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Eventos corporativos como ferramentas de integração e motivação

Publicado por:
01 jan

11.1

Os eventos sociais corporativos, como confraternizações de final de ano, comemorações de aniversário ou festas para celebrar as conquistas, são importantes ferramentas para integrar e motivar as equipes. Porém, o que se vê em algumas empresas é que esses eventos viraram mera formalidade, muitas vezes organizados sem planejamento e sem cuidado, tornando um momento que deveria ser agradável para todos em uma experiência a ser esquecida.

Engana-se quem pensa que é só para incentivar a socialização entre os empregados que os eventos corporativos servem. Além de oferecer um espaço de descontração para que pessoas de diferentes setores se conheçam melhor, aumentando a afinidade entre os times, as comemorações são boas oportunidades para promover a imagem da empresa e estimular o processo de identificação empresa-empregado. Equipe entrosada entre si e engajada com os propósitos empresariais faz diferença no processo produtivo. Por isso, ao organizar um evento corporativo, é preciso cuidado e coerência.

Considerar o público-alvo e a motivação da festa é essencial. Se for algo voltado para os colaboradores, deve-se pensar em um formato que se adeque e seja confortável para todos os profissionais da empresa, desde o pessoal que auxilia na limpeza até a alta direção. Não fazer distinção durante a festa também é muito importante. As mesmas comidas e bebidas, por exemplo, devem ser servidas para todos os convidados. Tudo isso fará com que as equipes se sintam prestigiadas pela empresa.

Além disso, a liderança da organização deve ser a anfitriã do evento não apenas “no papel”. São nessas ocasiões que um bom líder consegue, aparentemente, se desvincular de seu título e posição para conquistar a admiração de seus liderados enquanto colega de trabalho, mas claro, sem passar do ponto na informalidade e sem desconsiderar que é o líder.

Por que os sistemas de remuneração fracassam?

Publicado por:
27 dez

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O sistema de remuneração variável, em que os profissionais recebem, além do salário fixo, adicionais e compensações financeiras conforme seu desempenho, tem sido uma iniciativa das empresas com o propósito de obter da equipe maior compromisso, empenho e satisfação com o trabalho. Porém, não é difícil encontrarmos organizações frustradas com o resultado desse projeto e que fracassaram ao tentar implantar o sistema. Mas por que isso acontece?

Muitos sistemas de remuneração variável não são bem sucedidos porque falta clareza em seus objetivos e na lógica de seu funcionamento. E quando isso acontece, acabam gerando mais problemas do que efetivamente motivando os empregados. Numa empresa em que as pessoas não têm visibilidade do seu papel na cadeia produtiva e de como seu trabalho contribui para que a organização alcance os resultados almejados, é muito provável que os adicionais financeiros sejam vistos apenas como um dinheiro que entrou a mais no fim do mês, sem qualquer significado motivacional ou de associação ao desempenho.

Então, para que realmente cumpra o seu papel, o sistema de remuneração deve, além de ser consistente e voltado para a dinâmica, estratégia e eficiência dos negócios da organização, ser intensamente divulgado internamente e ter certeza que todos compreenderam o seu lugar e papel no processo produtivo e como ganharão mais com a melhoria do desempenho. É extremamente importante que todos os profissionais da organização conheçam a lógica e os critérios do sistema, evitando expectativas irreais geralmente criadas por falta ou confusão de informações.

Outro ponto importante é ter em mente que as pessoas tendem a orientar as suas atitudes usando como referência a maneira como são avaliadas, portanto, os parâmetros e critérios de mensuração de desempenho precisam ser aqueles que fazem a diferença no processo produtivo e nos resultados, evitando o sentimento de equipes com desempenho espetacular, mas sem impacto significativo nos números da empresa.

Motivação nem sempre está atrelada à remuneração

Publicado por:
25 dez

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Muitas empresas ainda acreditam que o compromisso e a fidelidade do empregado estão relacionados diretamente à remuneração, mas essa não é a única forma de recompensar e reter o profissional. A experiência mostra que questões como produtividade e motivação estão atreladas, principalmente, a outros fatores, que superam o interesse na questão financeira.

Seria muito mais fácil para as organizações (principalmente as financeiramente saudáveis) se para serem vistas como um bom lugar para trabalhar bastasse apenas oferecer bons salários. Porém, não é bem assim que a realidade se mostra. Não são raras as empresas que dispõem de uma política de cargos e salários agressiva e estruturada, mas que mesmo assim não conseguem reter talentos nem ter uma equipe 100% motivada.

