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Reorganizando as finanças pessoais em tempos de crise

Publicado por:
15 abr

05.3

Organizar as finanças pessoais é importante em qualquer momento da vida, mas é um hábito que se torna ainda mais prioritário em tempos de crise. Isso porque é muito comum que as pessoas usem o dinheiro em períodos de dificuldade como uma válvula de escape, uma forma de diminuir a angústia e a ansiedade, o que pode ser uma armadilha.

É fato que, como resultado do estado de calamidade e do isolamento social causados pela pandemia, o orçamento de boa parte da população foi bastante impactado. E quem não tinha o hábito de guardar dinheiro como reserva para emergências, se viu em uma situação ainda mais difícil.

O primeiro passo na direção de controlar as finanças é colocar em prática algumas ações básicas, porém essenciais. A primeira delas é fazer uma relação entre o que ganha e o que gasta, incluindo até mesmo as pequenas despesas do dia a dia. Essa é uma discussão que precisa envolver, também, outras pessoas com as quais compartilhe as despesas – pais, marido, esposa, filhos, etc.

As dívidas também precisam ser registradas e elencadas por prioridade. Aquelas com juros mais altos devem estar no topo da lista de pagamento. Como o futuro ainda é incerto, é prudente não só evitar gastos desnecessários como também não assumir novas dívidas. Compre apenas aquilo que pode pagar à vista, pesquise preços, peça descontos e evite compras por impulso.

Hoje existem muitas ferramentas que podem auxiliar nisso, seja para pesquisar, comparar valores, negociar formas de pagamento. Também existem inúmeras formas de sistematizar o acompanhamento das finanças, ação que é essencial para a organização financeira, principalmente na crise. Vale organizar as informações em uma planilha, em algum aplicativo ou até mesmo escrito no papel. O importante é ter clareza e visibilidade da situação.

E, é claro, sempre que possível, deixe uma parte dos ganhos mensais, mesmo que pequena, em uma reserva para urgências. Em um cenário ideal, o mais indicado é ter guardado um valor suficiente para manter seu nível de vida por três meses. Assim, ao surgir um imprevisto, terá mais segurança e tranquilidade para buscar soluções permanentes para a situação. Afinal, é justamente em tempos de crise que o controle financeiro surge como uma “tábua de salvação”.

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