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Planejar para lidar com as incertezas

Publicado por:
31 dez

06.5mudar

Com a chegada do final do ano, muitas empresas já começaram a atualizar suas estratégias para o novo ciclo que se inicia. Se em 2019, neste mesmo período, as organizações planejavam sem imaginar que seriam fortemente impactadas por uma pandemia, agora, mesmo com um horizonte ainda cheio de incertezas, já temos sinais importantes que podem ajudar na definição das metas.

Mais do que nunca, planejar é essencial. É hora de avaliar o ano que passou, os erros, acertos, ganhos e perdas, e pensar no que virá. Mas não basta apenas ter um plano estratégico definido. Para garantir a sua realização é preciso atentar para a importância do monitoramento da estratégia e ter atenção para as possíveis eventualidades que podem acontecer durante o caminho.

E para que o monitoramento seja mais efetivo, espaços mais curtos para avaliação dos cenários pode ser estabelecido e, com isso, a necessidade de redirecionar o que foi planejado, ajustando o rumo em tempo hábil.

Por último, não devemos confundir planejamento com previsão de futuro. É justamente por não sabermos o que o futuro reserva que devemos nos planejar e preparar, na medida do possível, para as diversas alternativas que podem se apresentar. Esta deve ser, portanto, a grande motivação de trabalhar com estratégia: ampliar as competências para lidar com as incertezas.

Ano novo com lições aprendidas na pandemia

Publicado por:
24 dez

 

04.21

O ano está acabando, a pandemia ainda está entre nós, assim como as mudanças importantes que ela trouxe para o dia a dia de cada indivíduo e das empresas em todo o mundo. Mas, no fim das contas, o que aprendemos com a crise e quais lições devemos levar para o novo ciclo que se inicia?

Se tudo tem um lado bom, as situações sem precedentes trazidas pela pandemia fizeram nascer boas ideias e ajudaram a acelerar mudanças há muito discutidas. As empresas precisaram se reinventar e inovar, fazendo diferente do que já faziam, até mesmo tirando da gaveta projetos que há muito estavam parados esperando uma oportunidade para acontecer.

Mas para que essas mudanças acontecessem, foi preciso ter a capacidade de tomar decisões rápidas, que pode ser outra lição trazida pela pandemia. A crise evidenciou que não temos controle sobre tudo, que imprevistos acontecem e que o planejamento estratégico não é uma verdade absoluta. De uma hora para outra, tudo pode mudar e para superar esse desafio foi preciso ter uma ação rápida, articulada e construída em conjunto.

A onda de solidariedade que assolou todo o mundo também pode ser considerada como outra lição desse ano que chega ao fim. Na hora do aperto e da incerteza, a empatia falou mais alto. Nas empresas, questões individuais precisaram ser levadas em conta, afinal, nós vivenciamos a crise de formas distintas, seja pessoal ou profissionalmente. Aprendemos, com isso, que é possível viver e trabalhar de maneira diferente, com respeito à realidade de cada um.

Por fim, em relação ao financeiro, temos várias lições a serem aprendidas: a necessidade de cuidar do caixa, a redução das despesas fixas, o controle mais rigoroso dos gastos e a necessidade de ter uma reserva financeira para momentos de dificuldade. Agora, com uma vacina cada vez mais perto de chegar, o desafio é não retroceder e manter esses ensinamentos presentes no dia a dia da gestão.

Confraternizações em tempos de pandemia: o que fazer?

Publicado por:
17 dez

11.1

A confraternização de final de ano nas empresas representa muito mais do que uma festa. É um rito de passagem e fechamento de ciclo, onde se comemora os resultados positivos do ano que está sendo encerrado e a abertura de um novo, cheio de possibilidades. Porém, com a pandemia, os formatos tradicionais das celebrações tiveram que ser repensados, mas elas não devem ser deixadas de lado.

