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Cuidado com os conflitos interpessoais no ambiente de trabalho

Publicado por:
18 jul

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No ambiente de trabalho, existem situações em que teremos que lidar com pessoas que não gostamos, seja por falta de identificação ou por algum conflito existente. Entretanto, não ter maturidade para lidar com problemas interpessoais pode comprometer o desempenho das atividades e prejudicar a sua imagem enquanto profissional.

Por maior que seja o conflito com um colega de trabalho, não cabe de forma alguma tentar repassar a dificuldade para a empresa e pressionar para que seja feita uma escolha por um dos profissionais, com o argumento de que a situação está muito desconfortável e você não consegue conviver com o problema. Esse tipo de posicionamento não surte efeito positivo e, pelo contrário, dará publicidade a uma intriga pessoal deixando para você a imagem de quem não consegue separar as duas coisas.

Claro que não é preciso forçar laços de amizade com uma pessoa com a qual você não tem afinidade ou não gosta, mas manter o respeito e um enquadramento profissional é imprescindível. Nesse sentido, quando algum conflito acontecer, o ideal é tratar com serenidade e equilíbrio para que a situação não se transforme em um problema maior do que sua capacidade de administrá-lo, causando prejuízos à equipe e aos resultados do trabalho.

Para quem está na posição de gerenciar duas pessoas com problemas pessoais de relacionamento, a recomendação é estimular que as partes se entendam, inclusive, oferecendo-se para mediar uma conversa, pactuando alguns acordos para uma convivência produtiva.

Como encarar um feedback negativo

Publicado por:
13 jul

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Seja vindo do gestor, de um colega de trabalho ou de um cliente, nunca é fácil lidar com uma crítica ao nosso desempenho. Entretanto, o feedback negativo faz parte do dia a dia de qualquer profissional e pode sim ser transformado em algo positivo.

Quando alguém é surpreendido por uma avaliação negativa, a reação mais típica é negar. Entretanto, mesmo quando não se concorda com a avaliação, é preciso que o profissional compreenda que, muito provavelmente, algum comportamento está fazendo com que sua imagem fique comprometida, mesmo que de forma não intencional.

É claro, não é fácil lidar com a situação de crítica, ainda mais quando não a reconhecemos. Mas uma reflexão é válida nesses casos: não tente tratar o fato buscando quem está certo ou errado. Ás vezes, é mais estratégico apenas considerar o que foi dito e tentar mudar a forma como está sendo visto, afinal, é a sua imagem profissional que está em jogo.

Outra situação também frequente, e talvez ainda mais difícil de lidar, é aquela em que o profissional recebe a crítica, reconhece as dificuldades apontadas, mas não faz a mudança necessária capaz de reverter a percepção sobre o seu mau desempenho. Seja porque já foram feitas algumas tentativas, porém sem provocar o efeito desejado, ou porque a avaliação não causou a pressão necessária para que a mudança de conduta acontecesse, o fato é que o profissional não consegue avançar.

Nesses casos, pode ser mais prudente reconhecer quando existe uma limitação de perfil para a atividade em questão

Como não ser visto como “filho do dono”?

Publicado por:
04 jul

7.1 estagio trainee11

As empresas familiares representam cerda de 50% do PID do país. É natural que seus fundadores, pensando na continuidade do negócio, invistam no planejamento sucessório contando principalmente com seus filhos, sobrinhos e netos no comando da organização. Entretanto, para esses jovens que optarem por construir suas carreiras na empresa da família, é válido refletirem sobre como buscar ser reconhecido profissionalmente não sendo vistos apenas como “filhos, sobrinhos ou netos do dono”.

