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Quando o empreendedor é o gargalo do próprio negócio

Publicado por:
19 jan

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Iniciar e gerir um negócio é sempre um desafio. Em geral, começa-se pequeno, com uma equipe mais reduzida e com o empreendedor assumindo grande parte das atividades, centralizando as decisões e sem muito tempo para pensar a gestão, fazer planejamentos e acompanhar as equipes de trabalho. Logo, as primeiras dificuldades começam a aparecer e o empreendedor já não consegue resolver todas as questões. Problemas com clientes, atrasos nos processos internos e o sentimento de que está perdendo oportunidades se torna mais frequente.

E esse cenário é mais comum do que se imagina. Muitos empreendedores esperaram o problema acontecer para só depois investir na organização e estruturação do negócio. É comum neste início que, no intuito de garantir a qualidade das ações e na ansiedade de atingir os resultados previstos, o “dono” tenha mais dificuldade de descentralizar e, assim, o andamento de questões simples e corriqueiras demoram e emperrando os demais processos de trabalho.

Quando não há delegação, a equipe tem dificuldade de avançar porque qualquer decisão depende da presença ou autorização do dono e o negócio se prejudica já que o empresário não consegue ter tempo hábil para lidar com todas as questões operacionais e estratégicas ao mesmo tempo. De toda forma, não é isso que vai impedir o negócio de crescer, mas seria muito mais fácil se o crescimento se desse de forma estruturada.

Para evitar essa situação, é preciso que, desde o início, o empresário tenha em mente que é necessário formar uma equipe, dividir tarefas e atribuir responsabilidades ao grupo, definindo os limites de autonomia de cada um, deixando claro quais decisões dependem dele e quais podem ser delegadas. Isso é essencial para que as pessoas tenham compromisso com o negócio, como se fossem donos.

Este é o caminho para o crescimento. Ou seja, não é preciso esperar o negócio ficar grande para investir em gestão. Quando começa organizada, com planejamento bem estruturado e equipe treinada e engajada, a empresa tem bem mais chances de alcançar o sucesso.

Empreender não é para qualquer um

Publicado por:
17 jan

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Diante do cenário de crise econômica que o país atravessa, oportunidades escassas e desemprego em alta, muitos estão vendo o empreendedorismo como a alternativa mais viável para sair do vermelho ou até mesmo para ser seu próprio chefe e não correr mais o risco de ser demitido. São muitos os exemplos de pessoas que em momentos de crise empreenderam e tiveram sucesso, por isso explica porque muitos podem achar que abrir um negócio é a solução para a falta de emprego. Mas a realidade não é bem assim!

Empreender está na moda, mas não é um mar de rosas e não é para todo mundo. Começar um empreendimento motivado pelo desejo de não responder mais a um chefe, por exemplo, ou para fazer seu próprio horário de trabalho ou livrar o risco de novas demissões ou ainda pela expectativa de retorno financeiro rápido pode ser um grande equívoco e dar muito errado. Por isso, antes de dar um passo em definitivo, é preciso muita reflexão, pesquisa e preparação.

Empreender está na moda, mas não é um mar de rosas e não é para todo mundo. Começar um empreendimento motivado pelo desejo de não responder mais a um chefe, por exemplo, ou para fazer seu próprio horário de trabalho ou livrar o risco de novas demissões ou ainda pela expectativa de retorno financeiro rápido pode ser um grande equívoco e dar muito errado. Por isso, antes de dar um passo em definitivo, é preciso muita reflexão, pesquisa e preparação.

Além disso, a decisão de empreender deve acontecer após uma análise criteriosa de suas próprias competências. Exige pensar, principalmente, sua capacidade de correr riscos e sua disposição para o trabalho, já que, gerir um negócio costuma demandar muito tempo. Ou seja, aqueles que acreditam que poderão fazer seu próprio horário e, portanto, trabalhar menos, é melhor desistir antes mesmo de começar. A carga horária de um empreendedor é muito superior a de um empregado. Ele vive pelo empreendimento, não tem dia, noite, final de semana ou feriados. Costuma-se dizer que é como se tivessem colocado um chip na sua cabeça, responsável por não permitir que desligue por completo.