Isso acontece principalmente quando as organizações desconsideram o que os profissionais mais buscam hoje, que é um lugar que ofereça perspectivas de crescimento, em que eles enxerguem uma razão para trabalhar, que entendam a real importância das suas funções na complexa engrenagem dos negócios e se sintam reconhecidos. E existem alternativas simples e efetivas para fazer isso e que não envolvem altos custos financeiros.

Neste sentido, vale investir em atitudes como convidar os profissionais que mais se destacam para assumir novos desafios ou se envolverem em projetos desafiantes, integrar grupos de estudo focados em um projeto estratégico para a empresa, por exemplo, ou até mesmo, em datas comemorativas ou momentos especiais, se utilizar das placas de homenagem para aqueles que têm “tempo de casa” ou o melhor desempenho, o que ajuda a formalizar e tornar público o elogio ao empregado.

São atitudes simples e, muitas vezes, com efeitos mais efetivos e compensadores do que a própria remuneração em si.

Cuidado: seguir o caminho mais fácil pode ser uma armadilha

Publicado por:
20 dez

06.5mudar

Omitir, relativizar ou optar por seguir caminhos mais cômodos diante de um conflito ou erro é um mecanismo de defesa comum do ser humano, já que temos a tendência de buscar formas para desviar de situações difíceis. No âmbito profissional, no entanto, é preciso tomar cuidado para não amenizar um problema criando outro muito maior.

No dia a dia de trabalho, é comum encontrarmos profissionais que preferem optar pelos caminhos mais fáceis, principalmente quando envolve alguma situação de difícil trato ou quando sabem que outras pessoas não irão reagir bem à questão. Porém, muitas vezes, escolher contornar o problema ao invés de encará-lo de frente é uma grande armadilha.

Como já diz o ditado, “uma pessoa imatura foge dos problemas, já uma pessoa madura procura soluções para esses problemas”. Ou seja, quem não assume as suas responsabilidades foge da obrigação de responder pelo que fez. Essa atitude rompe os compromissos e, claro, também quebra a confiança.

Isso porque, ao optar pelo caminho mais cômodo, muitas vezes assumimos decisões que no futuro não teremos condições de sustentar, e o problema acaba tomando uma proporção muito maior. Em resumo, fugir da realidade nunca é o melhor caminho, já que as dificuldades serão apenas minimizadas por um tempo, mas continuarão ali, sem uma solução definitiva.

Nesses casos, o ideal é explicitar e buscar condições para enfrentar o desconforto, para encarar e resolver a situação de frente.

Período de férias escolares exige planejamento

Publicado por:
18 dez

05.2

Um dilema que afeta a produtividade das empresas é a falta de organização dos profissionais quanto às férias escolares de seus filhos. Muitas vezes, o empregado precisa interromper a sua jornada de trabalho para resolver questões ligadas à nova rotina da criança – um problema que pode ser contornado com um pouco de planejamento.

Diferente de uma eventualidade, como uma doença ou emergência familiar, de forma geral, os pais são comunicados desde o início do ano sobre os períodos de férias e de recessos dos filhos. Isso significa que não há razão para não tentar programar atividades ou mesmo encontrar alguém que possam cuidar dos pequenos nesse período.

Como esse é um momento de lazer e descanso para as crianças, é importante entretê-las com passeios, colônias de férias, programas em clubes e atividades afins. Por isso, mantenha-se informado, ao longo do ano, e principalmente perto das férias, para saber onde e quando essas atividades vão acontecer. Escolha aquelas que estejam alinhadas ao seu horário de trabalho.

As experiências positivas são várias. Existem relatos de grupos de pais que fazem atividades revezadas, nas quais um pai, uma mãe ou um casal fica responsável pelas atividades de um grupo de crianças naquele dia, enquanto outros pais trabalham. O mesmo já acontece em alguns condomínios e em grupos de vizinhos que programam coletivamente as atividades recreativas.

E lembre-se: é importante se cercar de uma rede de apoio responsável e de confiança. Do contrário, ao invés de arranjar uma solução, o profissional pode acabar com outro problema e mais dor de cabeça, o que vai refletir diretamente no seu desempenho e produtividade no trabalho.