Em primeiro lugar, a entrada na empresa da família precisa ser uma escolha por identificação com o negócio e perfil de competência. A situação já começa errada se alguém escolher, por exemplo, entrar apenas ter emprego e renda garantidos fazendo pouco esforço ou por falta de oportunidade no mercado de trabalho. Passada essa etapa e se realmente trabalhar na empresa da família for a escolha do profissional e da organização, vale seguir algumas dicas:

1. Haja de acordo com o seu cargo na empresa. É preciso se colocar como parte da equipe em que está incluído, seguindo as regras que valem para todos;
2. É importante não usar o vínculo familiar para usufruir de um lugar diferente na empresa, como, por exemplo, usar a secretária da diretoria para assuntos pessoais, usar a sala do pai, enfim, solicitar “favores” que possam reforçar uma relação privilegiada por ser alguém da família do dono;
3. Quando tiver problemas ou discordâncias em casa, não leve esses assuntos para serem tratadas no trabalho e vice-versa. O que acontece na família deve permanecer na família;
4. Cuidado para não atropelar a hierarquia. Usar o acesso que tem à família para resolver questões da equipe em que faz parte não é recomendado. Deixe que o gestor trate dos assuntos referentes à equipe, pois isso é parte da função dele.

Em resumo, manter o enquadramento adequado e ter uma atitude profissional vai fazer com que o reconhecimento e respeito pela sua competência aconteçam naturalmente.

Riscos de escolher uma profissão sob pressão

Publicado por:
29 jun

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Ao longo da vida temos que fazer várias escolhas, mas uma das mais difíceis é a escolha profissional. E o que vemos atualmente são jovens, recém-saídos da adolescência, tendo que tomar uma decisão muito importante e que poderá definir seu futuro.

Na hora de fazer a escolha profissional, os jovens de hoje são bombardeados pelas inúmeras oportunidades de carreiras existentes e ainda precisam lidar com a pressão dos pais e dos seus grupos de amizades. Mas o grande problema é que, na maioria das vezes, esses jovens não têm conhecimento nem informações suficientes para escolher uma carreira; às vezes têm uma imagem idealizada da profissão, sem entender o que, de fato, ela é na prática.

E quando a escolha é feita pelos motivos errados, o que acontece é que, no futuro, o profissional pode se ver em uma encruzilhada. A falta de identificação com a profissão pode gerar muita insatisfação e desmotivação com a própria carreira. Tudo isso porque, lá no início, ele fez uma escolha equivocada.

Em resumo, não adianta tomar uma decisão tão importante por pressão, sem conhecimento ou só para “fazer uma frente” com os familiares ou amigos. Se o jovem não se sente seguro com a escolha, pode ser melhor adiar um pouco a entrada na faculdade para tomar uma decisão mais consciente e com mais chances de sucesso. Pior será iniciar uma gradução e depois de dois ou três anos ter certeza de que não era o que queria.

Mas neste meio tempo, vale seguir algumas dicas que poderão ajudar na escolha: faça uma orientação vocacional, busque informações sobre a profissão desejada, visite empresas que atuam na sua área de interesse, converse com profissionais para entender a realidade do mercado ou até mesmo invista em cursos tecnólogos, que são menos extensos e já inserem o jovem no mercado de trabalho. E lembre-se: essa é uma escolha individual e que deve ser levada a sério. Mas, se mesmo depois de ter escolhido com cautela, a carreira não se mostrar como o esperado, nada nos impede de mudar de trajetória.

Cuidado para não ser irresponsável com a própria carreira

Publicado por:
27 jun

06.1 motivação11

Diante de um cenário econômico instável, em que as oportunidades de emprego estão reduzidas, os profissionais precisam estar mais abertos para encarar desafios às vezes diferentes do seu projeto de carreira. Entretanto, essa flexibilidade, apesar de necessária, tem que ser feita com cuidado.

Muitas vezes, diante de pressão de estar sem emprego e da falta de oportunidade na sua área de atuação, os profissionais precisam ampliar os horizontes e partir em busca de vagas em funções diferentes daquelas onde têm a experiência já consolidada. Mas é preciso, antes de tudo, cuidar para não cair em armadilhas, como mudar radicalmente de trajetória profissional, entrar em empresas que não agregam ao currículo ou até mesmo se colocar em uma situação de incompetência.