Uma outra exigência para os empreendedores é ter paciência com o tempo necessário para começar a ganhar dinheiro efetivamente. Empreendimentos, em geral, só começam a gerar lucros em médio, longo prazos. Os acostumados com um salário fixo certo no final do mês terão que se adaptar a não receber nada ou fazer pequenas retiradas por alguns meses até o negócio conseguir se firmar.

Longe de trazer uma visão pessimista sobre o ato de empreender, esses fatos refletem a realidade sem idealizações do que é começar um negócio do zero, na maioria das vezes. É por isso que é necessário enxergar o empreendedorismo como um projeto profissional, uma paixão, e não como modo de fuga de sua realidade atual. Empreender tem que ser objetivo de vida, não um plano B.

Quando devo iniciar uma aposentadoria complementar?

Publicado por:
12 jan

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A reforma da Previdência Social acendeu nos brasileiros o medo de só se aposentar muito velhos ou até mesmo de nunca poder parar de trabalhar, tornando ainda mais evidente a necessidade de planejar financeiramente o futuro. Nesse cenário, uma questão ganha ênfase: qual o momento ideal para iniciar a aposentadoria complementar?

A resposta é simples: quanto mais cedo, melhor! Mas ainda é muito comum encontrarmos profissionais em início da carreira que, por ainda ganharem “pouco”, adiam a decisão de iniciar este tipo de reserva alegando que não sobra dinheiro no final do mês. É importante não usar esse argumento como desculpa e estabelecer um percentual possível da remuneração mensal que possa ser destinado para esta reserva.

O valor destinado à aposentadoria complementar deve ser compatível e estar alinhado com o crescimento profissional. Uma dica que facilita é já retirar o valor a ser poupado no momento do recebimento, ou seja, antes de iniciar os pagamentos e gastos do mês. Quem tem mais dificuldade de poupar pode escolher alguma opção de investimento que “obrigue” as contribuições mensais. Isso também ajuda a respeitar a rotina de investir.

Existem diferentes maneiras de realizar esse tipo de investimento – previdência privada, títulos públicos, fundo de investimento em ações, entre outros. Cada um deles possui regras específicas assim como condições diferentes de pagamento e resgate. Por isso, um bom caminho é definir o seu perfil investidor e as melhores opções de investimento para você.

Leia artigos e livros sobre o tema, acompanhe blogs, converse com seu gerente do banco ou até com amigos que já investem. E se não tiver tempo ou aptidão para se dedicar a isso, avalie a possibilidade de contratar um consultor financeiro. O importante é começar a poupar o quanto antes e ter disciplina para conquistar uma aposentadoria tranquila.

Desafios da segunda atividade profissional

Publicado por:
10 jan

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Em momentos de crise ou não, ter uma segunda atividade é uma prática frequente entre os profissionais para complemento da renda familiar. É comum vermos pessoas trabalharem nas folgas ou após o expediente sem tempo de descanso. Entretanto, lidar com jornadas múltiplas de trabalho é um desafio para quem não quer colocar em risco a principal fonte de renda.

Muito embora muitos contratos de trabalho não exijam formalmente exclusividade, algumas organizações não veem com bons olhos aqueles que adotam esse tipo de prática. Na visão das empresas, o profissional está correndo um forte risco de perder foco na atividade principal e prejudicar a qualidade da entrega dos resultados.

E isso realmente pode acontecer. O profissional acaba encontrando dificuldades para administrar o tempo entre as duas atividades, não consegue preservar as horas de descanso e termina prejudicando tanto a empresa como também sua saúde física e mental. Outro argumento utilizado pelas empresas, principalmente, no caso de atividades distintas, porém complementares e no mesmo segmento, é que pode confundir o mercado, já que levamos conosco a marca da empresa como um “sobrenome”.

Para evitar problemas, é bom deixar a situação muito bem alinhada com as organizações envolvidas nessa história, mesmo que o contrato de trabalho não deixe essa questão explícita ou que outras pessoas também façam. O ponto seguinte é o policiamento constante para que uma atividade não invada nem prejudique o espaço da outra e gere o sentimento de indisponibilidade para realização de trabalhos que extrapolem o expediente regular, viagens ou cursos, por exemplo. E, por fim, preservar o espaço para o descanso, lazer e família.

