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Finanças pessoais

Publicado por:
28 mar

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O primeiro contato do estudante com o mercado de trabalho, em geral como estagiário, costuma criar uma agradável sensação de poder de compra. Nesse momento, boa parte dos jovens profissionais quer “tirar o atraso” em relação ao consumo. Mas atenção: a educação financeira faz parte da sua formação profissional e deve começar tão logo surjam as primeiras atividades remuneradas, seja qual for o valor dessa remuneração.

A forma mais comum de remuneração no início da vida profissional é a bolsa, que representa uma ajuda de custo e deve ser usada, preferencialmente, em deslocamento, alimentação e apoio acadêmico, como compra de livros, idas a congressos, etc. Isso implica estabelecer limites e prioridades no uso do seu dinheiro.

As inúmeras facilidades oferecidas a jovens estudantes criam uma falsa ilusão de independência e uma sensação de que o poder de compra é bem maior do que na realidade. Contas e cartões universitários e o famoso cheque especial são tentações que, muitas vezes, levam o jovem a gastar mais do que recebe e a acumular dívidas já no início da carreira. Os apelos para esse público são os mais diversos, da moda à balada, passando por todo tipo de produtos high tech.

Segundo estatísticas, jovens entre 20 e 30 anos já ocupam parte significativa das listas dos serviços de proteção ao crédito. Isso, vale alertar, pode diminuir as chances de empregabilidade, pois várias empresas têm acesso a esses bancos de dados e, em suas seleções, preferem profissionais mais equilibrados financeiramente. A razão é simples: o desequilíbrio financeiro reflete-se nos mais variados aspectos, tanto de relacionamento quanto de desempenho.

Tenha sempre em mente: o gerenciamento dos recursos financeiros deve começar cedo, por mais escassos que eles sejam. Até porque o descontrole não depende do valor recebido, mas, sim, da maneira como se vê o dinheiro. Uma boa convivência com as finanças pessoais requer organização e autocontrole. Portanto, cultive sempre hábitos saudáveis, como registrar gastos e rendimentos, estar atento às pequenas despesas, não cair na armadilha do crédito fácil e, principalmente, poupar. Afinal, a estabilidade futura e até a sua carreira dependem de uma postura equilibrada desde o começo.

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