Isso porque quando resolvemos concorrer a um cargo sobre o qual não temos conhecimento nem experiência, com funções que não dominamos ou não temos afinidade, corremos um sério risco de fracassar, o que com certeza deixará uma mancha em nosso currículo. Vale lembrar que a mudança de rota pode ser uma oportunidade ou uma ameação à carreira profissional, quando não há perfil requerido ou identificação com a nova atividade.

Tenha visibilidade de até onde você pode ir, quais são as suas competências e quais funções tem capacidade de assumir. Se não tem facilidade com cálculos, por exemplo, não se coloque em um cargo que exija lidar com números. Ou se não tem disponibilidade para viajar várias vezes ao mês, não concorra a uma função em que viajar seja exigência.

E caso opte realmente por uma mudança mais radical, antes de assumir, veja o que precisa ser ajustado para que tenha êxito. Planeje junto com a empresa os investimentos e as condições que serão necessárias para que os resultados possam ser alcançados, considerando o seu momento de aprendizado ou adaptação.

Não tenho uma boa relação com meu gestor. O que fazer?

Publicado por:
22 jun

7.1 estagio trainee11

Não tenho uma boa relação com meu gestor imediato. Não me sinto à vontade para me aproximar e nem tenho confiança para tratar de questões mais delicadas com ele. O que fazer?

De fato, não é uma situação confortável, afinal, um bom relacionamento com o gestor é fundamental para o desenvolvimento do trabalho e quando isso não está acontecendo é importante parar para refletir um pouco e buscar alternativas de melhoria. Até porque, na maioria das empresas não é possível escolher quem vai nos gerenciar e com quem vamos trabalhar, portanto, se a intenção é manter-se no emprego, resgatar a relação com o chefe é o melhor a ser feito.

Um primeiro passo importante neste caminho é identificar quais são os motivos dessa desconfiança; tentar recordar se realmente é fundamentada em acontecimentos recorrentes, se foi gerada por algum episódio pontual ou se é fruto de algum tipo de preconceito. Muitas vezes, nos deixamos levar por impressões que não são necessariamente nossas – comentários de colegas que podem não condizer com a realidade, ou por posturas já superadas, mas que ficaram cristalizadas à imagem do gestor.

A dificuldade também pode estar ancorada na falta de sintonia entre as duas partes, seja por diferenças de estilo, de culturas, etc. Independente do motivo, é essencial fazer essa reflexão e buscar uma solução possível. Uma dica é tentar mudar a forma de enxergar o problema e procurar algo de positivo nessa relação: características comuns ou momentos em que a contribuição do chefe tenha sido válida.

Mas, mesmo fazendo esse investimento na relação, ainda assim é possível que o mal estar permaneça. Nesses casos, a recomendação é sempre deixar todas as questões relativas ao trabalho muito bem pactuadas e formalizadas: resultados esperados, metas, acordos de trabalho etc. Tudo isso para não correr o risco de deixar espaço para mal-entendidos que possam piorar ainda mais a desconfiança.

No fim das contas, a grande recomendação é tratar a questão o mais profissionalmente possível, sem levar as dificuldades para o campo pessoal nem fazer tempestade em copo d’água. É preciso ficar atento e preservar o objetivo comum que é gerente e equipe trabalhando para contribuir com o sucesso da empresa.

O que fazer quando, numa empresa familiar, alguém da família não cumpre um bom papel?

Publicado por:
20 jun

10.21

Sou gestor em uma empresa familiar e tenho na equipe um profissional que é da família, mas que tem dificuldade de respeitar as regras da organização. Falta sem comunicar, perde prazos e descumpre acordos frequentemente. O que devo fazer?