Já falamos muito em outros anos sobre a importância das confraternizações para celebrar as conquistas e como oportunidade para estreitar as relações entre gestores e equipes. Além disso, é o momento ideal para agradecer os empregados pela parceria e comprometimento no ano que acaba. E neste 2020, isso se faz ainda mais necessário.

A pandemia mexeu com a dinâmica de quase todas as organizações. Foram muitas mudanças, incertezas, cortes financeiros e outras adaptações extremamente necessárias para que as empresas pudessem sobreviver à crise. E por mais que o coronavírus ainda esteja entre nós e que o distanciamento físico ainda seja muito importante e recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), a alternativa é encontrar soluções para que as celebrações aconteçam com segurança.

Kits e brindes entregues nas casas dos empregados, eventos interativos 100% online, stand-up comedy, encontros drive-in, lives com shows de talentos e de bandas, game virtual, etc. São várias as possibilidades e muitas empresas estão inovando nos formatos das celebrações. O importante é usar a criatividade e ver o que cabe no orçamento para que o momento não passe em branco.

Com custo alto ou até sem custo, o importante é o simbolismo. Afinal, só o fato de ter sobrevivido até aqui já é motivo para comemorar, mas com cuidado. A vacina está perto de chegar, então, vamos esperar para festejar juntos, presencialmente, quando for seguro para todos.

A confiança como pilar das relações de trabalho

Publicado por:
10 dez

03.7

Todo mundo já ouviu, ao menos uma vez na vida, que “a confiança é a base de tudo”. E ela é, de fato, um dos mais importantes pilares de qualquer relacionamento, seja pessoal ou profissional. No entanto, é uma virtude que não se estabelece do dia para a noite; a confiança deve ser conquistada na prática, através de muita dedicação, tempo e diálogo.

No livro “A velocidade da confiança”, o autor Stephen M.R. Covey afirma que, no contexto das relações de trabalho, quando a confiança numa equipe está elevada, a performance aumenta. Quando está em falta, tudo anda devagar, causando prejuízos emocionais e financeiros. E isso é fato. No mundo corporativo, líder e liderados precisam estabelecer uma relação de confiança mútua para o trabalho fluir. Caso contrário, a relação pode se tornar insustentável.

Quando, de um lado, o gestor não confia no trabalho da sua equipe; e de outro, os empregados não legitimam quem está na liderança, isso irá gerar um desequilíbrio na relação como um todo, resultando em desmotivação, queda na produtividade, atrasos, falhas, conflitos e rotatividade. Por isso, a questão é simples:

Se o profissional confia no seu gestor, dificilmente ele questionará suas decisões ou ficará inseguro na hora de colocá-las em prática. E um líder que confia no profissional dará a ele a chance de abraçar as oportunidades e desafios que surgirem. E neste caminho para a construção de uma relação de confiança, algumas atitudes são bem-vindas, seja para gestores ou empregados.

Entre elas, o básico, que é trabalhar da melhor maneira possível, sempre com enquadramento profissional, honrando os prazos e compromissos estabelecidos. Depois, ser coerente, sempre alinhando discurso à prática, focando numa comunicação aberta e transparente, com respeito às diferenças e opiniões divergentes. Por fim, é ter na cabeça que ser uma pessoa confiável requer uma construção diária e que os resultados serão vistos no longo prazo

Equilibrando as demandas operacionais e estratégicas

Publicado por:
21 jan

9.11

Minhas atividades como gestor consomem toda a minha jornada de trabalho e acabo não conseguindo dar a atenção necessária às iniciativas estratégicas da minha área. Como dar conta do estratégico sem descuidar do dia a dia da gestão?

Ter líderes que atuam hoje com foco no futuro é essencial para as empresas que querem ser competitivas a longo prazo. No entanto, é fato que dar conta de todas as questões operacionais, decisões, cobranças e conflitos ao mesmo tempo em que cuidam das demandas estratégicas da organização é um dos grandes desafios daqueles que ocupam cargos de gestão. Até porque focar na estratégia não significa apenas “pensar” nela. É algo que demanda ação, pesquisas, levantamentos, visitas, testes, etc.

