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Empresas competitivas exigem profissionais com perfil empreendedor

Publicado por:
26 nov

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Em um mercado cada vez mais acirrado, as empresas que querem se destacar e se manter competitivas precisam ter em suas equipes profissionais com perfil empreendedor. Ou seja, pessoas capazes de enxergar o negócio como um todo e que se comprometem com os resultados, agindo como se fossem os donos do negócio. Afinal, são as pessoas que fazem as empresas produtivas e competitivas. Mas o que as organizações devem fazer para transformar empregados em empreendedores?

Não é novidade que ter profissionais que vestem a camisa e que têm perfil competitivo pode trazer ganhos para as empresas, como o aumento do engajamento e cuidado com a qualidade dos trabalhos, comprometimento com o desempenho do negócio, além do desenvolvimento de equipes mais autônomas e confiantes. E para o empregado que está inserido em organizações que incentivam e valorizam essa “veia” empreendedora, também existem ganhos.

Dentre eles, o aumento na remuneração, quando associado ao alcance dos resultado, maior possibilidade de exercer seu potencial criativo, de participar das decisões estratégicas e de atuar com mais autonomia. Porém, para as empresas que desejam, de fato, ter profissionais empreendedores e competitivos, é importante cada vez mais investir em um ambiente de trabalho propício e estimulante para que as ideias aconteçam.

Criar espaços de discussão, dar abertura para o novo, controlar a cultura de “caça aos culpados” e dar suporte nas dificuldades são condições indispensáveis. Afinal de contas, se o que prevalecer na organização for a cultura do medo de errar ou de ser repreendido, o resultado, inevitavelmente, será profissionais desmotivados e pouco colaborativos. Reconhecer e elogiar as boas práticas também é fundamental para que o profissional se sinta reconhecido, valorizado, estimulado e estratégico para a organização.

Em geral, para que os empregados se vejam e trabalhem como donos do negócio, depende muito mais da empresa do que do próprio profissional. Se ele encontra condições para agir desta forma, a tendência é que esse comportamento proativo prevaleça. O segredo está em emponderá-lo.

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