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A formação de herdeiros e a longevidade das empresas familiares

Publicado por:
23 jul

10.21

Atravessar gerações ainda é prerrogativa de um número muito pequeno de empresas familiares, já que poucas conseguem superar o desafio da formação dos sucessores. E uma das causas para esse insucesso é o receio dos fundadores ou líderes em confiar aos herdeiros o comando do negócio.

Não é incomum escutarmos, no meio empresarial, histórias de fracasso ou sobre determinada organização que perdeu sua essência após a mudança de comando. São casos que existem sim, mas deixar de estimular que as gerações mais novas entrem nos negócios da família por medo dos conflitos ou das mudanças que eles poderão trazer não é a solução. Pelo contrário, pode até provocar o desaparecimento da empresa familiar.

A experiência mostra que, na maioria das vezes, a entrada da nova geração nos negócios da família torna-se mais difícil pelo insuficiente cuidado com o processo de formação dos herdeiros. Isso porque é fator condicionante para a longevidade das empresas familiares que os mais jovens sejam preparados desde cedo para o papel que desempenharão no futuro, seja como membros do conselho de família, do conselho de sócios ou acionistas ou, até mesmo, como executivos.

Para proteger o legado da família empresária, é preciso, principalmente, que as gerações dialoguem. O futuro herdeiro deve saber como é trabalhar na empresa, conhecer a sua história e cultura, além de entender de que forma suas competências e habilidades o credenciam a atuar na organização.

Quando essa preparação acontece e é bem feita, os herdeiros tendem a enfrentar com mais naturalidade e capacidade os desafios da gestão e, principalmente, trazer o olhar inovador que as empresas familiares precisam ter para se manterem competitivas ao mesmo tempo em que ultrapassam gerações.

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