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Mudar para não estagnar

Publicado por:
22 abr

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Segundo Philip Kotler, “há dois tipos de empresas: as que mudam e as que desaparecem”. Esta frase nunca fez tanto sentido quanto neste momento, em que ainda navegamos pelos mares turbulentos da pandemia. Mas se no início do ano passado, quando nos deparamos com um cenário de mudanças repentinas e incertezas, muitas empresas tiveram que se reinventar do dia para a noite para continuarem existindo, o desafio agora é manter o que foi conquistado sem estagnar.

Quando a pandemia surgiu no Brasil, no começo de 2020, e o isolamento social se tornou condição indispensável para a sobrevivência da população, as mudanças foram inevitáveis. Só resistiram, de fato, as empresas que conseguiram se adaptar rapidamente em seus formatos de trabalho. Hoje, muitos desses processos que foram implementados na época estão consolidados e dando resultados. A exemplo de empresas que não tinham e-commerce e hoje operam com grande parte do lucro vindo do canal de vendas digital.

No entanto, só manter aquilo que já foi feito não é suficiente. Independente da realidade pela qual está passando, a capacidade que a empresa tem de mudar, de se adaptar e inovar deve ser algo constante, e não apenas sazonal, condicionada aos momentos de dificuldade ou ao que está “na moda”. Do contrário, ela acabará se tornando obsoleta e desaparecendo.

Por isso, é importante ter no negócio, além de profissionais com capacidade de adaptação, clareza das ameaças e gestores que saibam identificar as oportunidades e liderar os planos de inovação. Criar um grupo que funcione como o “guardião” das mudanças, responsável por disseminar os objetivos do projeto, suas exigências e ganhos, pode ser uma boa estratégia. Desta forma, torna-se mais fácil engajar as pessoas, minimizar as resistências e permitir que a mudança aconteça com mais facilidade.

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