Não é uma situação tão simples de resolver já que estamos falando de um profissional que tem um vínculo familiar com os donos da empresa – pode ser um filho, sobrinho, irmão etc. Mas independente de quem seja, o gestor não pode colocar em risco a gestão da sua equipe e o atingimento dos resultados, portanto, mesmo sendo difícil, o tratamento da situação é imperativo.

Por mais que seja uma tarefa ingrata para o gestor tratar de situações de falta de compromisso de um profissional da família, não fazê-lo pode causar um prejuízo ainda maior no grupo, instalando-se uma situação de proteção e privilégio. Claro, existe o medo de que a tratativa leve a algum tipo de retaliação, mas é importante lembrar que faz parte das responsabilidades do líder manter o bom padrão de desempenho de sua equipe e esta é uma tarefa indelegável.

Nesses casos, a primeira recomendação é conversar com o profissional, pontuar as dificuldades apresentando evidencias, reforçar os padrões estabelecidos pela empresa e lembrar que qualquer acordo deve servir para todos, a menos que exceções sejam combinadas previamente. É importante tentar fazer com que ele compreenda que, justo por ser da família, a expectativa em relação ao seu desempenho é ainda maior e ele deve, inclusive, servir como exemplo para os demais.

Quando a conversa não é suficiente para modificar o comportamento e se as dificuldades, portanto, persistirem, a recomendação é levar ao conhecimento da direção, mesmo que isso signifique tratar com o próprio parente do profissional. Nestes casos, pode facilitar bastante contar com uma avaliação ampliada, ou seja, incluindo percepções de outros gestores e desconcentrando de uma visão única. Fazendo dessa forma, se diminui o risco de uma contra-argumentação que remeta a uma implicância pessoal ou algo do tipo. Empresas que já possuem um sistema de avaliação de desempenho formal saem na frente nestas tratativas.

Enfim, por mais que pareça uma saia justa, o gestor não deve exitar em levar adiante e tentar resolver a situação. A experiência tem mostrado que é possível se sair bem sucedido, contanto que se mantenha o enquadramento o mais profissional possível.

Importância de lidar com as diferenças

Publicado por:
15 jun

11.3

Trabalho com uma pessoa que tem um estilo muito diferente do meu e, muitas vezes, me impaciento e isso acaba influenciando a qualidade do meu trabalho. Como lidar com essa situação sem tantos desgastes?

Estamos sempre buscando um ideal de uniformidade que não existe. Apesar de desejarmos nos relacionar com “iguais”, na prática, o que existe na realidade das organizações é a necessidade de convivermos com pessoas de características, estilos e culturas muito diferentes das nossas.

Mas antes de dar ênfase às dificuldades que em geral qualquer convivência provoca, porque de fato não é tarefa fácil lidar com as diferenças, reflita também sobre alguns possíveis ganhos:

1. Diferentes personalidades e competências dentro de uma equipe podem se complementar para que o objetivo seja alcançado. Trata-se de aproveitar ao máximo as capacidades individuais e minimizar as fragilidades do grupo;
2. O pensamento uniforme prejudica a prática da melhoria contínua, afinal, se todos pensam da mesma forma, as chances de crítica ficam reduzidas;
3. Por fim, compreenda que se é difícil para você, também é igualmente difícil para o colega que terá também que aprender a conviver com a diferença.

Para quem é gestor, a recomendação é ficar atento às características de cada profissional da equipe, dividindo bem as atividades e considerando qual pode ser a melhor contribuição de cada pessoa envolvida. Reconhecer as capacidades e respeitar as diferenças, pensando sempre no que é melhor para a empresa e não individualmente, é uma excelente estratégia para transformar a diversidade em algo produtivo.

Como lidar com a negatividade

Publicado por:
13 jun

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Não há ambiente de trabalho que não tenha aquele profissional que está o tempo todo colocando dificuldade nas coisas e reclamando da “vida”. Como lidar com esse negativismo e evitar que ele contagie o ambiente?