Como dar conta de todas as demandas do dia

Publicado por:
30 out

03.41

No dia a dia de trabalho, é comum que o profissional receba diversas demandas simultâneas, e isso ocorre de várias formas, seja por e-mail, telefone, whatsapp, redes sociais ou até mesmo no corredor da empresa. E são muitos aqueles que acabam angustiados por não conseguirem dar conta de tudo. Por isso, diante de tantas e diversas atividades, a organização é fundamental para conseguir dar conta do recado com competência.

Em tempos de internet e da comunicação cada vez mais rápida, é muito importante que o profissional crie sua própria lógica de organização das demandas que chegam para não deixar de fazer algo importante ou de responder alguém por simples esquecimento. Uma dica é criar uma rotina sistemática para checar os canais de comunicação. Há quem prefira, por exemplo, zerar a caixa de entrada dos e-mails logo nas primeiras horas da manhã, ou quem tenha o hábito de deixar algumas conversas marcadas como “não lidas” para responder quando for possível.

Além disso, também é importante ter o hábito de selecionar o que é prioridade e deve ser respondido com rapidez e o que pode esperar para ser feito mais tarde, sem deixar de considerar o tempo que você deverá dispor para a realização de cada atividade. Tudo isso deve estar registrado em uma agenda ou planner, seja físico ou digital. Quem é organizado tem o hábito de escrever suas pendências, listar as tarefas e colocá-las em ordem de prioridade. Essa atitude traz segurança e diminui a possibilidade de esquecimento.

É bom estar sempre com essa lista em mãos, pois mesmo que as pendências sejam resolvidas ao longo do dia, novas tarefas podem surgir a qualquer momento e precisam ser registradas, caso contrário podem acabar se perdendo. Ou seja, o segredo para dar conta de tudo é organização. E assim como todo comportamento, ser organizado é algo que pode ser aprendido e aperfeiçoado.

Equipes não são autogerenciáveis

Publicado por:
25 out

03.21

Não precisar se preocupar com o que seus liderados estão fazendo ou se o trabalho está sendo realizado no prazo e na conformidade é o grande desejo de vários gestores. Este anseio, no entanto, pode ser considerado como uma utopia, pois vai de encontro aos dois principais papeis do gestor: liderar e desenvolver pessoas.

Muito tem se falado sobre o recente conceito de “equipes autogerenciáveis”, aquelas que têm autonomia e responsabilidade o suficiente para cuidar das próprias entregas com excelência. Porém, isso não quer dizer que essas equipes não terão gerentes, regras ou limites, e que todos poderão decidir sobre tudo.

Por maior que seja o desejo do gestor de ter uma equipe disciplinada o suficiente para que ele não tenha que intervir em todas as pequenas coisas, é preciso lembrar que a sua figura é essencial para manter a ordem e garantir os resultados. Ou seja, é preciso dar autonomia sim, mas não basta só orientar uma vez e esperar que tudo ande conforme o esperado.

É papel indelegável do gestor acompanhar a equipe sistematicamente, estimular, corrigir os erros, lembrar dos prazos, motivar os empregados a produzirem mais e melhor e prover incrementos aos processos, buscando melhorá-los. Do contrário, a tendência é que aconteça uma acomodação, o que gera perda de produtividade e equipes pouco desenvolvidas.

Os limites da gestão compartilhada

Publicado por:
23 out

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Novas formas de gestão de negócios e equipes têm ganhado força nos últimos anos. Um desses modelos é a gestão compartilhada, que vai de encontro ao modelo centralizado e autoritário ainda praticado por algumas organizações até então. Porém, ainda há muitas dúvidas sobre o significado de compartilhamento de decisões e dos limites de poder das lideranças e das equipes.

No modelo de gestão compartilhada, a liderança tem o comando e a palavra final nas decisões, mas a equipe participa ativamente do processo e sente-se corresponsável pelo resultado das ações, o que faz toda a diferença no processo decisório e no andamento das definições. Existe abertura para se discutir opções e alternativas de soluções, antes da tomada de decisões.

Mas não é incomum encontrarmos profissionais que acreditam que, quando existe este tipo de gestão, toda e qualquer decisão deve ser tomada em conjunto e de acordo com as ideias da maioria. Na prática, não é bem assim. Em uma organização, nem tudo pode ou deve ser compartilhado; dependendo da natureza, há decisões que só cabem às lideranças. Além disso, é preciso entender que a hierarquia e as posições de poder existem para garantir que os objetivos e estratégias da empresa sejam colocados em primeiro plano, e que nem sempre eles correspondem aos da maioria.

