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Investir na educação financeira das equipes também é papel das empresas

Publicado por:
19 set

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Engana-se quem pensa que o endividamento dos profissionais é apenas uma questão pessoal. Cada vez mais, as empresas estão atentando sobre a importância de conscientizar seus empregados nesta questão, já que as consequências da desorganização financeira vão além e com efeitos negativos também na sua produtividade no trabalho.

É fato que quem trabalha preocupado com contas e juros para pagar não rende direito. Além da falta de ânimo e energia, quem tem dívidas acumuladas também pode apresentar outros comportamentos prejudiciais à carreira, como desatenção e inquietação durante o expediente, quadros de doenças ocasionadas pelo estresse e ansiedade, podendo chegar até mesmo a um pedido demissão – muitas vezes usado como alternativa para ter acesso a recursos financeiros.

E este período de final de ano, quando o 13º salário está próximo de sair, e, ao mesmo tempo, as contas de início de ano já batem na porta, é uma boa oportunidade para que as empresas pensem em estratégias de conscientização. Neste caminho, uma dica é que as lideranças procurem o setor de Recursos Humanos para que juntos possam pensar em ações que ajudem a identificar e combater a causa do problema.

Vale criar campanhas de conscientização e de mudança de hábitos em relação à utilização do dinheiro, promover palestras com especialistas, mesas de conversa e outras ações educativas, por exemplo. Em resumo, é papel das empresas cuidar das pessoas que nela atuam. E investir na educação financeira das suas equipes é mais uma ferramenta que elas podem utilizar em prol da qualidade de vida dos empregados e de formar equipes estáveis e produtivas.

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