Como sempre, o desafio será manter o equilíbrio para a receita extra valer a pena. Só não vale se matar de trabalhar e não ter tempo para usufruir a vida!

A importância da sistematização do conhecimento

Publicado por:
05 jan

9.1

Quando se fala em capacitação de jovens profissionais, a primeira coisa que se pensa é em cursos de formação. No entanto, outra modalidade é o aprendizado sistemático dentro da própria organização pelos mecanismos de gestão do conhecimento adotados.

Dentre esses mecanismos, um de grande importância é a aprendizagem que resulta da transmissão de conhecimento a partir da experiência de profissionais mais seniores. Além disso, é uma forma das empresas reterem o conhecimento e colocá-lo à serviço do desenvolvimento dos profissionais mais inexperientes.

Um exemplo bastante conhecido de prática da gestão do conhecimento é o que comumente se chama de Lições Aprendidas. Os profissionais fazem a narrativa de casos vivenciados, registrando as soluções encontradas e os resultados produzidos. A expectativa é de que este registro possa ser consultado por outros profissionais da empresa em situações semelhantes e que aquele conhecimento adquirido não se perca com o tempo.

Especialmente para os jovens profissionais, o estudo das experiências de colegas que vivenciaram a mesma realidade que a sua permite que eles acessem um conjunto de argumentos e evidências práticas que irão auxiliar a tomada de decisão diante de situações de maior complexidade. Significa poder contar com um acervo de experiências acumuladas mesmo no início da carreira, quando a sua própria vivência, em geral, ainda é muito pouca.

Mas apesar de ser uma alternativa de desenvolvimento eficiente e de baixo custo, o que se constata na prática é a pouca importância dada pelos próprios profissionais à Gestão do Conhecimento. Percebe-se pouca disponibilidade das pessoas para registrarem o conhecimento produzido e, por outro lado, pouco uso do histórico de lições aprendidas quando as dificuldades aparecem.

É importante ter atenção para que não cessem os investimentos na Gestão do Conhecimento e que esta prática possa continuar auxiliando o desenvolvimento profissional. Muitas vezes, a análise de experiências vividas consegue trazer mais conhecimentos do que as alternativas tradicionais de formação. E em um mercado cada vez mais competitivo, ignorar as experiências adquiridas não é nada estratégico.

Mudança de segmento é um recomeço profissional

Publicado por:
03 jan

04.3

Já falamos algumas vezes sobre como é difícil realizar mudanças na carreira profissional. Mas quando o processo envolve mudar de segmento ou área de atuação, a decisão torna-se ainda mais exigente e desafiadora e pode significar ter que recomeçar “do zero” em um universo completamente novo e desconhecido.

A opção pela mudança de área ou segmento de atuação pode ser por razões diversas, desde um convite com salário irrecusável ou até mesmo por descobrir que tem algo mais interessante a ser feito do ponto de vista profissional. Independente do motivo, vale algumas recomendações:

1.Aprofundar o conhecimento da nova área (leitura sobre o novo segmento, conversas com profissionais da área) para ter mais clareza se é isso mesmo que deseja.
2.Preparar-se financeiramente para transição. Em alguns casos, no início, pode significar redução de receita por ter que iniciar “do zero”.
3.Definir o passo a passo da mudança e o momento de iniciar/concluir cada etapa. Também é preciso fazer o acompanhamento do andamento do processo, ajustando o que for necessário.
4.Investir no processo de aprendizagem. Dedicar tempo para analisar as situações, fazer pesquisas e leituras para aprofundar conhecimento e conversar com pessoas mais experientes.
5.Ter paciência e calma com o próprio processo de evolução. Lembrar sempre que está iniciando numa área onde não tem conhecimento e não é conhecido. Não pode esperar as mesmas facilidades da situação anterior, na qual já tinha rede de articulação e relações de confiança estabelecidas.
6.Não ter receio em pedir a ajuda. Os novos colegas de trabalho podem ser grandes aliados.

