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Como agir diante do corte de benefícios

Publicado por:
01 dez

02.41

Em época de crise, muitas empresas estão revendo os benefícios ofertados como forma de reduzir os custos. Eles compõe a remuneração do profissional, muito embora nem sempre se tenha essa visibilidade. Então, como se posicionar diante da necessidade nos cortes de benefícios?

É importante entender as razões antes de sair falando para todos da insatisfação, principalmente quando se trata de benefícios que não são obrigatórios. Eles normalmente são atrelados às necessidades específicas da função como, por exemplo, um carro para profissional da área comercial, que tem sob sua responsabilidade a visita a clientes.

Em momentos de menor receita é possível que disponibilizar um carro por profissional se torne inviável e outros arranjos precisarão ser feitos. Alternativas que viabilizem o trabalho e também atendam a necessidade de redução podem ser necessárias. Visitas compartilhadas, rodízio no uso ou até mesmo trocar o aluguel do veículo por uma cota de combustível podem ser algumas dessas alternativas. Lembre-se que a solução em períodos de instabilidade é parcial e pode não atender a todas as expectativas; e isso vai exigir maior resiliência.

Muito embora o corte seja uma medida pouco popular, ele pode ser um caminho encontrado para preservar o emprego dos profissionais. Em momentos de menos recursos sempre haverá remédio com gosto amargo, mas necessário para a sobrevivência do negócio. Entretanto, para se decidir sobre isso é fundamental que a empresa e os principais gestores alinhem informações e analisem os reais ganhos.

Apesar de serem necessários, não podem ser feitos aleatoriamente, apenas “passando a régua”. No mais, o importante é buscar uma postura proativa para enfrentar o mar revolto e continuar a desempenhar suas atribuições da melhor forma possível.

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