquilo que faz e que veem em suas organizações possibilidades de crescimento, desafios e aprendizado não precisam sair em busca da diversificação em outras empresas.

A juventude e a oportunidade de investir em experiências

Publicado por:
16 mar

06.1 motivação11

Jovens com idades entre 23 e 25 anos, que estão concluindo a faculdade ou concluíram há pouco tempo, costumam pensar que estão “velhos” para o mercado de trabalho. Aqueles que demoraram um pouco mais para passar no vestibular também estão nesse grupo e tendem a achar que já deveriam estar com a carreira definida ou bem encaminhada. Mas por que esse pode ser um grande equívoco?

Esse sentimento é muito comum na vida dos jovens recém-formados, mas o que eles precisam atentar é que o momento de experimentar é justamente nesta idade, para depois fazer as escolhas necessárias. Por isso, é essencial controlar a ansiedade, que é grande neste início, para não acabar tomando decisões precipitadas.

É durante a juventude, quando ainda não se tem uma família para sustentar, que se pode correr o maior número de “riscos” e investir em experiências que poderão trazer grandes benefícios para a carreira no futuro, como viagens e cursos fora. E se tiver que fazer uma escolha entre o trabalho e uma oportunidade fora do país, por exemplo, é melhor arriscar na segunda opção.

Em resumo, esta é a hora de pensar em algo que venha acrescentar, como aprender uma nova língua, ter contato com outras culturas e costumes e desenvolver a capacidade de adaptação em diversos meios e situações. Principalmente nesta fase, quanto maior for a experiência de vida do jovem profissional, mais fácil será fazer escolhas assertivas.

Cuidado com as informações sigilosas da empresa

Publicado por:
14 mar

9.11

Toda empresa possui informações, dados e documentos que não podem vir a conhecimento público, ou seja, são confidenciais. Muitas organizações até adotam normas internas para reforçar essa segurança, como contratos de confidencialidade. Mas nem sempre é possível manter os dados 100% seguros, pois é algo que depende quase que exclusivamente da atuação e cuidado do profissional envolvido diretamente com essas informações.

Muitas vezes, o profissional, mesmo sem intenção, acaba expondo dados estratégicos a partir de comportamentos corriqueiros, como por exemplo, trabalhar em algum espaço público, como dentro de aviões, em cafeterias, salas de espera etc. É essencial lembrar que ao seu lado ou próximo de você pode ter alguém que terá a oportunidade de visualizar o conteúdo do seu trabalho sem dificuldade, esteja ele em papéis ou na tela de um computador. Nessas ocasiões, é importante também atentar para o teor das conversas em público com clientes ou colegas de trabalho, pois ela pode acabar revelando dados sigilosos.

Outra atitude bastante comum que pode acarretar no vazamento de informações é utilizar pendrives ou qualquer dispositivo de armazenamento de arquivos virtuais sem o devido cuidado. Pode acontecer, por exemplo, de o profissional utilizar um pendrive para levar alguma apresentação importante para uma reunião e, depois disso, acabar perdendo ou misturando com outros dispositivos que armazenam documentos pessoais.

O e-mail também pode ser um grande vilão no vazamento de informações estratégicas. É preciso sempre ficar atento ao conteúdo que se está enviando e quem são os destinatários, verificando sempre se os endereços virtuais correspondem aos das pessoas que precisam receber a informação. E nunca é demais proteger esse conteúdo com uma senha.

Ao lidar com informações empresariais, principalmente quando dizem respeito aos clientes da empresa, nunca é demais ter atenção. Não manter esses dados em sigilo pode até representar um delito juridicamente falando. E basta somente um pequeno deslize para que a imagem do profissional seja manchada para sempre.

Como melhorar a produtividade em tempos de equipes mais enxutas?

Publicado por:
09 mar

03.41

Melhorar a produtividade é sempre um objetivo das empresas e, portanto, dos profissionais. E, principalmente diante dos momentos de instabilidade que a economia brasileira vem passando, o grande desafio atual das organizações tem sido reavaliar suas estratégias e manter a produtividade em alta, mesmo contando com equipes mais enxutas.

Com este cenário, é certo que a sobrecarga de tarefas irá acontecer e que as exigências irão aumentar proporcionalmente. Portanto, administrar bem as demandas e o tempo é essencial. É preciso que haja uma melhor distribuição das atividades por parte dos gestores e uma melhor organização do próprio tempo por parte dos profissionais.

Mais do que controlar o horário de expediente da sua equipe, os gestores precisam buscar entender como ela está organizando suas tarefas ao longo da jornada de trabalho. É comum encontrar profissionais que necessitam de orientação para organizar seu tempo e esse deve ser um dos papéis do líder.

Para os profissionais, é preciso, ainda, conseguir manter o foco nas tarefas importantes, estabelecendo prioridades, sem deixar de cumprir com o que precisa ser feito. Para tanto, planejamento e comunicação são itens indispensáveis. Trabalhar com metas coletivas e individuais, de forma a incentivar o engajamento e a participação das equipes, também é um bom caminho. Nesses casos, é fundamental envolver todos os times de trabalho, reconhecer o potencial criativo e gerar um senso de pertencimento.

Em linguagem popular, o foco é fazer do limão uma limonada. Embora o desafio possa parecer grande, a tarefa não é impossível.

A importância de integrar profissionais de diferentes gerações

Publicado por:
07 mar

7.5trainees

O que está por trás dos conflitos geracionais que aparecem nas organizações quando se trata das diferentes percepções entre os jovens profissionais e aqueles mais antigos e experientes?

