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Equilíbrio nas relações também é responsabilidade gerencial

Publicado por:
24 set

03.13

Nada mais natural que no ambiente de trabalho, lugar onde passamos grande parte do dia, as relações extrapolem o âmbito profissional e sejam estabelecidos vínculos de maior proximidade. Porém, quando estamos falando de gestores, é preciso cuidado para que a relação de confiança e amizade com alguém da equipe não seja confundida com protecionismo e privilégio, e coloque a perder o “espírito de equipe”.

O fato de o gestor ter alguém mais próximo ou até mesmo um amigo na equipe não pode, em nenhuma hipótese, significar concessão de acesso privilegiado a informações ou a trabalhos e projetos mais importantes. Mesmo sendo uma pessoa de sua inteira confiança, o que por muitas vezes o leva a escolhê-lo para determinadas atividades, é preciso considerar que o preço dessa escolha é muito alto. Significará ter o resto da equipe se sentindo preterida e desestimulada se a decisão não for fundamentada pelo mérito.

Além disso, esse tipo de prática não é ruim apenas para a equipe que se sente “preterida”, mas também para aquele que assume um papel inadequadamente desgastando o seu relacionamento com o restante dos colegas e aumentando as chances de fracassar no desafio.

Em resumo, sabemos que o dia a dia gerencial é exigente e cheio de atribuições, e que o gestor deseja e às vezes precisa enxergar em alguém da equipe o potencial para apoiá-lo em algumas responsabilidades. Mas o cuidado para que isso seja feito de forma criteriosa, transparente e mantendo o equilíbrio na relação com os demais é imprescindível. Do contrário, é como diz o ditado: “o barato pode sair caro”.

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