Alt + Shift + C ir para o conteúdo Alt + Shift + M ir para o menu Alt + Shift + B ir para a busca Alt + Shift + F ir para o rodapé

Como lidar com os modismos na gestão

Publicado por:
06 jun

9.0 geracaoY

Sabemos que a demanda por soluções fáceis, inovadoras e com resultados imediatos tem pressionado o aperfeiçoamento e a inovação constante das empresas na busca por melhores resultados. Este cenário tem feito, cada vez mais, com que novas ferramentas e alternativas de gestão que prometem ajudar a resolver a carga crescente de problemas “viralizem” e virem moda entre empresários e gestores. Porém, esses modismos podem ser mais uma armadilha.

É compreensível e legítimo que as empresas busquem soluções mais rápidas e que tragam conforto e “segurança” para os seus problemas. Afinal, o que pode dar errado se a mesma prática foi um sucesso em outra organização ou se um colega da área indicou uma nova ferramenta revolucionária? A resposta é que sim, muita coisa pode dar errado. Afinal, cada empresa é um “mundo”, com suas particularidades e diferentes necessidades.

O grande desafio do mercado atual, tão competitivo, tem sido se manter antenado com as inovações, sem embarcar nos modismos, que podem ser passageiros por suas próprias características. Neste caminho, o mais importante é ter cautela. Não se deve comprar uma ideia só porque ela se vende como mágica ou milagrosa. É essencial conhecer a ferramenta ou nova prática, fazendo uma análise crítica e observando experiências de outras empresas com perfis similares.

Em seguida, deve-se buscar conhecer as vantagens e fragilidades do que está sendo proposto. Com isso, é possível avaliar a adequação dessa prática ou ferramenta à realidade empresarial e às condições do momento. No fim das contas, é como lidamos com a moda, por exemplo. A cada estação, são ditadas novas tendências em modelagem, cores, padrões. Cabe ao consumidor entender se essas tendências se encaixam no seu perfil e preferências. Na gestão é igual. É preciso avaliar se a ferramenta que está na moda também “nos cabe”.

Comentários

Deixe o seu comentário