Pessoas negativas são aquelas que gostam de fazer críticas sobre tudo e todos, enfatizam os defeitos e estão sempre com o astral lá em baixo. É claro que se manter feliz o tempo todo é tarefa quase impossível em se tratando de “vida real”, entretanto, quando temos colegas de trabalho que só conseguem ver o lado negro das coisas, a convivência se torna difícil e as pessoas acabam tendo que escolher entre dois caminhos: ou se afastam para suportar melhor o dia a dia ou embarcam no mesmo clima. Para a organização, nenhuma opção acima é saudável.

É por isso que no âmbito do trabalho, o negativismo é um fator que pesa contra a qualidade do clima e afeta a produtividade. A opção de se afastar não é a ideal já que ter uma pessoa isolada dos demais prejudica o sentimento de equipe e a harmonia do grupo. Ao mesmo tempo, parece pior escolher o caminho de se deixar influenciar. Às vezes, apenas uma pessoa pode ser suficiente para abalar o ambiente e levar um grupo inteiro a repetir o mesmo discurso de dificuldade. É importante ficar atento a estes movimentos para evitar cair em armadilhas; não se deixar contagiar por ideias negativas ou tentar ajudar o colega a quebrar a rotina de queixas pode ser uma boa alternativa.

Bom, até agora abordamos o colega como o vilão do negativismo. Mas e quando os “reclamões” somos nós mesmos? São comuns, na trajetória profissional, os momentos de mais insatisfação e pessimismo. É justamente nestas horas que é necessário redobrar a atenção e fazer uma avaliação cuidadosa dos próprios comentários e comportamentos.
Mas atenção: evitar o negativismo não significa vestir a roupa do otimismo permanente. Afinal, só ver o “lado bom” das coisas pode acabar mascarando o potencial de dificuldades de cada situação e trazer prejuízos. Por isso, a dica é simples: encarar as dificuldades mais como oportunidades de superação e de dar a volta por cima do que como fatalidades em que não há nada o que fazer, apenas lamentar.

Perdi a cabeça com a minha equipe. O que fazer?

Publicado por:
08 jun

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O mundo corporativo costuma exigir dos profissionais muito controle emocional. Pressão por prazos, excesso de cobranças, responsabilidades acumuladas, falta de tempo – essas e outras situações, muitas vezes, são suficientes para nos fazer perder o equilíbrio e “extrapolar”. E o que fazer quando isso acontece?

Vamos combinar que essa é uma situação bastante comum e que pode acontecer com qualquer profissional. Mesmo aqueles mais experientes, em algum momento, podem “escorregar” nas armadilhas do grupo e “perder a cabeça”. Mas não há motivo para desespero. É possível sim remediar uma situação de descontrole e retomar o equilíbrio. Veja abaixo algumas dicas de ouro:

1. Reconheça que errou. Este é o primeiro passo para quem ultrapassou o limite e exagerou no tom. Não adianta fingir que nada aconteceu. Esse comportamento não ajudará a resolver;
2. Pedir desculpas. Muitas vezes as situações ganham uma proporção muito maior apenas porque não se fez um movimento de retratação, portanto, não deixe de fazer;
3. Tente não justificar, com certeza o outro também poderia elencar uma série de motivos para sair da linha;
4. Após uma primeira cena de destempero, fique mais atento para não torná-la reincidente. Caso contrário, todas as dicas acima podem não funcionar por falta de credibilidade.

Enfim, paciência e autocontrole são os pontos chave para conseguir manter o equilíbrio e evitar problemas. Saber o que lhe tira do sério também é uma recomendação importante. É comum, principalmente quando se ocupa uma função de liderança, que o grupo provoque situações incômodas, às vezes para testar o chefe, outras sem um propósito definido. De uma forma ou de outra, é válida a premissa de que todo grupo têm o desejo inconsciente de enlouquecer seu coordenador, portanto, fique ligado e não caia nas armadilhas!