A boa notícia é que é possível, sim, equilibrar esses dois papeis. O primeiro passo é buscar otimizar o tempo para conseguir dar atenção às dimensões estratégica e operacional. Manter uma agenda com uma boa distribuição das demandas pode ajudar o gestor a se planejar e dividir melhor seu horário para cumprir todas as atividades.

Depois, é essencial ter disciplina para cumprir o planejado e saber delegar as atividades para a equipe e monitorar os resultados. Pensar no futuro pode até ser papel intransferível do gestor, mas os processos do dia a dia podem e devem ser distribuídos com seus os liderados. O que um líder não pode é ser “engolido” pelo operacional e deixar o que é estratégico em segundo plano.

É possível dissociar os interesses da empresa e da família?

Publicado por:
16 jan

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Uso da reserva financeira para atender interesses particulares, abuso de poder, conflitos que começam em casa e são estendidos para dentro da organização ou até decisões importantes tomadas em almoços de domingo ainda são fatos recorrentes em empresas familiares. Mas será que é possível manter um negócio sustentável quando os interesses da organização e da família se tornam indissociáveis?

As estatísticas revelam que a principal ameaça à longevidade das empresas familiares não está em questões políticas, econômicas ou sociais, mas sim no descuido da administração dos conflitos entre os familiares, seja por poder, espaço, status, dinheiro, reconhecimento, etc. Sabemos que, muitas vezes, é fácil confundir as demandas particulares dos integrantes da família com as demandas do negócio, mas é preciso atentar que, quando as prioridades familiares concorrem com as empresariais, o resultado, via de regra, será o desgaste na família e na empresa.

Assim como afirmou Peter Drucker, considerado o pai da administração moderna, “a empresa e a família só sobreviverão e sairão bem se a família servir à empresa. Nenhuma das duas seguirá bem se a empresa for dirigida para servir à família”. Esta é uma lógica que, para ser colocada em prática, passa essencialmente pelo processo de profissionalização da empresa familiar. Ou seja, quanto mais profissionalizada for a sua gestão, mais fácil será colocar as necessidades do negócio como prioridade.

Neste caminho, se faz necessário estabelecer acordos e regras, criar códigos de ética e conduta que norteiem as ações de todos os familiares, independentemente de estarem trabalhando ou não nos empreendimentos familiares, a fim de proteger os interesses da organização e preservar a unidade familiar. Esses pactos devem levar em conta temas como: condições para a família entrar no negócio, contratação de amigos e parentes como empregados ou prestadores de serviços, regras para retirada do pró-labore e distribuição de resultados, procedimento para venda de participação societária, uso do patrimônio da empresa para fins particulares, entre outros.

Mas, principalmente, é preciso que todos compreendam a família empresária como um sistema que tem uma interdependência complexa entre seus integrantes e, para que essa engrenagem funcione corretamente, é preciso trabalhar para que os interesses da organização sejam sempre considerados como prioridades.

Punir para engajar. Faz sentido?

Publicado por:
14 jan

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Não são raras as queixas de gestores que dizem não conseguir fazer com que suas equipes cumpram o seu papel com comprometimento e qualidade. E na tentativa de reverter esse quadro, recorrem aos sistemas de punição. Mas será que este é o melhor caminho?

Atrasou, é descontado no salário. Quebrou algo, tem que arcar com o prejuízo. Essas são algumas atitudes constantes de gestores que só encontram na punição uma forma de reverter comportamentos tidos como inadequados. Porém, se o projeto é ter equipes estáveis, motivadas e engajadas, não existe, na história da gestão de pessoas, evidências de que isso funcione.

