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A Comunicação Não Violenta e a gestão de pessoas

Publicado por:
10 dez

03.13

Atualmente, muito tem se falado sobre a Comunicação Não Violenta. O assunto tem sido recorrente em rodas de conversa, tanto dentro quanto fora do meio empresarial, e tem gerado curiosidade sobre o seu significado e formas de aplicação. Mas o que significa, de fato, praticar a Comunicação Não Violenta e qual a sua relação com a gestão de pessoas?

De modo geral, a técnica da Comunicação Não Violenta, elaborada pelo psicólogo norte-americano Marshall Bertram Rosenberg no anos 1960, estabelece valores comuns sobre a troca de informações e experiências em um ambiente. O modelo apoia a construção de relações de parceria e cooperação, em que predomina uma comunicação eficaz tendo como bases o respeito, a atenção e a empatia.

Para que isso seja possível é preciso, em primeiro lugar, estabelecer os valores comuns na comunicação, onde medo, coerção, julgamento, vergonha ou ameaças não tenham espaço. A ideia é que cada indivíduo possa se sentir à vontade para falar sem culpa sobre sentimentos e necessidades, sem tanta preocupação com o quesito juízo de valor. Outro ponto fundamental é ter clareza acerca do que é dito e atenção ao escutar seu interlocutor. Neste caminho, a sugestão é identificar o sentimento e o propósito por trás de cada comentário.

As propostas da Comunicação Não Violenta podem ser muito úteis para todas as esferas da vida e, no âmbito do trabalho, são essencialmente importantes para as pessoas que atuam em funções gerenciais. Afinal, como já abordamos em outras oportunidades, faz parte de uma boa gestão atuar em prol da cooperação entre os integrantes da equipe. Isso pode minimizar conflitos causados pela falta de entendimento entre as partes.

E, ao contrário do que muitos ainda pensam, aplicar os princípios da Comunicação Não Violenta no dia a dia gerencial não é difícil. Ações simples como cuidar da qualidade do ambiente de trabalho, promover e estimular o diálogo, incentivar que os empregados expressem seus sentimentos e necessidades de forma positiva e ainda estabelecer a prática do feedback efetivo e saudável com certeza irão contribuir para a criação de um clima de trabalho mais colaborativo e menos competitivo para todos.

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