Portanto, não esqueça, é um recomeço. É preciso chegar com simplicidade, valorizando as oportunidades de aprendizado e regulando as expectativas de crescimento. O caminho pode ser longo, mas provavelmente, gratificante.

Ano novo: época de renovar as esperanças sem perder a cautela

Publicado por:
29 dez

11.1

Muito tem se falado sobre um movimento de retomada na economia brasileira e numa tendência de melhora em 2017. São perspectivas que renovam as esperanças no ano novo que está por vir, principalmente após um período muito difícil de recessão. Entretanto, para o mercado de trabalho, o momento ainda será delicado, a retomada do crescimento não vai significar ainda um aumento expressivo do número de empregos.

Apesar da visão otimista de um cenário melhor na economia a partir do próximo ano, essa melhora ainda deve demorar a chegar ao mercado de trabalho. O fato é que, com a crise, algumas empresas “fizeram seu dever de casa” e enxugaram seus custos, principalmente reduzindo o quadro de pessoal. Perceberam que são capazes de fazer mais com menos, sem perder em desempenho. Isso significa que, em muitos casos, o que foi reduzido não deve voltar tão cedo. É por isso que a recomendação permanece a mesma, seja no âmbito pessoal como no profissional: cautela.

Na parte pessoal, é essencial continuar investindo na reserva financeira para ter um fundo de emergência caso aconteça algum imprevisto. Vale também conversar com a família e procurar manter a austeridade com os gastos e evitar assumir despesas fixas muito altas. Na ordem profissional, deve-se pensar que 2017 ainda não é um bom ano para apostar em mudanças radicais. Os cuidados para manter o seu emprego atual devem ser mantidos e muito cuidado se decidir “trocar o certo pelo duvidoso”.

O ano de 2017 será mesmo mais promissor. Finalmente, as coisas estão caminhando para melhor. Porém, como os danos foram profundos, o país vai se reerguer lentamente. Então, precisamos ter paciência e cautela e manter a austeridade para irmos na direção de um Feliz Ano Novo.

Fui promovido e serei gestor da minha própria equipe

Publicado por:
27 dez

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Assumir um cargo de gestão é algo gratificante, mas também muito desafiador. A primeira experiência gerencial não costuma ser nada fácil e quando acontece do profissional ser promovido dentro da própria equipe, torna-se ainda mais exigente.

Quando se assume a gerência de uma equipe da qual se fez parte, um dos primeiros desafios geralmente é o de administrar a resistência dos demais integrantes em relação à mudança de comportamento do novo gestor. Na maioria das vezes, as pessoas não entendem que a postura diferente é necessária para atender as responsabilidades do cargo e manter o enquadramento profissional com toda a equipe de trabalho.

Será exigido nesta nova etapa que o gestor, por exemplo, saiba estabelecer certo distanciamento do grupo. Espera-se que ele consiga se manter próximo para ter condições de orientar a tarefa e dar suporte nas dificuldades, mas que também consiga manter uma distância que evite situações de intimidade ou confusão entre os vínculos profissional e de amizade. Toda essa nova situação naturalmente será motivo de estranheza para a equipe e poderá causar mais resistência ao novo comando, inclusive por parte dos mais amigos.

Mas como tratar os casos de amizade? Na maioria das vezes, não é preciso romper com os laços já existentes, mas é importante compreender que é mais exigente gerenciar um amigo. A atenção deve ser redobrada para não assumir uma postura que possa parecer privilégio, não deixar de fazer uma crítica quando for necessário e não confundir o ambiente de trabalho com o particular, se excedendo em conversas ou almoços somente com seu amigo, por exemplo.

Estes costumam ser os primeiros desafios do novo gestor e para aumentar as chances de sucesso, uma das primeiras ações ao assumir o cargo deve ser reunir a equipe e conversar sobre o novo momento. Deixar claro os seus desafios e pedir a compreensão e colaboração do grupo. Ouvir sugestões e evitar, de imediato, realizar mudanças bruscas. Em geral, fazer uma gestão mais participativa indica uma postura de parceria e nestes casos as pessoas tendem a ser mais solidárias e menos reativas.