A experiência pode comprovar que, em se tratando de motivar as pessoas, para se dedicarem mais as suas tarefas, adotarem um novo comportamento, serem mais comprometidas, entre outras, as práticas de reconhecimento e recompensa são consideradas uma estratégia mais eficiente do que a punição. Isso porque o clima de medo gerado em um ambiente onde a prática de punir é constante, faz com que os empregados se retraiam, ao invés de se engajarem.

O incentivo, no geral, sempre é o melhor caminho. Reconhecer, valorizar e divulgar os desempenhos que se sobressaem, criar programas com critérios para acompanhar os resultados positivos com indicadores claros e amplamente conhecidos pelos empregados são boas estratégias. E, ao contrário do que muitos ainda pensam, celebrar e reconhecer não significa necessariamente fazer festas, gastar dinheiro ou dar prêmios.

Muitas vezes, um elogio em público ou um feedback positivo é suficiente para creditar um mérito e engajar os profissionais. Ao fazer isso, o gestor mostrará que as boas práticas são cultivadas, reconhecidas e valorizadas, contagiando o grupo a trabalhar de forma mais eficiente e a administrar as possibilidades de erros e falhas. Se os ganhos são comprovados, por que não tentar?

Equipe em férias e trabalho em dia

Publicado por:
09 jan

02.1

Não é novidade que as jornadas estressantes e ininterruptas são prejudiciais para a saúde do trabalhador e já há algum tempo as férias deixaram de ser algo evitado a todo custo pelas empresas e se tornaram uma realidade na vida dos empregados. Porém, não são raros os casos de organizações que acabam criando uma relação de dependência tão grande com alguns profissionais a ponto disso atrapalhar o calendário de descanso das equipes e até mesmo o andamento das demandas e projetos.

Sabemos que é um grande desafio, principalmente em épocas onde a redução de custos é necessária e as equipes estão cada vez mais reduzidas, ter empregados capacitados para tarefas diferentes e que consigam dar conta do trabalho uns dos outros nos períodos de férias. No entanto, ter profissionais “insubstituíveis”, que não podem se ausentar nem que seja por poucos dias, pode ser uma armadilha, a partir do momento em que se cria uma relação de dependência.

Todos os empregados de uma organização precisam e devem tirar férias, inclusive os que ocupam uma posição de comando, como os gerentes, diretores, etc. É uma questão estratégica para a empresa não só por demonstrar cuidado com a saúde física e mental do profissional, mas por qualificar sua capacidade de trabalho (mais e melhores resultados). Por isso é tão importante que todos na equipe tenham substitutos que consigam manter a “bola rolando” mesmo na ausência do “titular”. E o gestor tem um papel essencial neste caminho.

É dever dele desenvolver a sua equipe, viabilizar um sistema de compartilhamento de informações e criar um ambiente facilitador para essa troca. Uma boa dica pode ser fazer uma “dança das cadeiras”, trocando os empregados de funções periodicamente. Ter um manual de processos atualizado também pode ajudar, mas se não tiver acompanhamento nem os resultados claramente contratados, não dará conta.

O gestor tem que ser ativo na formação de competências para que cada empregado tenha domínio das suas atribuições e das dos colegas. Além disso, o próprio líder também deve conhecer todos esses processos para dar suporte nas tarefas operacionais quando for necessário, colocando-se como exemplo positivo para a equipe e para a empresa.

O que é sucesso para você?

Publicado por:
07 jan

03.111

No dicionário, a palavra “sucesso” é definida como “um resultado positivo, favorável ou proveitoso de algo”. No entanto, para além da semântica, o conceito de sucesso, quando trazido para o dia a dia, é subjetivo e muito singular. Por isso, antes de se perguntar: “como posso ter sucesso na vida?”, é importante definir, primeiro, o que é ter sucesso para você.