A resposta para esta questão está bastante relacionada ao domínio da tecnologia e a capacidade de resposta que essas novas ferramentas proporcionam para as diferentes situações. Neste novo mundo de possibilidades tecnológicas, é muito comum encontrar pessoas que acreditam que a tecnologia pode dar conta de tudo e que as velhas práticas não mais atendem à realidade atual. Neste sentido, aqueles que dominam as novas “ferramentas” acabam imbuídos de um certo poder, em detrimento daqueles que apostam mais na experiência para solucionar os problemas do dia a dia.

Essa distorção em relação à tecnologia leva muitos jovens profissionais a desconsiderarem a necessidade de contar com o apoio e a orientação daqueles que já acumularam um conjunto significativo de conhecimentos ao longo da trajetória profissional. A nova geração, às vezes, tem dificuldade de entender que nada substitui anos de vivência e prática, e que a maturidade profissional traz ganhos que só com o avanço da carreira eles poderão compreender. Para chegar num lugar diferenciado será preciso ouvir muito os mais velhos, aceitar críticas e respeitar a experiência.

Por outro lado, é muito importante, também, que as gerações mais antigas estejam abertas para absorver e usufruir do “universo” da tecnologia. Como qualquer relação, esta também deve ser uma via de mão dupla, onde todos saem ganhando. Por isso, é essencial que as empresas invistam em práticas de integração e troca de conhecimentos, fazendo com que cada um possa oferecer o melhor da sua contribuição.

E para que as duas gerações se entendam e se valorizem, é importante que alguns pontos fiquem claros para evitar atritos. Superar as diferenças de pensamento, respeitar as opiniões contrárias e ter disposição para aprender são alguns preceitos que devem orientar essa relação. Compreendendo o ganho que esta interação pode representar para as empresas e para os profissionais, será muito mais fácil fazer desse confronto de ideias uma troca sadia e produtiva.

Desenvolver competências exige prática

Publicado por:
02 mar

10.21

Continuando a abordar as competências escassas nos profissionais brasileiros, vimos na pesquisa utilizada como referência no artigo anterior que além de conhecimento, as empresas estão, cada vez mais, buscando candidatos que apresentem um conjunto de habilidades e atitudes “diferenciadas”. É importante, entretanto, compreender que algumas dessas competências podem ser mais “sofisticadas”, exigentes e, portanto, pressupõem um pouco de prática.

O jovem profissional que está ingressando no mercado de trabalho, ainda com pouca experiência, pode ter mais dificuldade em apresentar para o empregador algumas das competências que a pesquisa apontou como essenciais. Por exemplo, o pensamento crítico ou a capacidade de tomar decisões rápidas. Estas duas, em especial, são competencias que são desenvolvidas ou apuradas de acordo com a maturidade profissional e a vivência, ou seja, requerem um pouco mais de tempo de carreira, coisa que o jovem ainda está construindo.

Ao mesmo tempo, também é comum encontrar jovens que possuem um conjunto de características individuais que permitem que seu desenvolvimento ocorra de forma mais acelerada. Por exemplo, aqueles mais ousados e criativos costumam obter resultados mais expressivos, já que normalmente são pessoas que se expõem às situações e com isso avançam mais rápido no caminho da experiência. Com uma boa orientação conseguem se desenvolver mais rápido e, por isso, são opções mais viáveis de contratação pelo potencial que possuem. Com um bom tutor, esses profissionais podem realmente ir longe.

Mas aqueles que não possuem um perfil mais arrojado não precisam perder as esperanças. Pelo contrário, grande parte das habilidades e atitudes exigidas no mercado de trabalho pode ser desenvolvida com a experiência. Vai exigir muito esforço, dedicação, prática e vivência. Pode ser que leve algum tempo, mas sem dúvida qualquer profissional pode chegar lá!

Competências escassas no Brasil

Publicado por:
28 fev

03.7

Falamos recentemente sobre o interesse das organizações em profissionais com perfil empreendedor. Entretanto, um estudo recente da consultoria de educação corporativa AfferoLab constatou que, entre os fatores que mais travam as contratações no país, está a dificuldade de encontrar candidatos com algumas das competências consideradas essenciais pelas empresas, entre elas o empreendedorismo.

Além da atitude empreendedora, outras duas competências ficaram no topo da lista indicada pela pesquisa: a capacidade de resolver problemas complexos em primeiro lugar e o pensamento crítico em segundo. Tanto uma quanto a outra foram consideradas pelos empregadores como características essenciais que estão escassas no mercado.

Outras habilidades também foram citadas no ranking, como criatividade, raciocínio lógico, boa comunicação oral e escrita, entre outras. Sob o impacto dessa escassez de competências, mais de 40% dos entrevistados, empregadores, afirmaram que deixam de preencher vagas porque não encontram a maioria das competências necessárias nos candidatos disponíveis.

O resultado dessa pesquisa mostra que, de um modo geral, profissionais têm investido na busca de conhecimentos e especializações, porém, têm se preocupado pouco no desenvolvimento de habilidades e atitudes que podem fazer a diferença diante de uma situação de dificuldade ou de maior complexidade.

Fica, então, a lição para os jovens profissionais que estão em busca de oportunidades. As empresas estão cada vez mais exigentes na hora de contratar e exigem habilidades que poucas pessoas têm. Os profissionais precisam ser capazes de tomar decisões rápidas diante de problemas cotidianos e assumir riscos. Além disso, precisam conseguir ter um olhar mais crítico em relação à atual rotina e aos processos padrão, conseguindo assim promover mudanças no caminho da melhoria.

Por isso, mais do que nunca, é hora de investir em qualificação, buscando, além de conhecimentos, desenvolver um conjunto de habilidades e atitudes que farão a diferença no momento da contratação.