Em um modelo de gestão compartilhada, os profissionais são ouvidos, têm suas opiniões, interesses e pontos de vista considerados, e este conjunto de informações será levado em conta pela liderança na tomada de decisão. Muitas vezes, as equipes só serão informadas do que foi decidido e das razões que levaram àquela decisão, e isso não quer dizer que a gestão deixou de ser compartilhada. Nessas situações, as equipes estarão sendo representadas pela sua liderança. Cabe a ela ponderar os interesses da empresa e dos empregados, e elaborar estratégias para fazer acontecer o que ficou definido em parceria com a equipe.

Qual o sentido do trabalho?

Publicado por:
18 out

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Podemos definir o trabalho como um conjunto de tarefas, físicas ou intelectuais, realizadas por um indivíduo com o objetivo de atingir um propósito. Porém, muitas pessoas ainda acham que o trabalho engloba, unicamente, as atividades que desempenham dentro da empresa, no dia a dia. Por que esse pensamento pode ser considerado um equívoco?

Para quem deseja construir uma carreira de sucesso, ser competitivo e se destacar no meio empresarial, o trabalho não deve ser pautado só pelas horas determinadas no horário de expediente ou pelas atividades técnicas desempenhadas ao longo da jornada. É claro que esses são, sim, fatores importantes e que precisam ser cumpridos, mas não devem ser os únicos.

Trabalhar também significa circular pelo mercado, se mostrar como profissional, participar de congressos, palestras, seminários, cursos, visitas técnicas, entre outras atividades, sejam da mesma área de atuação ou até fora dela. Além disso, criar e manter ativa uma rede de networking e relacionamento também faz parte do conceito de trabalho.

A relevância dessas ações está não apenas na troca de informações e nas reflexões conjuntas, mas também na possibilidade de criar novas parcerias, de exercitar a criatividade, se atualizar, abrir espaço para novas ideias e adquirir novos conhecimentos, além de ajudar a pensar em novas formas de fazer o trabalho do dia a dia de forma mais ágil e produtiva.

A tecnologia e as exigências para o profissional do futuro

Publicado por:
16 out

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A tecnologia vem, cada vez mais, mudando a realidade do mercado de trabalho e exigindo novas competências dos profissionais que querem se manter competitivos. Isto porque, segundo especialistas, nos próximos vinte anos muitas profissões serão substituídas pela automatização, sendo indispensável ao profissional a aplicação de habilidades que superem esse avanço tecnológico.

O trabalho do futuro será aquele pautado, principalmente, pelo capital intelectual e humano. Ou seja, o profissional terá que desenvolver aptidões e realizar atividades que a inteligência artificial não consiga alcançar. Neste contexto, cinco competências se destacam como essenciais para a competitividade. Uma delas é a criatividade. Demonstrar interesse em inovar, quebrar paradigmas e ter ideias e soluções originais serão diferenciais que poderão servir como degraus para alavancar a carreira do profissional do futuro.

Outra competência é a capacidade de planejamento. O profissional que tem em mente aonde quer chegar, e quais caminhos pretende percorrer até chegar lá, é muito bem visto no mercado de trabalho e continuará sendo, assim como aquele com capacidade de análise e síntese. Isso porque, levando em consideração a grande quantidade de dados a que se tem acesso, será cada vez maior a necessidade de ter profissionais capazes de fazer a leitura e interpretação dessas informações a fim de tomar decisões mais assertivas.

Indispensável também para o mercado de trabalho do futuro será o relacionamento interpessoal. Para se destacar, o profissional precisa saber se comunicar, dialogar, conviver com as diferenças, transitar e se relacionar bem com todos a sua volta, características cada vez mais valorizadas em ambientes digitalizados.

Por fim, será cada vez mais importante para quem quer ter uma carreira de destaque no futuro ter as capacidades de reaprendizado e adaptabilidade, ou seja, estar sempre fazendo diferente e se reinventando. O mercado de trabalho da próxima década sem dúvidas irá colocar os profissionais fora de suas zonas de conforto, já que as mudanças serão cada vez mais rápidas e repentinas.