A importância do retorno

Publicado por:
22 dez

03.13

Muitos se queixam da falta de retorno de suas demandas, sejam eles clientes, fornecedores ou até os colegas de trabalho. Por outro lado, parece ser grande a dificuldade em responder a essas solicitações, mesmo com as diversas ferramentas de comunicação disponíveis hoje em dia. Por que isso acontece?

As solicitações chegam por diversos canais, sejam através de e-mails, redes sociais, telefonemas e, inclusive, pessoalmente e com isso alguns profissionais se sentem incomodados e pressionados por não conseguir dar conta das suas pendências. Em muitas situações, o solicitante tem a expectativa de ter sua resposta na hora, o que quase sempre, não é possível.

É importante compreender que dar retorno não significa necessariamente repassar a resposta com a resolução daquela solicitação. Ficar calado, mesmo que cuidando do que foi questionado, pode gerar desconforto nas relações internas ou com o mercado, além de tender a aumentar as cobranças e queixas pela falta de resposta. Então, o que fazer?

Primeiro, é preciso responder ao solicitante esclarecendo o que será preciso fazer para responder a sua demanda. Vincular o retorno apenas ao momento em que terá a informação ou a tarefa completa é um erro muito comum. Se existir qualquer dificuldade no atendimento da demanda, o recomendado é posicionar o demandante ao longo do tempo, dando ciência da situação. Caso contrário, pode ficar a impressão de a demanda foi esquecida ou que não está sendo acompanhada devidamente.

É preciso ter atenção, também, com expectativa de tempo para o retorno. É muito comum que o demandante espere ter sua necessidade tratada como prioridade na sua lista de atividades, mesmo quando não sinaliza que a situação precisa de uma atenção especial. Cabe então ao profissional que recebe a demanda questionar sobre a grau de urgência e negociar de partida um prazo para a resposta.

Portanto, fique atento pois é a imagem profissional que está em jogo. Acompanhar a solicitação, compartilhar a informação em qualquer estágio e estabelecer prazos permitirão que o outro saiba que seu pedido está sendo cuidado e confie que o retorno acontecerá, talvez não tão rápido, mas assim que possível ou acordado.

Desenvolvimento Profissional vai além da técnica

Publicado por:
20 dez

04.21

Para muitos, investir no desenvolvimento profissional significa fazer cursos de graduação, pós-graduação, especialização ou extensão, por exemplo, e ter vários títulos no currículo. Entretanto, para se destacar profissionalmente, principalmente quando se quer chegar a um cargo mais estratégico, é preciso ter muito mais do que títulos e diplomas que comprovem o conhecimento.

Com o desaquecimento da economia e o aumento do desemprego, as empresas estão muito mais exigentes para contratar. Condições que durante o “boom econômico” nem se ousava pensar pela dificuldade de encontrar mão de obra disponível para trabalhar, agora viram diferenciais, como ter conhecimento geral. Mas por que isso?

Profissionais que investem em cultura geral e sabem o que está acontecendo no Brasil e no mundo, conseguem se relacionar com mais facilidade, simplesmente por terem conteúdo para participar de conversas, aparentemente, despretensiosas que aproximam ou estreitam os vínculos profissionais. Discutir sobre fatos relevantes que aconteceram recentemente ou sobre curiosidades de determinadas regiões são temas interessantes para “quebrar o gelo” e iniciar uma conversa de negócio.

Na mesma linha, a etiqueta profissional e a educação doméstica também têm sido muito valorizados. São frequentes as cenas de pessoas que não sabem se portar em almoços de negócios, mastigam chicletes e falam alto durante as reuniões, usam roupas inadequadas, fazem brincadeiras inconvenientes, entre outros comportamentos que prejudicam a imagem do profissional e da empresa que representa.

Em síntese, investir no desenvolvimento profissional significa fazer cursos, mas também, fazer leituras diversificadas, assistir documentários, visitar museus, estudar sobre etiqueta profissional. Quem tem educação tem mais facilidade para entrar e sair dos lugares. Quem tem bagagem cultural é mais respeitado. Ou seja, ter conteúdo pode fazer com que o profissional enfrente melhor qualquer situação.