Ser bem-sucedido é o desejo da grande maioria das pessoas, seja pelo lado profissional e de carreira, ou pessoal e familiar. Sucesso, para alguns, pode significar ter uma carreira estável. Para outros, pode ser assumir uma posição de liderança na empresa em que trabalha. Também pode significar a formação de uma família bem estruturada ou ter uma aposentaria confortável. São inúmeros os significados que o conceito de sucesso pode ter, a depender das expectativas da pessoa, da sua história de vida ou da sua personalidade.

Apesar da sua subjetividade, são muitos os profissionais que questionam: o que faço para ter sucesso profissional? O fato é que não existe uma receita pronta para ser seguida, mas existem sim algumas orientações. Para começar, é preciso descobrir quais são os objetivos mais importantes para si mesmo, ao invés de optar pelo caminho mais simples ou ir na onda dos outros. É importante conseguir responder a perguntas que sejam capazes de traduzir o que é valor para você, como: o que realmente importa para mim? O que sonho ser? O que desejo ter? Qual lugar quero ocupar na carreira? Ter clareza dessas respostas é o primeiro passo para descobrir como chegar lá.

Além disso, é preciso entender que o maior desafio não está em atingir o sucesso, mas sim em mantê-lo. Isso significa dizer que, mesmo quando você conseguir se considerar bem-sucedido naquilo que se propôs, não poderá relaxar e colocar em risco o seu sucesso. Quem acredita que já é autossuficiente e não tem mais nada a aprender, está correndo o risco de deixar a vaidade subir à cabeça e de, muito em breve, ver sua bela trajetória transformar-se num grande fracasso.

Por que estamos tão cansados?

Publicado por:
02 jan

03.101

A sensação de cansaço constante é, atualmente, uma das queixas mais recorrentes entre os profissionais. Quem nunca falou ou ouviu alguém falar a frase: “estou tão cansado hoje!”. É um esgotamento não apenas físico, mas também mental e que pode trazer várias consequências negativas, como falta de motivação, baixa concentração, dificuldade de organização e até mesmo levar a doenças mais sérias, como depressão. Mas o que está causando essa sensação de cansaço constante e como lidar com isso?

De fato, a vida madura pode ser estressante, por vários motivos. Responsabilidades, aborrecimentos, prazos, frustrações e excesso de demandas. Soma-se a isso o trânsito cada vez pior nas cidades, a grande quantidade de notícias que são bombardeadas diariamente, a dificuldade de se desconectar, além da pressão para dar conta da carreira, da casa, da família, da vida social e de si mesmo, tudo ao mesmo tempo.

Sabemos que pode parecer difícil conseguir ter uma vida equilibrada e saudável com tudo isso “jogando” contra nós, mas é possível sim. O primeiro passo é colocar prioridades, tanto na vida profissional quanto na pessoal. Isso porque, sem limites claramente definidos, muitas pessoas exigem demais de si mesmas e esta busca constante pela perfeição, impossível de ser atingida, suga nossas energias.

É preciso entender que é humanamente impossível dar conta de tudo o tempo inteiro e que, por isso, alguns dias vamos conseguir e outros não. Usando como metáfora um número de malabarismo, é como se estivéssemos sempre equilibrando vários “pratos” e cada um deles representasse uma área da nossa vida. Inevitavelmente, em algum momento, algum deles vai desequilibrar ou até cair, mas está tudo bem se isso acontecer. É só recomeçar a rodar. Desistir não é uma das opções.

Ninguém vai ser o melhor profissional, o melhor marido/esposa, o melhor pai/mãe, o melhor filho/filha, o melhor amigo/amiga todos os dias do ano, e nem vai conseguir ter uma alimentação equilibrada ou os exames de saúde regularizados sempre. Para conseguirmos viver de forma mais saudável, é vital diminuirmos um pouco o nosso nível de exigência e administrar as expectativas que os outros têm em relação a nós. Algumas vezes vamos frustrá-los em nome do descanso. Afinal, frustração faz parte da vida e aprender a administrá-la pode ser o ponto de partida para uma vida ativa e saudável ao mesmo tempo.